quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Silvio Diogo: um sonho.

 


Diogo, meu filho amado. Essa noite o recebi em sonho. Bateu à porta eu abri e o abracei demoradamente. Estava lindo numa camisa azul. Trazia o mesmo brilho no olhar e o sorriso iluminado.

O levei para a cozinha tomamos chá e conversamos animadamente. Acordei com sua presença em minha alma.

Tenho tanta gratidão por ter sido sua mãe.

Obrigada, filho. Eu sei que o você pode me ouvir e sentir o que eu sinto.

Gosto muito dessa foto. Eu o havia buscado no aeroporto de Brasília. Era véspera do dia das Mães no ano de 2015. Pedi ao garçom para registrar o momento. Conversamos por longo tempo. Eu o ouvia atentamente, falando dos seus planos de se transferir para a UnB, em um processo de “remoção” da UFVJM (Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri Diamantina MG)

 Não sinto tristeza, Silvio Diogo.

Só saudade. Muita saudade, meu Dioguito!

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Infância



                                                        Ficaram os quintais

A magia dos quintais. A sombra das árvores, o vento e sua dança de folhas. O balanço! As frutas colhidas no pé. O pé descalço molhado de rego d´água. Ficou a casa, as paredes e as vozes nelas guardadas, o piso cantarolando passos...denunciando presenças.   

Os cheiros da cozinha: o prato servido de amores (Oh! fome perversa que eu sinto!) Sons de risadas, de música cantaroladas na lida que tecia a vida.

A certeza da bênção de todo dia, o beijo nas mãos, o respeito posto à mesa já no café da manhã.

O balanço pendurado na árvore escolhida com precisão e carinho. O balanço cumpria seu destino: ia e voltava! 

Voava! Ah, eu não sabia que o balanço do tempo é outro.

Ele vai, ele voa. Não volta.

                                               


terça-feira, 14 de maio de 2024

Carangola MG


                                                           Fotografia de Luciano Adenes


                                                       Estação Ferroviária Ernestina. Carangola MG.

segunda-feira, 13 de maio de 2024

sábado, 11 de maio de 2024

Cachoeira dos Cristais-Diamantina MG

                                                           Fotografia de Dener Ribeiro
 

sexta-feira, 10 de maio de 2024

José Lins do Rego





Patrono: José Lins do Rego

Acadêmico Vitalício: Chico Mulungu Cadeira 17


CLÁSSICO É UM LIVRO QUE CONTINUA VIVO COM O PASSAR DO TEMPO

Resenha do livro “MENINO DE ENGENHO”, de José Lins do Rego
Não sei bem o que eu esperava quando peguei para ler “Menino de Engenho”, livro considerado a obra-prima de José Lins do Rego e um dos grandes clássicos da literatura brasileira. Mas quando falamos de um “clássico” geralmente surge na mente a imagem de um livro velho e empoeirado, de páginas amareladas e letras miúdas, que convidam mais ao sono que à leitura. Nada poderia estar mais distante da experiência de ler “Menino de Engenho”! Ainda mais no caso do exemplar que li, com uma diagramação moderna e estilosa comemorando nada menos que a 100ª edição do livro pela José Olympio Editora.
A história já nos captura de imediato, desde as primeiras palavras, que nos arremessam em uma densa tragédia familiar:
“Eu tinha uns quatro anos no dia em que minha mãe morreu. Dormia no meu quarto, quando pela manhã me acordei com um enorme barulho na casa toda. Eram gritos e gente correndo para todos os cantos. O quarto de dormir de meu pai estava cheio de pessoas que eu não conhecia. Corri para lá, e vi minha mãe estendida no chão e meu pai caído em cima dela como um louco.”
Ao cabo de duas ou três páginas já estamos envolvidos pela trama, aliciados pela prosa direta de José Lins do Rego, elegante mesmo ao contar os casos mais escabrosos. Fui surpreendido diversas vezes pelos episódios que vão tecendo o enredo de “Menino de Engenho”: ora comoventes, ora estarrecedores, ora hilários.
Cheguei mesmo a derramar algumas lágrimas de puro êxtase literário, ao me dar conta de como aquelas páginas me permitiam viver e sentir uma vida tão longe de mim no tempo e no espaço. Vivenciei a leitura desse livro como um portal mágico, que me transportou para a vívida realidade de um engenho do Nordeste brasileiro de cem anos atrás. É como se essa porção de nossa história permanecesse viva e pulsante, bastando a qualquer um abrir as páginas de “Menino de Engenho” para acessá-la. Por essas e outras é que dou graças a Deus pela luminosa dádiva da literatura!
Encerro com dois trechos que me marcaram especialmente. O primeiro por retratar as desigualdades e injustiças de ontem, evocando o quanto isso repercute ainda hoje:
“O costume de ver todo dia esta gente na sua degradação me habituava com a sua desgraça. Nunca, menino, tive pena deles. Achava muito natural que vivessem dormindo em chiqueiros, comendo um nada, trabalhando como burros de carga. A minha compreensão da vida fazia-me ver nisto uma obra de Deus. Eles nasceram assim porque Deus quisera, e porque Deus quisera nós éramos brancos e mandávamos neles. Mandávamos também nos bois, nos burros, nos matos.”
E o segundo por expressar tão liricamente o arquétipo da perda da inocência:
“Perdera a inocência, perdera a grande felicidade de olhar o mundo como um brinquedo maior que os outros.”
Uma obra sensacional, que nos enche de orgulho de sermos brasileiro.
Texto e imagens extraídos da internet.


segunda-feira, 29 de abril de 2024

Gabriel García Márquez


Uma criança de cerca de cinco anos que perdeu a mãe entre a multidão de uma feira aproxima-se de um policial e pergunta-lhe:


-Não viu uma senhora que anda sem uma criança como eu?


Os cinco contos curtos mais bonitos do mundo.
Escritos por Gabriel Garcia Màrquez




sábado, 27 de abril de 2024

Casa em Diamantina



A história que aqui estava sendo tecida está escrita no coração.

(Silvio Diogo Lourenço dos santos)


quarta-feira, 24 de abril de 2024

Lua Cheia


 

A Lua cheiia de ontem,dia 23 de abril, às 20h48, foi uma das mais fortes do ano, trazendo consigo uma onda de mudanças intensas e oportunidades para crescimento pessoal.

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Dia Nacional do Espiritismo 18/04


                                       Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.

sábado, 6 de abril de 2024

quinta-feira, 14 de março de 2024

Avaliação da aprendizagem, avaliação institucional, avaliação em larga escala e o papel da coordenação pedagógica diante das avaliações.



Avaliação da aprendizagem




Instrumento utilizado para avaliar a evolução dos alunos ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Esse procedimento vai além de aplicar testes e conceder notas aleatórias, mas exige um acompanhamento do estudante em diferentes momentos do processo educativo. Cada vez mais as instituições de ensino têm adotado a avaliação ao longo da aprendizagem. Percebeu-se que deixar esse procedimento para o fim do processo não contribui para o avanço escolar do aluno.

A avaliação da aprendizagem traz benefícios para os alunos e até mesmo para os educadores. No caso dos estudantes, há a possibilidade de verificar o andamento do seu aprendizado e buscar métodos para impulsionar o seu desenvolvimento. Além disso, professores podem incentivar a autoavaliação nos alunos, e estimular a sua participação ativa na aprendizagem. Para os educadores, o procedimento é uma oportunidade para verificar se os estudantes conseguiram atingir as metas definidas. Dessa forma, é possível trazer novo direcionamento às ações pedagógicas para que os objetivos de ensino sejam alcançados.



Avaliação Institucional

Esse Processo de Avaliação foi inserido nas escolas públicas ou privadas, com a finalidade de avaliar as instituições, visando uma reflexão coletiva que possibilite uma gestão democrática e comprometida com a transformação social, e leve os educadores a unir esforços no sentido da efetivação da melhoria da qualidade do ensino

Processo relacional pelo fato de a má qualidade da educação de grupos sociais marginalizados estar relacionado a boa qualidade da educação de grupos dominantes. Substantivo por ser necessário analisar a qualidade da educação a partir do questionamento dos atuais modos, pelos quais, a educação é realizada e não simplesmente para legitimá-la. Político pelo fato de pensar a qualidade da educação a partir do questionamento sobre os currículos, os métodos de ensino, avaliação e etc. Histórico pela qualidade da educação significar voltar olhares sobre os processos e questionar a natureza e a composição da oferta educacional. Nesta conceituação mais que definir ou estreitar o significado de qualidade da educação o alargamos, pois há que se considerar a necessidade de analisar todo o contexto que envolve a educação, desde as condições socioeconômicas dos alunos até a formação de seus professores, perpassando metodologias, estruturas físicas e pedagógicas, entre outras.

Avaliação em larga escala

Processo institucional valorativo e diagnóstico que envolve a produção de indicadores educacionais, aferição da qualidade, equidade e eficiência, bem como a elaboração, monitoramento e aprimoramento das políticas educacionais desenvolvidas em âmbito federal, estadual, municipal ou na iniciativa privada.

Nas últimas décadas a avaliação em larga escala adquiriu grande importância no cenário educacional brasileiro. Inúmeras ações projetos foram desenvolvidos, tanto pelo governo federal, por meio do SAEB, da Prova Brasil, do Enade e do Enem, como governos estaduais e municipais que criaram sistemas próprios de avaliação do rendimento escolar. O foco das ações e projetos está em obter dados para o desenvolvimento de políticas educacionais mais eficientes em aplicação de recursos e em rendimento dos alunos.

o papel da coordenação pedagógica diante das avaliações.

Aferir o aprendizado dos alunos é essencial para que os gestores escolares possam atuar de forma mais assertiva e para que os professores possam fazer intervenções que levem os alunos a avançarem em seu processo de aprendizagem. Para isso, é preciso que cada escola tenha clareza de quais são as expectativas de aprendizagem para cada ciclo.

É tarefa essencial do coordenador acompanhar o processo avaliativo e saber se as expectativas de aprendizagem foram concretizadas.

O trabalho do coordenador deve ser realizado em conjunto com os professores e tenha como base as expectativas de aprendizagem para determinado ano e para que se tenha um parâmetro sobre como os alunos estão em relação à essas expectativas, independente do que o professor já tenha trabalhado. As avaliações servem para que o coordenador pedagógico tenha um olhar macro sobre a escola e elementos para que no dia das reuniões possa ter propostas concretas para discutir com o grupo, assumindo o papel de quem orienta e apoia o professor neste processo. Uma gestão baseada em resultados faz com que o trabalho da equipe tenha como foco a aprendizagem dos alunos a qual se alicerça em situações e condições concretas levando a equipe visualizar as reais causas dos problemas de aprendizagem, e consequentemente, resolvê-los.









Rosa Maria Olimpio

Uberaba-MG 27/02/2024

sábado, 17 de fevereiro de 2024

Papel do Coordenador Pedagógico

 

 Perfil, qualidade e atribuições do coordenador pedagógico na liderança da escola

 Para exercer com competência e obter êxito em sua atuação, Segundo Rocha, o coordenador pedagógico deve possuir o seguinte perfil: Ter capacidade de ver com lucidez, julgar com humanismo e agir coletivamente.  Deve ainda ser observador da realidade em constante transformação. Não se observa apenas, mas vive dimensões amplas desse movimento. Esse profissional impacta e é impactado pelo dinamismo sociocultural, político, econômico, religioso e técnico-científico. Investir na reflexão coletiva. Ao fomentar a importância da reflexividade do grupo buscar, com  coerência, a sua autocrítica e alimenta a consciência reflexiva. O Coordenador é também um pesquisador. Pesquisar é tarefa que escapa da sala de aula, dos muros da escola e da sala dos professores. Vê sua  função  não como um cargo de poder dentro de uma hierarquia funcional. O coordenador pedagógico não é o olho da direção para vigiar, punir e colocar o nome de docentes no caderno de anotações sigilosas. Ser reflexivo, crítico-analítico e propositivo, sendo medianeiro de uma qualidade possível. O coordenador sabe falar e ouvir, daí a necessária articulação entre oratória e escutatória.  Ter a habilidade de articulador da teoria e da prática e qualquer divórcio pode comprometer o resultado qualitativo do conjunto das ações. Ter a capacidade de ser agente social de mudança qualitativa do ponto de vista sociocultural, técnico e político. Reconhecer limitações, aprender com os outros e promover o reconhecimento coletivo da corresponsabilidade.

 

As qualidades essenciais do Coordenador Pedagógico foram listadas por Libâneo (2013, p. 216) Autoridade – exercício de poder delegado para coordenar as medidas tomadas coletivamente, implicando determinadas qualidades e conhecimento de suas funções. Responsabilidade – exigência inerente à autoridade. No caso de tomadas de decisões resolvidas coletivamente, a responsabilidade final é a do coordenador. Decisão – capacidade de selecionar a medida mais adequada conforme situações concretas. Tendo como base um plano de trabalho, objetivos e tarefas estabelecidos por meio da participação da equipe da escola, o coordenador irá tomar as medidas necessárias. Disciplina – habilidade de compatibilizar a conduta individual com as normas e os interesses coletivos. Iniciativa – capacidade crítica e criadora de encontrar soluções aos problemas, enfrentando imprevistos que possam ocorrer. As  qualidades elencadas por Libâneo são complementadas pela revista Nova Escola (2019), a qual acrescenta as  habilidades de Capacidade de liderança. Diálogo ativo com os professores. Conhecimento da prática em sala de aula. Estruturar um bom feedback com a equipe, dialogar também com a comunidade escolar.

 Atuação da coordenação pedagógica

Vasconcellos(2006) enfatiza que  acontece no campo da mediação, no qual se estabelece a interação com o professor. Para tanto, afirma que o coordenador pedagógico deve exercer algumas funções.  Acolher o professor em suas necessidades. Criticar os acontecimentos, ajudando o professor a entender as contradições existentes. Ter a transformação como uma das metas a atingir. Procurar caminhos alternativos, buscando fornecer materiais e provocar o avanço. Acompanhar o processo de aprendizagem em todas as suas dimensões.

Já Fonseca (2001) acrescenta que o coordenador Pedagógico deve ser instrumento de transformação da realidade – resgatar a potência da coletividade, gerar esperança. Aglutinar pessoas em torno de uma causa comum. Gerar solidariedade, parceria.  Ajudar a construir a unidade (não uniformidade), superando o caráter fragmentário das práticas em educação, a mera justaposição e possibilitando a continuidade da linha de trabalho na instituição. Aumentar o grau de realização e, portanto, de satisfação de trabalho. Fortalecer o grupo para enfrentar conflitos, contradições e pressões.

 “Todo conhecimento começa com o sonho. O sonho nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não se ensina, brota das profundezas do corpo, como a alegria brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa. Contem-me os seus sonhos para que sonhemos juntos”. Rubem Alves

 

 Rosa Maria Olimpio

 Uberaba MG 15/02/2024

Projeto Político Pedagógico PPP

 

conceito do projeto político-pedagógico, suas dimensões e o papel da coordenação pedagógica na elaboração e concretização de seus objetivos.

 O Projeto político-pedagógico (PPP) é o conjunto de elementos que orientam as ações pedagógicas. Trata-se de um projeto porque nasce de um objetivo em busca de uma realização. Ele é político porque precisa ser construído de forma comunitária, e é pedagógico porque define e organiza atividades e ações pedagógicas para a realização de autonomia da escola em atividades educativas. Ele deve ser elaborado obrigatoriamente por toda instituição de ensino, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Desse modo, o PPP norteia quais os eventos irão acontecer na instituição e quais os eventos podem acontecer diante de algum problema, por exemplo, como forma de intervenção, o que um docente pode fazer para possibilitar a igualdade, liberdade, participação de um discente em uma instituição escolar e o envolvimento da comunidade escolar como um todo. Sendo assim, trata-se de um projeto flexível que vai acontecer diante do que é preciso em uma escola, sendo pública, particular, de periferia ou não, seja ela qual for. Os professores precisam estarem ativos e atuantes diante de todo envolvimento na construção e implementação de um projeto político-pedagógico, pois são os professores que irão colocá-lo em prática, juntamente com a comunidade escolar. O PPP precisa ter algumas partes indispensáveis: como caracterização da escola, quantas salas tem, equipe diretiva, administrativa, professores, missão da escola que é o tipo de aluno que a escola deseja formar para a sociedade, plano de ação e projetos, os planos que os professores utilizam em sala de aula, projetos para a participação externa e interna da escola. Imprescindível acompanhar o trabalho, o processo ensino-aprendizagem para assegurar que o PPP realmente esteja sendo colocado em prática na escola.

O coordenador pedagógico tem como função ser um líder e coordenar as reuniões que irão acontecer para essa construção do PPP e idealização da escola, para que ocorra de forma comunitária e que todos possam colaborar de forma positiva para a implementação do projeto político pedagógico. É preciso que toda gestão diretiva perceba que toda instituição tenha um PPP, percebendo suas singularidades particulares e sociais, que não considere o projeto político-pedagógico apenas como um “documento” de muitos papéis aprisionado em uma gaveta qualquer de uma mesa da escola, que apenas não copiem de outras escolas para que apenas cumpram coma lei e seja entregue na secretaria de educação do município. É preciso que construam de forma coletiva, participativa e conjunta tendo a participação de todos fazendo com que a escola tenha sua autonomia na realização de projetos e tendo como direção uma gestão democrática incluindo a participação dos pais e que esta não seja apenas quando existir eventos na escola, mas que entendam esse processo e qual a importância da participação deles no PPP para a escola de seus filhos

 

Rosa Maria Olimpio

Uberaba-MG 14/02/2024

O papel da coordenação pedagógica e do coordenador pedagógico na concretização da função social da escola.

 

De acordo com a Constituição Federal de 1988 e a LDB- Lei no 9.394/1996– Lei no 4.024/1961. 1.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- a função social da escola é o Compromisso com a formação do cidadão e da cidadã com fortalecimento dos valores de solidariedade, e consequentemente, o compromisso com a transformação dessa sociedade.

A Coordenação Pedagógica exerce a função de assessorar os professores e propor práticas educativas de modo a assegurar o processo Ensino-Aprendizagem dos estudantes. Além disso, cumpre a ele a promoção de  práticas educativas que possibilitem o desenvolvimento pessoal, social e intelectual das crianças e dos jovens.

Na visão de Libâneo (2013), coordenação pedagógica é uma tarefa que canaliza o

esforço coletivo das pessoas para os objetivos estabelecidos. Atua junto à direção,

buscando “a articulação e convergência do esforço de cada integrante de um

grupo, visando a atingir os objetivos”, e ainda, “a coordenação pedagógica que tem

como principal atribuição a assistência pedagógico-didática aos professores, para

se chegar a uma situação ideal de qualidade de ensino (considerando o ideal e o possível)”.

 

O coordenador pedagógico recebia a denominação de Supervisor. Como supervisionar nos remete a às ações de chefiar, fiscalizar, coibir. Trazia um certo distanciamento entre Supervisor e professor. Razão pela qual essa  função passou a ser chamada de coordenador pedagógico. Coordenar significa caminhar com, caminhar junto, assessorar.

 Cabe ao coordenador pedagógico o papel imprescindível de avaliar o desempenho escolar e identificar possíveis dificuldades, buscando, em parceria com a gestão escolar e com os professores, soluções para garantir o sucesso acadêmico. É responsabilidade do coordenador escolher as melhores estratégias de ensino e os materiais didáticos mais adequados para otimizar a experiência de aprendizagem dos alunos.

  Ao Coordenador Pedagógico cabe dar suporte pedagógico e didático aos professores. Acompanhar a elaboração e desenvolvimento dos planos de ensino, orientando e sugerindo atividades, que assegurem o desenvolvimento de competências em métodos e procedimentos de ensino, prática de gestão e manejo de situações próprias de sala de aula, buscando a motivação e a solução de conflitos. Apoiar a adoção de estratégias pedagógicas diferenciadas para soluções de dificuldades de aprendizagem dos estudantes e  a realização de projetos conjuntos entre os professores.

 

 Rosa Maria Olimpio

 Uberaba-MG 13/02/2024

  Fala da mãe (sobre a filha) O relacionamento com minha filha, em criança, foi de muitos momentos mágicos. E, por vezes, engraçados. Silv...