domingo, 29 de julho de 2018

Chão cor-de-Rosa

"Um chão cor-de-rosa" Memorial de leitura

Escrito em maio de 2009


“Entre o sono e o sonho/entre mim e o que em mim é o que eu me suponho/
corre um rio sem fim.” (Fernando Pessoa)


As leituras que tenho feito ao longo do caminho é que me possibilitam a escritura desse texto. Quantas vezes temos que nos reportar aos livros para sustentar nosso dizer e nosso fazer como educadores?
Falar de minhas experiências com a leitura é falar de amor e de muita dor. É tocar o dedo nas feridas.
Como começar?
Começo do fim?
Não é melhor começar pelo início. Ao final vejo como amarro esse tecido textual com o tecido da minha vida. Ambos se confundem, enlaçam fios e cores numa tessitura única. Porque assim é cada vida. Assim é cada ser.
Eu fui atrás das letras. Segui uma trilha solitária.
E as encontrei. Elas sorriram para mim e jamais me abandonaram.
Foi por volta dos meus 4 ou 5 anos. Minhas irmãs iam para a escola e eu as acompanhava de longe. Se me vissem não me deixariam ir. A escola era uma casa. A professora era a dona da casa. Aprendera a ler e ensinava as crianças dela e as crianças das fazendas vizinhas. Eu ficava do lado de fora. Tudo que a professora falava lá dentro eu repetia baixinho: ma-ta, ta-tu... O quadro negro era feito de tábuas. Ela copiava lá e eu escrevia no chão duro, de terra batida, com um pedaço de pau. Lembro-me do dia que aprendi o R maiúsculo. O R de Rosa.
Primeira leitura foi em uma lata que minha mãe guardava polvilho. Eu li: “Óleo de amendoim”.Guardei segredo.
Guardar segredo desse momento mágico! Por quê?
É que certo dia estava no quarto folheando os livros de minhas irmãs, as cartilhas, e uma delas viu e saiu correndo e gritando meu pai. Levei uma surra. Estava proibida de mexer nos objetos de escola delas. Objetos de desejo. Como eu os desejava! Chorei muito e não dormi à noite. Eu só queria ver! Pegava escondidos pedaços de jornais e de revistas que vinham embrulhando as compras e levava para o milharal. E lá eu lia. Lia em voz alta, gesticulava. Apontava as montanhas, o céu.
Nessa época morávamos no alto da serra. Alto-Porã, município de Pedregulho, no Estado de São Paulo. Lá do alto avistava o Rio Grande e as montanhas que ficavam do outro lado do rio. Uma paisagem magnífica que jamais saiu de meus olhos e de minha alma.
Corria o ano de 1963, estava com 7 anos, quando atravessamos a ponte. Fomos morar em Uberaba, Minas Gerais. Seis meses depois de nossa mudança papai faleceu.
Fui morar com uma família. Fazia pequenos serviços domésticos em troca de comida, roupa, calçados. Em 1966, estava eu com 10 anos, quando me matricularam no Grupo Escolar.
Já no primeiro dia de aula, a professora nos deu uma cartilha. Novinha. Estava encapada com papel pardo. E eu li. Li em voz alta como se estivesse lendo para o cafezal em flor, para as montanhas. Ignorei a presença da professora, dos alunos. Finalmente eu estava na escola e tinha nas mãos uma cartilha. Foi o dia mais feliz da minha infância.
Quando acabei de ler a professora levou-me para o primeiro ano “adiantado”.
Ao final de cada ano eu ganhava um presente por ser a primeira aluna da sala. Lembro-me apenas de um que ganhei na segunda série: Um livro que veio com dedicatória da professora Áurea Celeste. “A Cabana do Pai Tomaz”. Era a triste história de um escravo em fuga.
Outra lembrança de leitura que me marcou deu-se no quarto ano. Toda sexta-feira, depois do recreio, a professora entrava na sala com um enorme livro vermelho, de capa dura, e lia uma história para nós. Rapunzel, João e o pé de feijão, A bonequinha preta... A voz suave da professora ecoava pela sala e ficou guardada para sempre em minha memória.
Concluí o ensino primário no final de 1969 com direito à solenidades de formatura. Missa, entrega de certificados e discursos políticos.
Fui oradora da turma. No meu texto fiz um breve relato sobre meu ingresso no mundo dos letrados. Lembro-me de que muito dos presentes choraram. Eu estava feliz. Só isso.
Neste momento, a lembrança desse dia dói em minha alma. Aos 13 anos, eu lia as palavras, mas não aprendera ainda a ler a vida.“Na escola primária/Ivo viu a uva/e aprendeu a ler.”
No início do ano seguinte, fui morar e trabalhar em Brasília. Era babá. Foram três anos sem ver minha família, três anos sem férias, três anos fora da escola. Lia muito. Jornais e revistas, e li ainda A moreninha, Meu pé de laranja lima, e Senhora. Escrevia cartas. Muitas cartas.
Retornei a Uberaba no final de 1973 e não cheguei a ficar um mês com a minha família.
Estava com 16 anos, e conheci meu primeiro amor Ao ficar rapaz/Ivo viu a Eva/e aprendeu a amar.
Mudei-me para Presidente Prudente, estado de São Paulo, com outra família. Era um casal e 4 filhos. Fiz o exame de admissão. Retornei à escola. Ficamos em Prudente um ano e nos mudamos para Pariquera-Açu, cidadezinha litorânea próxima a Iguape. Perdi meu grande amor sem ao menos tê-lo namorado. Trocamos centenas de cartas. Devia tê-las guardado, porque eram belíssimos poemas. Eu lia muito.A biblioteca da casa era riquíssima e estava sempre sendo atualizada.
Em meados de 1976, retornei para Uberaba. Fui morar com uma tradicional família da cidade.
Era então dama de companhia de uma senhora acamada. Ela perdera a visão por causa da doença. Das 19 às 23 horas uma funcionária me substituía para eu ir para o colégio. Fiz o colegial no COC. Numa madrugada, a senhora percebeu que estava acordada e perguntou-me o que eu estava fazendo. Disse que estava lendo um livro. Era Grande sertão: Veredas. – Veja que lindo! – eu dissera – e li um longo trecho para ela. Depois daquele dia, tornou-se rotina eu ler para ela os romances, os poemas, indicados pelos professores. Numa fria manhã de abril ela acordou sorrindo e disse que havia sonhado comigo. Perguntei-lhe como eu era em seu sonho. Ela respondeu: – Como você é. Linda! Chorei muito. Poucas horas depois ela dormiria para não mais acordar. Nessa época eu já estava na Universidade e dava aulas no COC no turno matutino. Inúmeros questionamentos foram tornando-se relevantes, fazendo com que buscasse melhor fundamentação para reflexões que, desde o início de minha formação acadêmica, surgiam como fundamentais. Tematizava a importância da linguagem na constituição de formas de significação da existência. Como diz Foucault, “é preciso compreender um acontecimento como uma relação de forças que se inverte, um poder confiscado, um vocabulário retomado e voltado contra seus utilizadores, uma dominação que se enfraquece, se amplia e se envenena e uma outra que faz entrada mascarada”. O ano era 1980. Passei a trabalhar dois períodos no colégio, no período vespertino, eu era professora “eventual”.
Casei-me no início de 1981. Nesse mesmo ano nascera minha filha Sílvia Beatriz e em 1982 nasceu meu filho, Sílvio Diogo.
De 81 a 83 dividia minha vida entre a universidade e a educação dos meus filhos. Comprava muitos livros para eles, mas à noite as histórias vinham de minha memória. E eu as contava dramatizando, cantando...
Meus filhos foram o maior legado que a vida reservou para mim. Com eles e por eles aprendi a arte de viver. Foram eles que despertaram em mim o olhar atento para o grande espetáculo da vida. Aprendi a olhar e aprendi a ver além. Muito além das aparências.
Em 1986 fiz minha primeira Especialização em Língua Portuguesa. Tive a felicidade de conhecer e de aprender com Eni Orlandi, Eduardo Guimarães, Eugênio Estevam, Maria Luiza Braga, Kanavillil Rajagopalan, Silvana Mabel Serrani. Eles vieram da Unicamp para dar as aulas no Curso. Muitas leituras. Aprendizado e vivência.
Nesse mesmo ano retornei à escola como professora do Ensino Médio. Acompanharam-me Paulo Freire, Rubem Alves, Edgar Morin, Moacir Gadotti, Pedro Demo e tantos outros estudiosos, que sustentaram minha prática pedagógica. Considerando que duas características dos discursos são a dispersão e a polissemia, concebo que conceitos e teorias são fenômenos culturais, socialmente construídos e legitimados. Assim, entendo o conhecimento não como algo a ser possuído, mas algo que se constrói de modo dinâmico e processual. Sendo assim, o rigor e a avaliação na aplicação do procedimento metodológico são fenômenos da ordem da intersubjetividade e estão vinculados à possibilidade de socializar o processo interpretativo.

Minha trajetória profissional tem estado vinculada, durante esses 22 anos, na área de educação, tendo trabalhado em todos os níveis educacionais (Educação Básica e Ensino Superior – Graduação, Projetos de Pesquisa e de Extensão). Atuei com coordenadora pedagógica da área de Língua Portuguesa. Minha experiência de docência é basicamente como professora.

A segunda especialização foi em Lingüística Aplicada ao ensino de Língua materna. Mais uma caminhada ao lado de grandes mestres: Doutora Ormezinda Maria Ribeiro, Aya, UnB; Dr. João Bosco e Dr Cleudemar, UFU; Dra Vânia Maria Resende, USP; Dr. Carlos Brandão e tantos outros mestres. Além desses havia Vigotsky, Sírio Possenti, Bakhtin, Barthes, Kleiman...
O trabalho de conclusão foi orientado pela professora Aya. “O texto poético em sala de aula: para além do dizível”. Artigo publicado na Revista Athos&Ethos.
O caminho profissional foi sempre partilhado com a tarefa prazerosa de ser mãe.
Em minha trajetória humana fui Gata Borralheira, Cinderela, Macabéa, Ana Moura, Clarissa, Madalena (Paulo Honório).
Hoje sou mais eu. Eu mesma. A professora Rosa Maria Olimpio. A rosa do alto da serra.
Atualmente trabalho como formadora do GESTAR pela UnB, Brasília. Viajo pelo Brasil levando aos educadores a crença do programa GESTAR, que é chegar aos alunos – crianças como eu fui em minha infância – o acesso ao mundo da cidadania assegurada pela aprendizagem da leitura. Leitura da palavra. Leitura do mundo.
No fino tear do destino, teci um final feliz para a história daquela menina que de sua mais profunda solidão atravessou o rio, as montanhas e se lançou por inteira no mundo da arte, cuja matéria prima está sempre à espera de ser lapidada: a palavra
A poética da palavra como paixão criativa, que gesta discursos provocadores. Recordo-me de uma declaração de Friedrich Nietzsche, em seu livro Humano, demasiado humano: “Há tensão e paixão que caracterizam aqueles que arriscam deslocar-se para lugares desconhecidos, desafiam verdades prontas, movem-se em busca de conhecimentos novos, viajam pelo conhecimento. Aquele que pretende apenas em certa medida alcançar a liberdade da razão não tem durante muito tempo o direito de se sentir sobre a terra, senão como um viajante – e nem sequer como um viajante que se encaminhe para um ponto de chegada; pois este não existe. Terá em vista, isso sim, observar bem e manter os olhos abertos para tudo o que realmente se passa no mundo; [...] é necessário que nele haja sempre algo de viajante, cujo prazer reside na mudança e na passagem”.
Acrescento minha experiência pessoal ao comentário de Nietzsche, com a poesia existencial de Clarice Lispector, e encerro esse memorial.
“Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.”
E creio que, nos caminhos por onde andei, o chão ficou cor-de-rosa.






PRIMEIRA LIÇÃO


Na escola primária
Ivo viu a uva
e aprendeu a ler.

Ao ficar rapaz
Ivo viu a Eva
e aprendeu a amar.

E sendo homem feito
Ivo viu o mundo
seus comes e bebes.

Um dia no muro
Ivo soletrou
a lição da plebe.
E aprendeu a ver.

Ivo viu a ave?
Ivo viu o ovo?
Na nova cartilha
Ivo viu a greve
Ivo viu o povo.

Leme da própria vida



Atrasamos para o trabalho? Ah, a desculpa é o trânsito... Perdemos a hora para fazer as provas do concurso? A culpa é do despertador que não tocou... Estamos infelizes no amor? A culpa é do outro que não nos compreende... e assim por diante. Pois eu estou convicta de que se não assumirmos, definitivamente, o leme da nossa vida, vamos navegar anos e anos e não chegaremos a lugar algum. Primeiro porque ninguém aguenta conviver com pessoas cheias de justificativas e desculpas. Segundo, porque quem não se assume, jamais será reconhecido pelos outros, tamanha a covardia dos seus atos.
Diante das adversidades ou aborrecimentos o primeiro impulso é sempre colocar a culpa nos outros ou em algum fator externo a nós. Pois é... E esse hábito nocivo é que atravanca o crescimento, do ser humano tanto na vida pessoal quanto na profissional.
Se realmente temos comprometimento com o nosso trabalho, para não nos atrasarmos com o possível trânsito caótico, saiamos mais cedo de casa; se temos um concurso ou compromisso importante no outro dia, não contemos apenas um despertador (tenhamos sempre um “plano B”); ou se queremos nos realizar no amor, amemo-nos e respeitemo-nos mais, sendo felizes em nossa relação de amor com nós mesmos, primeiramente.
Paremos de julgar e de pré-julgar, porque isso é atitude de pessoas críticas que gostam mais de tomar conta da vida dos outros que assumir a própria caminhada existencial. E tenhamos muito cuidado com o que pensamos e falamos dos outros, porque, na maioria das vezes, estamos nos enganando!
Ilustro esse tema com um pequeno texto de Valerie Cox, extraído do livro Histórias para Aquecer o Coração 2, de Jack Canfield e Mark V. Hansenn: “Certa noite, uma mulher estava no aeroporto, com um longo tempo de espera pela frente até a saída do seu voo. Comprou um livro, um pacote de biscoitos e sentou-se enquanto aguardava. Embora absorta na leitura, percebeu que um homem ao seu lado tirava um biscoito do pacote colocado entre os dois. Para evitar uma cena, ela fingiu não estar vendo. Ela lia, comia biscoitos e olhava o relógio. De vez em quando, o homem voltava a tirar um biscoito do pacote, o que a foi deixando extremamente irritada, com vontade até de agredi-lo. Mas não fazia nada. Ela pegava um biscoito, ele pegava outro. Quando só faltava um, ela ficou tensa, sem saber como agir. Com um riso simpático, ele pegou o último biscoito e o partiu ao meio. Ofereceu a ela uma metade, comeu a outra. Ela arrancou da mão dele a metade, pensando na grosseria do homem que sequer lhe agradecera. Sentiu-se extremamente ultrajada e respirou com alívio quando chamaram seu voo. Juntou suas coisas e se dirigiu para o portão, sem sequer olhar para trás. Entrou no avião, mergulhou na poltrona e abriu a maleta para pegar o casaco. O susto que levou a deixou sem fôlego: ali estava ele, inteirinho, o seu pacote de biscoitos! ‘Se o meu está aqui, então foi do dele que eu comi, e ele nem se importou em dividir’, pensou a mulher. Ela daria tudo para encontrá-lo de novo, pedir-lhe muitas desculpas e, sobretudo, agradecer-lhe a lição.”

"Ter leme” quer dizer: Ter rumo, ter novos desafios, ter destino, ter objetivos.

Rosa Maria Olimpio

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Lenice Ludovina Pereira



Hoje é dia de celebração.
Estamos todos celebrando a sua vida.
Agradeço a Deus por você ser minha irmã e minha melhor amiga.
Por eu ter sempre você ao meu lado nos momentos difíceis e nas alegrias!
Peço a Deus que abençoe você com muita saúde, amor e paz, pois você corre atrás do restante você é batalhadora por natureza!
Que sua vida seja  maravilhosa.
Como eu queria estar aí hoje para comemorar com você, mas não é possível.Eu envio, a você, por aqui minha irmã, meu abraço bem apertado.
Deus lhe enviou um presente para este 2018, a alegria de ser avó. Que neto mais lindo e carinhoso você tem: João Felipe.
Meu sentimento é de Gratidão por todas as bênçãos em sua vida,  irmã pois você merece muito e muito mais ... merece toda felicidade do mundo.
Quero lhe abençoar está neste dia com o Amor pleno de Deus na sua vida.


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Apesar de estarmos vivendo dias difíceis neste mundo, com a sensação de insegurança, de impotência e de desencanto, precisamos nos manter firmes na certeza de que toda a maldade é temporária, e somente o Bem é eterno... A luta entre o Bem e o Mal sempre existirá... e na construção de um mundo melhor, só triunfará quem souber agir e lutar pelos valores espirituais, usando como "armas" as bênçãos do Amor e da Paz!

Penso que a vida é feita de dor.Mas o amor nos faz fortes e poderosos. Poder de ser e de fazer sempre o bem e amar e querer paz.
Apesar de estarmos vivendo dias difíceis neste mundo, com a sensação de insegurança, de impotência e de desencanto, precisamos nos manter firmes na certeza de que toda a maldade é temporária, e somente o Bem é eterno... A luta entre o Bem e o Mal sempre existirá... e na construção de um mundo melhor, só triunfará quem souber agir e lutar pelos valores espirituais, usando como "armas" as bênçãos do Amor e da Paz!

domingo, 22 de julho de 2018

Escrevi essas reflexões há cinco anos. Estava a pensar no relacionamento afetivo que envolve amor, amor, amor, amor e um pouco mais de amor.
Tudo de bom que se segue é consequência do amor em movimento.
lmas que se abraçam.
O amor é emoção que necessita de inteligência e de sabedoria para contornar os obstáculos. Se o casal não tem capacidade para afastar as pedras do caminho com “jeitinho”, elas acabam por feri-los. Cada um, do seu jeito, precisa ser sábio e exercitar a paciência para não se machucar e para não machucar o outro. No relacionamento a dois há palavras e gestos que ferem. Feridas que saram amanhã. Feridas que não saram nunca. É importante ter sabedoria e não tentar mudar o outro. Mas buscar mudar a maneira de ver o outro. Cada um tem defeitos e qualidades. Procurar ressaltar as qualidades é fundamental. Ele quer que a amada o aceite como ele é, com as qualidades e os defeitos. Mas é preciso que ele esteja consciente de que ela deseja a mesma atitude dele.
Procurar exaltar, colocar em evidência, as qualidades do ser amado. Quando for necessário falar dos defeitos , fazer com carinho e compreensão, procurar não magoar, não ferir.
A fé praticada a dois é fundamental. Deus é sabedoria, amor, o maior conselheiro.
Um lar de amor e de fé é o alicerce, o porto seguro, para a formação humana dos filhos.
Para reacender a cada dia a sensualidade, a chama da paixão, depende de todos os cuidados no trato diário com o ser amado.
Rosa Maria Olímpio
inverno de 2013.

terça-feira, 3 de julho de 2018

domingo, 1 de julho de 2018

Bem-vindo, Julho!

Já é Julho!

Que mais um mês seja muito bem-vindo e que a gente viva cada dia dele deixando florescer tudo de melhor que há em nós. Vamos fazer da fé em Deus a nossa maior motivação e deixar a gratidão nos preencher por completo em qualquer situação.
Que a vontade de ser feliz supere todas as dificuldade e a esperança dentro de nós ilumine todos os nossos caminhos.



  Fala da mãe (sobre a filha) O relacionamento com minha filha, em criança, foi de muitos momentos mágicos. E, por vezes, engraçados. Silv...