quinta-feira, 22 de dezembro de 2022
terça-feira, 20 de dezembro de 2022
Irmã DULCE
- "O que fazer para mudar o mundo? Amar. O amor pode, sim, vencer o egoísmo".
- Irmã Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, conhecida como Irmã Dulce, foi uma freira brasileira. Foi beatificada em 2011 pelo enviado especial do Papa Bento XVI, Dom Geraldo Majella Agnelo, em SalvadorNascimento: 26 de maio de 1914, Salvador, BahiaFalecimento: 13 de março de 1992, Salvador, BahiaIrmãos: Dulcinha Pontes, Aloysio Lopes PontesSepultamento: 9 de junho de 2010, Santuário Santa Dulce dos Pobres, Salvador, BahiaOrganização fundada: Obras Sociais Irmã DulceFormação: Instituto Central de Educação Isaías Alves (1932)
domingo, 18 de dezembro de 2022
COPA DO MUNDO 2022
A Argentina é tri campeã mundial! Parabéns aos hermanos que trouxeram o título da copa do mundo de volta para a América do Sul! E também parabéns ao Messi, o melhor jogador do mundo que se consagra e finalmente conquista sua copa do mundo.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
quarta-feira, 14 de dezembro de 2022
Manoel de Barros
Manoel de Barros falava da infância como um território de liberdade,
e defendia o “criançamento” das palavras, ou seja, revolucionar a
linguagem da forma como ela nos é apresentada, e fazer dela
cenário de brincadeira.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Mário Sérgio Cortella
Cuidado com gente que não tem dúvida. Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente que não tem dúvida só é capaz de repetir.
domingo, 11 de dezembro de 2022
sábado, 10 de dezembro de 2022
Candido Portinari: Meninos Brincando
Candido Portinari (1903-1962),
Meninos Brincando (Children playing), 1955
sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
A FILHA DO CAPITÃO ALEKSANDR PUNCHKIN
A filha do capitão – lançamento da Editora 34 (Púchkin)
Tida como a mais importante obra em prosa de Aleksandr Serguêievitch Púchkin (1799-1837), o fundador da literatura russa moderna, “A filha do capitão” é um experimento magistral com o gênero do romance histórico. Fruto de rigorosa pesquisa, construído com extraordinária economia de recursos e permeado de um lirismo preciso, tão característico da poesia do autor, “A filha do capitão” é ambientado na revolta camponesa de 1773, liderada pelo cossaco Emelian Pugatchóv, que reivindicava o trono russo passando-se pelo falecido tsar Pedro III, marido de Catarina II. Publicado em 1836, meses antes da morte de Púchkin em um duelo, o romance é narrado por Piotr Grinióv, jovem militar que é enviado para uma remota fortaleza e se apaixona pela filha do comandante local, quando irrompe a rebelião liderada por Pugatchóv. Nesta nova edição desse clássico da literatura russa, a consagrada tradução de Boris Schnaiderman é complementada por um prefácio de Otto Maria Carpeaux, que aborda a biografia do autor e a importância de sua obra, e pelos capítulos iniciais da História de Pugatchóv, de 1834, o único estudo histórico que Púchkin publicou em vida.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
MANDELA
Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível? Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?...Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você.
E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
MACHADO DE ASSIS
O homem que odiava Machado de Assis, do escritor José Almeida Júnior, foi publicado pela @faroeditorial em 2019 (237 páginas). O autor é vencedor do Prêmio Sesc de Literatura e foi finalista do Prêmio Jabuti.
Joaquim Maria Machado de Assis, na visão do personagem que narra a trama, é um leviano. “Não posso ficar calado, enquanto canonizam aquele patife. O povo precisa conhecer o caráter dele." - diz Pedro Junqueira a outro personagem do livro. Pedro escreve suas memórias e conta a história de sua vida cruzando com a do célebre escritor brasileiro.
Foi após a morte de sua mãe, que Pedro foi levado para São Paulo por decisão de seu pai, para viver numa chácara no Morro do Livramento. Ali cruzou pela primeira vez com o mulato Joaquim e também com Joana. Os desentendimentos surgiram desde então.
Tempos depois Pedro vai para Portugal, se envolve com Carolina e volta ao Brasil, onde se depara mais uma vez com Machado de Assis e novos conflitos e confrontos se estabelecem.
Personagens reais, como Machado de Assis, transitam com figuras da ficção e passam por momentos históricos que se mesclam com momentos ficcionais. O mérito do escritor está em fazer com que o livro apresente uma história que nos faz pensar que tudo é realidade ou que tudo é ficção (dependendo da visão do leitor sobre a história que é relatada). José de Almeida Júnior cria uma trama que nos envolve e que faz com que queiramos saber a origem do ódio que Pedro sente pelo autor de Memórias Póstumas de Brás Cubas.
O livro apresenta uma história de amor, ou de posse, em que um triângulo amoroso se forma (digno dos melhores romances).
O autor apresenta um trabalho consistente em que os leitores que já tiveram contato com a obra de Machado de Assis, certamente perceberão inúmeras referências a seus livros. Temos na obra, sem dúvida, uma excelente história.
domingo, 4 de dezembro de 2022
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
MANOEL DE BARROS
O menino que carregava água na peneira
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e
sair correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo
que catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces
de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio, do que do cheio.
Falava que vazios são maiores e até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito,
porque gostava de carregar água na peneira.
Com o tempo descobriu que
escrever seria o mesmo
que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de ser noviça,
monge ou mendigo ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor.
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta!
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios
com as suas peraltagens,
e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!
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