Escrevi essas reflexões há cinco anos. Estava a pensar no relacionamento afetivo que envolve amor, amor, amor, amor e um pouco mais de amor.
Tudo de bom que se segue é consequência do amor em movimento.
Tudo de bom que se segue é consequência do amor em movimento.
lmas que se abraçam.
O amor é emoção que necessita de inteligência e de sabedoria para contornar os obstáculos. Se o casal não tem capacidade para afastar as pedras do caminho com “jeitinho”, elas acabam por feri-los. Cada um, do seu jeito, precisa ser sábio e exercitar a paciência para não se machucar e para não machucar o outro. No relacionamento a dois há palavras e gestos que ferem. Feridas que saram amanhã. Feridas que não saram nunca. É importante ter sabedoria e não tentar mudar o outro. Mas buscar mudar a maneira de ver o outro. Cada um tem defeitos e qualidades. Procurar ressaltar as qualidades é fundamental. Ele quer que a amada o aceite como ele é, com as qualidades e os defeitos. Mas é preciso que ele esteja consciente de que ela deseja a mesma atitude dele.
Procurar exaltar, colocar em evidência, as qualidades do ser amado. Quando for necessário falar dos defeitos , fazer com carinho e compreensão, procurar não magoar, não ferir.
A fé praticada a dois é fundamental. Deus é sabedoria, amor, o maior conselheiro.
Um lar de amor e de fé é o alicerce, o porto seguro, para a formação humana dos filhos.
Para reacender a cada dia a sensualidade, a chama da paixão, depende de todos os cuidados no trato diário com o ser amado.
Rosa Maria Olímpio
inverno de 2013.

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