Diogo, meu filho amado. Essa noite o recebi em sonho.
Bateu à porta eu abri e o abracei demoradamente. Estava lindo numa camisa azul.
Trazia o mesmo brilho no olhar e o sorriso iluminado.
O levei para a cozinha tomamos chá e conversamos
animadamente. Acordei com sua presença em minha alma.
Tenho tanta gratidão por ter sido sua mãe.
Obrigada, filho. Eu sei que o você pode me ouvir e
sentir o que eu sinto.
Gosto muito dessa foto. Eu o havia buscado no
aeroporto de Brasília. Era véspera do dia das Mães no ano de 2015. Pedi ao
garçom para registrar o momento. Conversamos por longo tempo. Eu o ouvia
atentamente, falando dos seus planos de se transferir para a UnB, em um
processo de “remoção” da UFVJM (Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e
Mucuri Diamantina MG)
Não sinto
tristeza, Silvio Diogo.
Só saudade. Muita saudade, meu Dioguito!

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