Na turma de Variação Linguística no Brasil, do curso de Letras - Português do Brasil como Segunda Língua (PBSL), tivemos a presença do indígena Paulo Tikuna, também estudante de PBSL da UnB, que falou sobre seu povo (área 26, no mapa, no extremo oeste do rio Solimões), sobre a língua tikuna e sobre sua aquisição do português como L2, e sobre o (tortuoso?) conceito de “português indígena”.
Paulo compartilhou, em português e em tikuna, suas experiências e vivências como indígena em Brasília e os desafios que enfrenta, como o racismo.
Obrigado, caro Paulo, pela aula tão rica como a de hoje! Em tempos de genocídio do povo Yanomami (área 31 no mapa) promovido pelo governo Bolsonaro, escutar uma visada de cosmovisão indígena nos mostra o quanto nós, país fundado na violência brutal da colonização, temos a aprender e a superar.

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