sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SEXTA-FEIRA 13

A fama da sexta-feira 13 trazer azar apavora muitas pessoas - sim, quem é supersticioso e acredita, teme por esse dia. Já há quem ache que é um dia como outro qualquer, assim como há os simpatizantes e que acreditam que ela traga sorte e não azar e infortúnio.
 Essa data é cheia de lendas e crendices, que fizeram com que até o cinema se rendesse e se beneficiasse dessa data, tornando-as mais assustadora e de certa forma, a imortalizando por meio de Jason Voorhees, o queridinho De acordo com o professor, o surgimento da lenda está difundido em diversas culturas pelo mundo todo. Ele conta que uma das explicações mais conhecidas é de que esse dia é amaldiçoado por que foi em uma data igual que Jesus Cristo foi perseguido e que, antes de sua crucificação em uma sexta-feira, ele celebrou uma ceia que tinha treze participantes.
Outra possível origem leva à consolidação da monarquia na França, quando o rei Felipe IV se sentia ameaçado pela influência e poder que a Igreja tinha dentro de seu país. O que ele fez? Tentou se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que o recusou. Furioso, o rei ordenou a perseguição aos templários em uma sexta-feira 13, em outubro de 1307.
Mas as histórias e suposições não acabam por aí. Outra delas conta que a sexta-feira 13 se originou durante o processo de colonização dos povos bárbaros, na invasão da Europa no começo do período medieval. Os escandinavos eram politeístas antes de se converterem ao cristianismo, e adoravam e tinham muita estima por Friga, a deusa da beleza e do amor. Mas como se converteram, começaram a considerá-la bruxa e a amaldiçoá-la, então toda sexta-feira se reuniam onze feiticeiras e o demônio - e o que eles faziam? Rogavam pragas contra a humanidade!
Mais uma lenda reforça essa anterior. Esta tem origem nórdica e conta sobre um banquete que o deus Odin realizou, convidando outras onze divindades. Mas adivinhem que não foi convidado? Loki (sempre ele!). E Loki, que é o deus da discórdia e do fogo, ficou muito ofendido e furioso e mesmo sem o convite foi à reunião e criou uma enorme confusão, na qual Balder (uma das mais belas divindades) morreu. A partir de então surgiu o mito de que um encontro entre 13 pessoas nunca acaba bem.
Mas, como se falou no início do texto, nem todos pensam em infortúnios e má sorte. A numerologia diz que o treze é um numeral, por sua somatória, próximo ao quatro, que traz muito boa sorte. E os povos indianos e mexicanos associam o número à felicidade e a um futuro próspero.personagem dos filmes "Sexta-feira 13".

Relatório ANA 2013-2014 - Da concepção à realização

Detalhes da Publicação
Relatório ANA 2013-2014 - Da concepção à realização



Sinopse: 
O presente documento corresponde ao volume I e possui dois capítulos temáticos. No Capítulo 1, são apresentados a concepção da ANA, seus objetivos, a matriz de referência e os instrumentos utilizados. No Capítulo 2, estão definidos os conceitos de alfabetização e letramento, bem como as matrizes de referência dos testes aplicados. Espera-se que o presente relatório possa instrumentalizar os gestores dos sistemas de ensino e das unidades escolares, professores e público em geral para a compreensão do processo de construção das avaliações em larga escala, além de auxiliar nas reflexões sobre a melhoria da aprendizagem no Ciclo de Alfabetização.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Guerra e Paz na ONU: Portinari e os desafios do século 21


    Guerra e Paz
    Obra de arte
    Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Candido Portinari, entre 1952 e 1956.



"Nessa época de crises globais econômicas, de migrações famintas, desesperadas de inteiras populações desamparadas enfrentando mesmo a morte de crianças, mulheres, idosos, essas palavras ganham o terrível sentido e os painéis de Portinari, realidade e esperança que somente a arte pode emocionalmente expressar."


Em 1952, os painéis Guerra e Paz foram encomendados a Candido Portinari para o Brasil presentear à Organização das Nações Unidas. Após 4 anos de intenso trabalho, a obra foi finalizada. Antes de seguirem para Nova York, os painéis foram exibidos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em fevereiro de 1956. Em 1957, o artista assim se expressou, em entrevista concedida à Agência Reuters: "Guerra e Paz representa sem dúvida o melhor trabalho que já fiz... Dedico-o à humanidade".
Em 2012, a obra foi exposta no Memorial da América Latina em São Paulo. João Candido Portinari, filho do renomado artista, assim se expressou: "Esta não é apenas uma exposição de arte. Esta é uma grande mensagem ética e humanista e que se dirige ao principal problema que o mundo vive hoje em dia: a questão da violência, da não cidadania, da injustiça social. Essa é a grande mensagem de toda a vida de Portinari e que ficou sintetizada nesses trabalhos finais que ele deixou".
Em 8 de setembro de 2015, na sessão solene comemorativa da reinstalação dos painéis na ONU, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pronunciou históricas palavras de agradecimento ao Brasil e à Fundação Portinari, dirigida pelo filho de Portinari, o cientista e professor João Candido Portinari, que, num esforço gigantesco, organizou o retorno dos painéis ao Brasil para restauro. Nessa época de crise e baixa estima, o evento resgata para a nação brasileira e para o conjunto das nações importante dose de esperança, lançando como arauto desse reerguimento moral de autoestima a voz da grande arte universal de Portinari. Guerra e Paz, disse Ban Ki-moon: "Além de magníficas, obras de arte são o chamado de Portinari para ação. Graças a ele todos os líderes que entram na ONU visualizam o terrível resultado da guerra - e o sonho universal pela paz."
Conta ainda o drama de que Portinari, avisado pelos médicos de que deveria parar de pintar devido ao envenenamento pelas tintas, recusou-se, terminando a obra que, aliás, não pôde sequer inaugurar, tendo-lhe sido recusado visto aos EUA por sua filiação ao partido comunista. Pediu, então, Ban Ki-moon um "solene minuto de silêncio em memória desse artista visionário". João Portinari levou cinzas de Portinari num escrínio em bronze, simbólico de suas mãos, para fazerem parte da exposição permanente, fazendo, assim, presente o artista na cerimônia que originalmente não pôde assistir.
Seria pertinente lembrar, nesse contexto, o pensamento de outro magnífico brasileiro Celso Furtado: "O desafio colocado no albor do século 21 é nada menos que a mudança do curso da civilização, para mudar seu eixo da lógica dos meios de acumulação temporária para a lógica dos fins, a serviço do bem-estar social, do exercício da liberdade e da cooperação entre os povos". Nessa época de crises globais econômicas, de migrações famintas, desesperadas de inteiras populações desamparadas enfrentando mesmo a morte de crianças, mulheres, idosos, essas palavras ganham o terrível sentido e os painéis de Portinari, realidade e esperança que somente a arte pode emocionalmente expressar.
Para onde indicam os caminhos atuais na educação, saúde, meio ambiente, política global, senão para a racionalidade paradoxalmente recomendada pela arte de Portinari, bem como nas palavras do cientista-economista Celso Furtado em direção ao altruísmo, à paz e à cooperação. A cerimônia da ONU simboliza e ressalta momento histórico de independência cultural do Brasil. Num relance surrealista de imaginação, vemos Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Oswaldo Cruz, Monteiro Lobato, Villa-Lobos, Josué de Castro, José Reis, Marcelo Damy, Costa Ribeiro, Sérgio Buarque de Hollanda, Paulo Freire, Crodowaldo Pavan, Rachel de Queiroz, Bertha Lutz, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Chagas pai e filho, Oscar Niemeyer, Celso Furtado, e até Vinicius de Moraes e Ary Barroso, juntos na ONU e irmanados com Portinari. Quase nos esquecemos de contar que todos comemoraram a festa ouvindo Chiquinha Gonzaga ao piano.
ISAAC ROITMAN
Professor emérito da Universidade de Brasília,coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro da UnB e membro da Academia Brasileira de Ciências

SÉRGIO MASCARENHAS
Presidente honorário da Sociedade Brasileira de Progresso da Ciência, membro da Academia Brasileira de Ciências e professor do Instituto de Física da USP de São Carlos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

UnB-Avaliação dos Cursos.


Avaliação reconhece excelência da #UnB

Dos 60 cursos da Universidade analisados pelo Guia do Estudante, 34 recebem nota máxima. Outros 21 ganham quatro estrelas.




terça-feira, 10 de novembro de 2015

PAS: Guia de redação oferece orientações aos candidatos









Um guia que traz critérios de avaliação para auxiliar os estudantes a produzir uma boa redação foi publicado, pela primeira vez, para os interessados em participar do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS).
Para o Núcleo de Recursos e Provas Discursivas do Cebraspe, responsável pela elaboração do Guia de Critérios de Avaliação - Prova de Redação do PAS, a publicação é necessária para que o candidato ao Programa conheça os principais erros cometidos no momento de redigir os textos.
A ideia surgiu com base em pesquisa do próprio setor, feita durante as correções das redações de eventos do Centro. Com a verificação dos erros mais comuns, identificou-se a necessidade de uma publicação direcionada para esse fim.
O guia tem a finalidade de orientar e auxiliar o estudante. Após a leitura, será possível perceber, entre outros aspectos, quais são as palavras inadequadas que não podem ser utilizadas na redação e conhecer os problemas mais recorrentes para evitar cometê-los.
CRITÉRIOS - Os critérios de avaliação da prova são divididos em dois aspectos: a macroestrutura, que é o conteúdo e a apresentação textual da redação, e a microestrutura, que se concentra na forma como a redação é escrita, incluindo avaliação de grafia, acentuação, morfossintaxe e propriedade vocabular.
Assim, no guia são disponibilizadas informações sobre a adequabilidade do texto, como, por exemplo, a escrita com letra de forma (que pode ser utilizada, desde que seja feita a diferença entre maiúscula e minúscula). Outro exemplo: para o estudante anular uma palavra errada, ele deve riscar e escrever em seguida a palavra correta.
O guia foi produzido para estudantes com idade entre 14 e 18 anos e, por isso, a linguagem utilizada na publicação é diferenciada, com textos simples, diretos e com muitas ilustrações.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Rosa Maria Olimpio março de 2019 em Belo Horizonte

 2019 "Basta-me um pequeno gesto, feito de longe e de leve, para que venhas comigo e eu para sempre te leve…" Cecília Meireles