quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Maria José Pereira Costa-Fiúca



















Maria José Pereira Costa e seus filhos
-em Uberaba-MG

É minha amada irmã, ontem você partiu e foi encontrar com Deus!
O meu coração está em prantos por não ter lhe dado aquele último abraço, aquele último: "e aí minha irmãzinha querida" 
Faço esta postagem aqui como minha homenagem a você! Passei com você momentos de alegria, de esperança e de muita fé.
Porém, hoje você fez a viagem! Ficará em meu coração uma imensa saudade! Lembrarei sempre de você com muita alegria (como nesta foto tão linda), tendo a certeza que vamos nos encontrar algum dia e, assim, lhe darei aquele fraterno abraço tão carinhoso que não pude dar antes de você ir. Que Deus e os bons Espíritos estejam com você! Vá em paz minha irmã. 


Amado Jesus, abençoa-nos com Tua Sagrada visita, permitindo que a Luz do Teu olhar penetre em nossa Alma como uma suave brisa de Primavera, para acordar a Esperança, que muitas vezes fica adormecida embaixo das folhas secas da indiferença e das ilusões... Desperte a nossa Alegria e a generosidade do nosso coração, para sermos portadores de Paz, Amor e boas Ações, para que todo ser humano possa sentir a Tua presença sábia e amiga, e assim, nosso espírito se engrandeça sempre mais diante de Ti... Obrigado(a) Jesus, pela Tua acolhida e pelo Teu imenso e infinito Amor!... Assim Seja, Amém!! 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

FERREIRA GULLAR

Ferreira Gullar morre aos 86 anos no Rio


O poeta, escritor e teatrólogo maranhense Ferreira Gullar morreu na manhã deste domingo (4) no Rio, aos 86 anos. Gullar é um dos maiores autores brasileiros do século 20 e foi eleito "imortal" da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 2014, tornando-se o sétimo ocupante da cadeira nº 37.


Ferreira Gullar deixa dois filhos, Luciana e Paulo, oito netos, e a companheira Cláudia, com quem vivia atualmente.
Seu último livro foi "Autobiografia poética e outros textos", lançado este ano.


Duas obras recentes trazem a proscênio o poeta Ferreira Gullar, sob a égide de sua vida, obra e do cruzamento de ambas comandado pelo dínamo literário. Em Autobiografia poética e outros textos, o autor maranhense revista o passado por meio do fazer poético. Perscruta, na inflexão de um relato de memórias, o momento-chave em que deixou de ser José Ribamar Ferreira para dar início à carreira de militância na escrita e de consagrações. “A literatura só terá sentido se mudar alguma coisa, nem que seja a minha própria vida”, conclui.
Falando consigo, Gullar empreende um diálogo confessional com o leitor. Retorna aos idos da infância, reencontrado o menino cujo primeiro contato com a poesia se dá através da Gramática expositiva, de Eduardo Carlos Pereira, cujo final se desdobrava numa pequena antologia composta por versos de Camões a Castro Alves. “Não sei bem que impressão aqueles poemas me causaram, mas a verdade é que me interessei por eles e procurei ler outros versos daqueles poetas”, relembra.
O novo interesse, portanto, começa a mudar o seu próprio comportamento, percebido, com reticência, pelos seus próprios familiares. “A verdade é que Dodô, meu irmão mais velho, veio me perguntar, preocupado, se eu de fato pretendia ser poeta. Respondi que sim, e ele então me alertou para o perigo que poderia correr, uma vez que os poetas em geral enlouqueciam (…)”, conta.
Contudo foi justamente através de sua irmã que conheceu o poeta Manuel Sobrinho, que o introduziu na cena literária local e ampliou seu horizonte poético, apresentando-lhe  os versos de Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e Murilo Mendes. Em seguida, vieram os portugueses Fernando Pessoa e Vitorino Nemésio. Porém, foi com a compra de um volume de contos mofado do alemão E.T.A. Hoffmann que percebeu em si o despertar de uma necessidade de atribuir ao trabalho poético uma significação maior que o simples interesse literário.

Autobiografia poética e outros textos (160 págs.), editora Autêntica

“Pode ser que, então, tenha tomado consciência da importância que a literatura deveria exercer em minha vida. Não significa que, naquele momento, haja descoberto o rumo que deveria imprimir a ela, e sim tão somente, que me entregar à poesia seria o meu destino. Era como se, até então, escrever poemas fosse o exercício de certo talento que trouxera do berço; agora, tornar-se-ia o verdadeiro sentido da vida. Mas, que poesia fazer, isso eu não sabia”, afirma, diante de Um pouco acima do chão, seu primeiro livro lançado, que considera imaturo, detentor de “um otimismo ingênuo”.

A poesia com a qual buscava identidade, que iria determinar seu futuro, surgiria, então, com a descoberta de Elegias de Duíno, de Rainer Maria Rilke. “A leitura desses poemas foi para mim uma revelação do que era a verdadeira poesia”. Gullar se certifica de que ali se instalara um processo de reflexão que teria uma influência direta na concepção de A luta corporal, o qual considera sua verdadeira estreia.
Tal verve de conversão literária coincide com sua mudança para o Rio de Janeiro, a convite da escritora Lucy Teixeira. Em novos ares, Gullar presencia o exato momento em que a arte concreta propõe a ruptura com a tradição modernista surgida em 1920. Aproxima-se do teatro e da imprensa, passa a trabalhar em redação. Tais experiências com uma cultura em plena transformação acabam por influenciar sua produção literária e sua persona. “Afirmei que a linguagem teria que nascer ao mesmo tempo que o poema, mas não dei um passo sequer nessa direção. Tenho me enganado, evitado enfrentar o problema, mas isso acabou. A partir de agora, ou avanço naquela direção ou paro de escrever”, sentenciou.
Um dos resultados desse caloroso acontecimento contra a própria obra é um de seus mais consagrados trabalhos, o livro-poema O formigueiro, em que combina discurso com sintaxe visual. O poeta maranhense se entrega a uma tarefa de se autorreconhecer um escritor em multifário exercício, cuja criação não parte de nada planejado ou em plena consciência, mas de percepções de dificuldades e de descobertas. Dessa circunstância, por exemplo, que surge Poema sujo, época em que Gullar encontrava-se em exílio político. “Ao pensar em escrever aquele poema – na noite em que me veio o ímpeto de escrevê-lo – imaginei começá-lo com uma espécie de vômito do vivido”.
A realidade que traz dentro de si não passa a ser, tampouco, apenas a existência natural, e sim muitos dos fatores e inspirações que o fizeram, de poema a poema, entender-se como um ser poético. Seja na atuação política, nos rastilhos dos encontros com nomes como Augusto de Campos, Oswaldo de Andrade e Otto Lara Rezende, na convicção de que, apesar de viva, “a memória é um mistério”. Um que não está aliado à urgência do tempo.
“Demoro a publicar livros de poemas porque escrevo pouco, e escrevo pouco porque só o faço movido pelo que chamo de espanto”, justifica-se.
Outros textos

Findada a autobiografia poética, o livro cede espaço para os chamados “outros textos”. Esses são compostos pelo “Manifesto neoconcreto”, “Entrevistas” e “Textos sobre poetas”, este último completado em ensaios sobre Rimbaud (que, diga-se de passagem, reforça o quanto O regresso, de Lúcia Bettencourt, é um ótimo romance), Fernando Pessoa e o grande peruano César Vallejo. São análises que se deslocam da biografia à bibliografia, atentando para a relação dos autores com seus versos e quanto isso acaba por referendar ligações com os cânones literários e o vulto geracional.
As duas breves entrevistas, por sua vez, trazem a sensação de revisitar caminhos trilhados durante a autobiografia. Enquanto “O poeta fala de poesia”, realizada em 1965, toca em aspectos mais subjetivos (“Para que serve a poesia?/O que acha da inspiração e por que escreve poesia?), “As bibliotecas do poeta”, concedida em 2014, faz novamente um sobrevoo pela memória afetiva e literária de Gullar.
A certa altura, o poeta rememora seu tempo de exílio, transitando de Moscou para o Chile e, em seguida, para o Peru. Neste país, conheceu e ficou muito amigo de Darcy Ribeiro, a quem convenceu sobre as qualidades dos poemas de Augusto dos Anjos. Tempo depois, num almoço com um editor, Ribeiro mente que Gullar está escrevendo um livro sobre Augusto dos Anjos, atrás de um adiantamento.
“Eu não ia receber o dinheiro e não fazer o livro. Eu sabia muitos poemas de cor, conhecia a história dele, então fui para a Biblioteca de Lima e comecei a tomar notas. (…) Fui lendo essas coisas e, depois, quando já estava em Buenos Aires, a Thereza (*esposa) me levou outros livros que pedi e acabei de escrever”, relata os bastidores do famoso estudo crítico, finalizado em 1975, que agora ganha uma caprichada reedição pela José Olympio.

Augusto dos Anjos, um poeta singular

Intitulado “Augusto dos Anjos ou vida e morte nordestina”, o extenso ensaio faz as vezes de prefácio para Toda poesia de Augusto dos Anjos, antologia poética que abrange os 58 poemas integrantes de Eu, primeira e única publicação do poeta paraibano, além de versos escritos entre 1900 e 1914, nunca recolhidos em livro, alguns cujas composições datam meses anteriores à sua morte.
Gullar traça uma linha cronológica, que parte do nascimento no Engenho do Pau D’Arco e segue pela infância, onde as primeiras relações com uma vida marcada por diversos graus de decadência iriam ter um impacto inestimável em seus versos.

Toda poesia de Augusto dos Anjos (317 págs.), editora José Olympio

Das ruas do Recife, o olhar poético se embrenha pelo ranço do cotidiano de tuberculosos, bêbados e putas, alcançando o grau de alucinação daquele que “caminha e ouve, dentro da noite, o apelo de todas essas criaturas, e também dos seres microscópios, dos germes, das montanhas, que lhe pedem para falar por eles”. Um ponto do universo e do tempo em que o poeta questiona e sofre o mistério da existência. “Jamais, antes dele, na poesia brasileira, essa indagação se fizera em tal nível de urgência existencial e de expressão poética”, chama atenção Gullar.
O ensaio avança pela repercussão do Eu, recebido à época como algo de “mau gosto”, contrariando as críticas negativas e dimensionando o valor de seus versos frente ao contexto literário do tempo em que foi lançado. Era um período em que o parnasianismo e o simbolismo eram as duas tendências atuantes na poesia brasileira. Contudo, dos Anjos não se filia a nenhuma delas. Estabelece-se num meio-termo. “Do parnasianismo, Augusto herdou, sobretudo, o versos conciso, o ritmo tenso e a tendência ao prosaico e ao filosofante; do simbolismo, além do gosto por palavras-símbolo com maiúscula, o recurso da aliteração e certos valores fonéticos e melódicos”, define.

Tal ruptura se reforça na própria postura do poeta paraibano, que chegou a afirmar, na ocasião, que no ambiente literário imperava a futilidade, o predomínio de uma literatura chamada de “sorriso da sociedade”. Apesar de também beber da erudição que refletia a lição dos clássicos, como aponta Gullar, na poesia de dos Anjos “a realidade explode aqui e ali na linguagem rude e às vezes incontrolada, mas viva quase sempre”.
“Não conheço nenhum outro poeta brasileiro, anterior a Augusto dos Anjos, que, a fim de exprimir a experiência concreta vivida, tenha de tal modo abandonado os recursos literários usuais, dado costas aos canais prontos da metáfora prestigiosa”, salienta.
O relato se abre, então, para uma análise social do Brasil do começo do século XX, de onde surgem obras como Os sertões, de Euclides da Cunha, traçando, desse panorama, uma linha extraterritorial que coloca a poesia de dos Anjos no âmbito do novo, ao demonstrar uma atitude radical que rompe com as convenções verbais e sociais do gênero. Um estilo que intenta ser concreto, mobilizado pela complexidade do real que procura abranger, em seu universo verbal influenciado pelo vocabulário científico e filosófico, uma coerência baseada na qualidade estética e na profundidade da visão.
“Augusto se alimenta da podridão, dos vermes, da noite, do luto, do carvão, dos signos zodiacais, da superstição (…)

 O mortos de Augusto apodrecem e fedem”, conclui Gullar, diante de poemas de expressividade simbólica, a exemplo de “Versos íntimos”

Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,

Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!


De fato, seja analisando o outro ou a si mesmo, Gullar busca, na vida e na obra particular, uma maneira de se encontrar no caos mundano. Lançar-se nessa empreitada parte do mesmo esforço de, enfim, tentar responder: o que é o espanto que faz nascer o poema? Segundo o poeta, “é a súbita constatação de que o mundo não está explicado e, por isso, a cada momento, nos põe diante de seu invencível mistério”.
“Tentar expressá-lo é a pretensão do poeta”, confessa, aos 85 anos. Que fique de lição, portanto, para todos aqueles que se achem prontos!


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CHAPECOENSE de BLUMENAU SC

FEB Federação Espírita Brasileira
Autoria do texto Geraldo Campetti Sobrinho
 terça-feira, 29/11/2016

A maior tragédia do Futebol no mundo

O povo brasileiro acordou chocado na manhã desta terça-feira, 29 de novembro de 2016, com as informações sobre o acidente envolvendo o avião que transportava a delegação do time brasileiro de futebol, a Chapecoense, para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o time colombiano Atlético Nacional. A aeronave fez um pouso forçado nesta madrugada na região de Antioquia (Colômbia), nas proximidades do aeroporto de Medellín, em acidente gravíssimo, que deixou 75 mortos e seis sobreviventes. Dentre as vítimas, encontravam-se tripulantes, jogadores e a comissão técnica do time do município de Chapecó, localizado no oeste catarinense (SC).
Considerada a maior tragédia do futebol mundial, deixa-nos todos, brasileiros, colombianos e cidadãos de diversos países das Américas e demais continentes, enternecidos diante de ocorrência tão inesperada. Como não se comover perante tamanho desastre?!
A primeira ação que a sensibilidade e o discernimento nos recomendam é de que sejamos solidários com os familiares e amigos dos nossos irmãos que retornaram à Pátria Espiritual nessa fatídica ocorrência. Unamo-nos, pois, em preces e vibrações de fortalecimento, tanto aos desencarnados quanto aos que permanecem em observação e tratamento médico, bem como aos familiares, parentes e amigos que necessitam de apoio da fé que consola ou, ao menos, ameniza a profunda dor que atinge seus corações.


Rogamos a todos eles que sejam envolvidos pelos Benfeitores Espirituais e possam encontrar o lenitivo aos seus sofrimentos, mantendo-se firmes na confiança em Deus, nosso Pai, que não abandona a nenhum de seus filhos, por mais pungentes sejam os enfrentamentos provacionais a que possamos estar submetidos pela abençoada Lei de Causa e Efeito que rege nossas existências.
Deus, como Pai de amor e de bondade, sempre age em favor do melhor para cada um de nós. Nem sempre é fácil entender e aceitar os desígnios divinos em nossos destinos. Porém, há situações que só conseguem ser explicadas quando alçamos o voo da compreensão para a imortalidade da vida, que prossegue dinâmica em todas as dimensões, e pela anterioridade existencial do Espírito, possuidor de vasta bagagem adquirida em vivências físicas pretéritas.
O esclarecimento pode igualmente aliviar nossa dor, quando entendemos o porquê dos acontecimentos, principalmente esses tão sinistros. Somado a todas as iniciativas humanistas, que visam à promoção do indivíduo à sua condição de Espírito imortal, o Espiritismo, como o Consolador Prometido por Jesus, pode nos trazer alento, esclarecendo nossas mentes e consolando nossos corações.
Que o divino amigo Jesus, em sua misericórdia de Irmão maior, possa abrigar em seu regaço fraterno todos os que partiram para o Mundo Espiritual e todos os envolvidos que aqui na Terra prosseguirão em sua caminhada existencial.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

SILVIO LOURENÇO DOS SANTOS


PRAÇA HENRIQUE KRUGER CENTRO DA CIDADE DE UBERABA-MG
EM 24 DE NOVEMBRO DE 2016

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Dia da professora e do professor.







O professor,ensinou-nos Rubem Alves, é um fundador de mundos, um mediador de esperanças , um pastor de projetos. Parabéns aos professores que semeiam esperanças pelo Brasil afora.
Agradecemos as flores. Desejamos reconhecimento.



Evangelho no Lar

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

MÚSICAS INESQUECÍVEIS DO BAÚ

Oração de São Francisco de Assis (um lindo mantra)

São Francisco de Assis

Dia 04 de Outubro-Dia de São Francisco de Assis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz! 
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união 
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. 
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. 
Onde houver trevas, que eu leve a luz. 
Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, 
compreender que ser compreendido, 
amar que ser amado. 
Pois é dando, que se recebe, 
é perdoando que se é perdoado
 e é morrendo que se vive para a vida eterna!

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

tu te vaz.nilton cesar.

Terra da Padroeira | Nilton César - Espere um pouco, um pouquinho mais -...

NILTON CÉSAR - AMOR AMOR AMOR

Carmem Silva - "Concerto para um verão"




Carmem Silva faleceu dia 26-09-2016, aos 71 anos em São Paulo. Ela teve insuficiência cardíaca por conta de uma embolia pulmonar e estava internada desde o dia 14 de setembro.


sábado, 17 de setembro de 2016

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Domingos Montagner Ator morre aos 54 anos



E a vida imita a arte.(Porque a arte imita a vida).
Uma novela que retrata exatamente a força e os segredos do Rio São Francisco resolve "antecipar" o final de uma história e leva consigo o ator principal que, dessa vez será encontrado, por uma tribo de anjos.
Assim como na novela, O Velho Chico não perdoa quem adentra suas águas sem conhecê-las.


Domingos Montagner interpretava "Santo" e fazia par com Teresa - Camila Pitanga.
Em capítulos anteriores, depois de levar um tiro, Santo caiu no São Francisco e foi salvo por uma tribo de índios.

Rosa Maria Olímpio







Domingos morre afogado no Rio São Francisco-em Sergipe.

Corpo de Domingos Montagner é encontrado.



O Corpo de Bombeiros de Sergipe acaba de confirmar a morte de Domingos Montagner. Reginaldo Dória, comandante que operava buscas no local informou ao EXTRA que o corpo do ator foi encontrado sem vida. Ele estava preso às pedras, em Canindé de São Francisco, na divisa dos estados de Alagoas e Sergipe, após afogamento no Rio São Francisco.


Depois de gravar cenas da reta final da novela "Velho Chico", o ator aproveitou a folga junto com a colega de elenco Camila Pitanga, seu par romântico, para dar um mergulho no rio. A correnteza levou o artista, que desapareceu nas águas por volta das 14h30. Segundo informações do coronel Fábio Fonseca Rolemberg, Camila se desesperou, gritando pelo nome do amigo.

— Ele estava tomando banho de rio com a atriz Camila Pitanga quando a correnteza o levou — disse o militar. A equipe ficou em estado de choque e todas as gravações foram canceladas na hora.
De acordo com os bombeiros, o corpo de Domingos Montagner estava a 18 metros de profundidade e a 320 metros do local onde o ator foi visto pela última vez. Ele estava preso entre duas pedras. O corpo foi retirado da água e será levado para o IML.
O ator, de 54 anos, deixa a mulher, a atriz e produtora Luciana Lima, e três filhos: Leo, 13 anos, Antônio, 8, e Dante, 5


Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/corpo-de-domingos-montagner-encontrado-ator-morre-aos-54-anos-20119913.html#ixzz4KQBpt1tp

quarta-feira, 13 de julho de 2016

sexta-feira, 1 de julho de 2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

 
 
Te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bem bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em tudo outra vez.

_________Caio F. Abreu_______

domingo, 5 de junho de 2016

"HOMEM" - Este vídeo não te vai deixar indiferente





Gostei muito do vídeo, o assunto abordado é instigador. Confesso que é lamentável essa percepção de quem somos como seres humanos, a verdade dura e crua sobre o péssimo comportamento dos que deveriam ser responsáveis pela preservação do planeta, me incomoda. É bem verdade que existem as exceções e alguns estão na contramão do consumismo e da autodestruição, optando por uma vida mais simples e obtendo o que realmente necessitam.


Trata-se de uma obrigação que a sociedade capitalista, consequentemente consumista, exige para que estejamos nivelados aos grupos sociais que exercem o papel de dominadores? Afinal do que precisamos para sermos felizes?
É urgente compreender que o mundo do consumo produz mercadorias programadas para se tornarem obsoletas. As muitas compras que fizemos hoje, logo estarão ultrapassadas. Vai sempre existir o mais moderno: o carro mais potente e com melhor design, a nova configuração para os programas de computador, a nova versão do celular, a nova coleção de roupas (conforme a estação e a moda previamente ditada pela mídia); e no final de tudo um mundo de lixo, é tanto acúmulo, que não nos cabe mais...

5 de junho-Meio ambiente resumo turma da monica

CANTIGAS DE RODA

CANTIGAS DE RODA 2 - rrn.avi

sábado, 4 de junho de 2016

Edson Luiz Fernandes

Morre aos 70 anos o ex-diretor da Medicina, Edson Luiz Fernandes



Morreu no final da tarde dessa sexta-feira, aos 70 anos, o médico  uberabense Edson Luiz Fernandes. Ele deixa a esposa, Rosangela Montes Cordeiro Fernandes, com quem era casado há 37 anos; os dois filhos, Luiz Flávio e João Ricardo, e três netos, Maria, Antônio e Luisa.
Médico formado pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, atual Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), com especialização em Clínica Médica e Cardiologia, Edson se dedicou à direção da Faculdade de Medicina, entre outubro de 2001 e outubro de 2005, oferecendo grandes contribuições para a instituição. Também foi presidente da Fundação de Ensino e Pesquisa de Uberaba (Funepu) e, ainda, superintendente do Hospital de Clínicas da UFTM.
Dotado de características importantes para um líder, como educação, serenidade e dedicação, desde julho de 2012, Edson ocupava o cargo de presidente do Conselho Diretor da Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias (Fundagri). Além de médico reconhecido e com mais de 30 anos de dedicação às salas de aula, ele levou para as Faculdades Integradas de Uberaba (Fazu) seu conhecimento na área de gestão de instituições de ensino.
O corpo de Edson Luiz Fernandes está sendo velado na Funerária Irmão Pagliaro, na avenida Doutor Fidélis Reis, e o seu sepultamento está previsto para as 11 horas no Cemitério São João Batista.

Homem de caráter








Toda mulher merece alguém que a ame, que a trate como uma rainha, que cuide dela como um anjo, que a defenda em qualquer circunstância, enxugue suas lágrimas quando ela chorar, faça um bom chá quando ela estiver resfriada, a acalme quando estiver preocupada. Sussurre palavras de amor antes de dormir e faça amor devagar. Faça dela a única e seja sempre fiel, a abrace quando ela mais precisar, a faça rir de repente e ouça suas histórias com prazer.
Alguém em quem ela ela confie e que não a faça nunca sentir ciúme.
Curta e compartilhe!
Um beijo,
Bruna Lombardi

COMPAIXÃO


Evangelho no Lar

sexta-feira, 3 de junho de 2016

quinta-feira, 2 de junho de 2016

CRIANÇA DIFÍCIL

Por trás de uma criança difícil há uma emoção que

ela não sabe como expressar





Muitos pais e mães se queixam que seu filho é difícil, que diante de uma emoção carregada de raiva, costumam desabafar de forma inadequada, tendo acessos de raiva, falando palavrões ou desobedecendo, mesmo que sutilmente.
Claro que nenhuma criança é igual à outra, e nós não conseguimos imaginar exatamente quais os tipos de necessidades podem ter essas criaturinhas que trouxemos ao mundo e desejamos tudo de melhor.
    A emoção é fonte de energia humana, é a chave que deve orientar as crianças, primeiro para compreenderem a si mesmas e depois, para entender o mundo.
Crianças difíceis costumam gerar um nível de estresse muito alto nos pais. Não é fácil e nem sempre os livros de auto-ajuda, a experiência que já temos com outros filhos ou as recomendações de outros pais conseguem nos ajudar.
Seu filho, a criança difícil, é única e especial. A única coisa que ela precisa sempre é de compreensão.Na maioria das vezes, são crianças alto exigentes trancadas em seus “palácios internos” em espaços apertados onde não encontram portas abertas para expressar suas emoções.
Hoje, em nosso espaço, convidamos você a refletir sobre isso.

A criança difícil e a emoção contida

Pense numa criança que teve um dia ruim na escola, quando chega em casa e seus pais perguntam o que aconteceu, ela responde de mal jeito. Diante disso, os pais decidem castigá-la deixando-a em seu quarto durante toda a tarde. O que ganhamos com isso? Nós resolvemos o problema? Claro que não!
    A emoção bloqueada é como um espinho cercado por um muro de pedras. Se levantarmos mais o muro, o espinho ficará ainda mais escondido, por isso, o primeiro passo é retirar cada pedra desse muro através da comunicação e do afeto.
Se a criança difícil lhe impõe muros, não levante novas cidades ao redor dela, não descuide, não negligencie e não a deixe sozinha.
O processo para alcançá-las é complexo, mas tenha em mente estes aspectos prévios:Uma criança difícil nem sempre é o resultado de uma má criação. Você não deve se culpar e nem culpar ninguém.
• Algumas crianças exigem muito mais de nós do que outras, é da sua personalidade, do seu jeito próprio de ser e isso não significa que nós, pais, fizemos algo errado.
• Uma criança que dá, mas não recebe o que busca ou que não sabe como se expressar acaba frustrada.São muitas as vezes que elas mesmas se vêem sobrecarregadas por uma miríade de emoções: é raiva que oscila com tristeza, com desgosto, às vezes tédio…
• Crianças difíceis exigem um maior nível de atenção, compreensão, apoio e até mesmo de criatividade por parte dos pais.
    Temos de ser arquitetos de seus mundos fazendo-os seguros, onde eles possam se sentir confortáveis para expressar a emoção contida, permitindo-lhes o conhecer, para desabafar, para sentir-se mais livre e seguro, para percorrer da melhor forma cada um dos cenários que definem a criança em todo o seu ciclo de vida.

Como ajudar a criança difícil a canalizar suas emoções

A criança difícil precisa, acima de tudo, da nossa atenção e de cada uma das estratégias que podemos lhe ensinar de forma criativa para atender suas necessidades e para ajudá-la a gerenciar todo este mundo emocional que, às vezes, a transborda e a bloqueia.
    Lembre-se de que a inteligência emocional não é uma característica, é uma habilidade e, portanto, é nosso dever como pais transmitir aos nossos filhos estas estratégias, esse aprendizado.
Observe os passos a seguir para educar as crianças difíceis neste campo, nessa dimensão, onde canalizar, onde dar forma e como expressar a emoção contida:

Sim para o poder do reforço positivo

• Se recriminarmos os erros de uma criança difícil, se a subestimarmos, ou se a repreendermos por suas reações, geramos nela ainda mais raiva e ansiedade. Lembre-se de que este tipo de criança, no fundo, é muito frágil e têm baixa auto-estima.
• Use declarações simples como: “Eu confio em você”, “Eu sei que você pode fazer isso”, “eu sei que você é especial”, “Eu sei que você é um menino corajoso e é por isso que eu te amo”…
• Uma palavra positiva gera uma emoção positiva e a emoção positiva reforça a confiança.

Sim para a comunicação que não julga, não compara e não sentencia

Há pais que comparam a criança difícil com os seus irmãos ou com outras crianças. Isto não está certo, é um grande erro, comparado ao de iniciar uma conversa com declarações como: “você é um preguiçoso, você nunca escuta, você sempre se comporta mal…”
Evite este tipo de comunicação e siga sempre estas orientações:
• Não sonde, não interrogue. Descubra qual é o momento em que a criança se sente mais confortável para falar.
• Demonstre confiança, aproxime-se e compreenda. Cuide do seu tom de voz, isso é fundamental para se conectar com as crianças.
• A comunicação deve ser diária e contínua.
• Nunca ria ou ironize do que seu filho lhe contar. Para ele é importante, e talvez não será sincero se perceber que falta empatia de sua parte.

Sim para promover um equilíbrio interno na criança

• Ensine que cada emoção pode ser transformada em uma palavra, que a raiva tem forma, que a tristeza pode ser compartilhada para aliviá-la, que chorar não é ruim e que você sempre vai estar do seu lado para escutá-la.
• Ensine a respirar, a relaxar, a canalizar suas emoções através de atividades específicas que a distraia.
• Ensine a aceitar a frustração, que o mundo não será sempre como eles querem.
• Ensine a ouvir e a falar com assertividade. Diga à criança que a sua voz será sempre ouvida, que tudo que ela diz é importante para você…
• Ensine a assumir responsabilidades, a cuidar de si mesma a cada passo e decisão que tomarem…
Fonte: LaMenteesMaravillosa traduzido e adaptado por Psiconlinew