sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Educação Básica



UnB discute documento que irá orientar currículo da Educação Básica.
A comunidade acadêmica da Universidade de Brasília (UnB) pode contribuir com a construção do documento que irá orientar o currículo da Educação Básica no país. As discussões do encontro (NC) ocorrem nos dias 3 e 4 de dezembro, no Bloco de Salas de Aula Norte.


BNC contempla os conteúdos fundamentais que precisam ser ensinados nas quatro áreas de conhecimento (Matemática; Linguagens; Ciências da Natureza e Ciências Humanas). O documento servirá como base para a elaboração dos currículos das mais de 190 mil escolas de Educação Básica, públicas e privadas.
De acordo com o professor Ricardo Gauche, coordenador de Integração das Licenciaturas do Decanato de Ensino de Graduação (DEG), a discussão é crucial para todos os cursos da UnB, não apenas para as licenciaturas. "Estará em debate o futuro da dinâmica de todas as escolas do país, de onde vêm os alunos que cursarão o Ensino Superior. Esperamos que a participação seja intensa", afirma.
Para subsidiar as discussões, Gauche destaca a necessidade da leitura prévia dos documentos disponíveis no Portal da BNC.
Organizado pelo Decanato de Ensino de Graduação e pelo Decanato de Extensão da UnB, o encontro contará com a presença do secretário de Educação Básica, Manuel Palácios da Cunha e Melo


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Ensino-Aprendizagem : um método que deu certo.

Metodologia de ensino recebe prêmio nacional



Prêmio Santander Universidades reconhece técnica que propõe aprendizagem ativa e colaboração entre os estudantes. Alunos apresentaram melhora significativa de desempenho

A metodologia de ensino Trezentos: aprendizagem ativa e colaborativa, criada pelo professor Ricardo Fragelli, da Faculdade UnB Gama (FGA), conquistou o primeiro lugar na edição 2015 doPrêmio Guia do Estudante/Santander Universidades. A técnica, que busca incentivar a colaboração entre os estudantes, foi vencedora na categoria Apoio ao aluno. A UnB também foi premiada na cerimônia, realizada no último dia 19, em São Paulo.
Criada em 2013, a metodologia foi inspirada no filme Trezentos, no qual um pequeno grupo de soldados espartanos ganha batalhas de exércitos mais numerosos. A técnica utilizada na disciplina Cálculo 1, em turmas de mais de 100 alunos, conseguiu reduzir o índice de reprovação na matéria de 50% para 5%, além de minimizar fatores que causam mal desempenho nas avaliações, como ansiedade e nervosismo.
“Ao participar do Trezentos, notamos que é mais vantajoso unirmos esforços, pois os resultados serão muito melhores que o individual”, relata Fragelli. O projeto superou outras 2.848 propostas inscritas noPrêmio Guia do Estudante.
METODOLOGIA - Após a realização de uma prova na disciplinaCálculo 1, a turma é dividida em grupos de estudos, que mesclam estudantes com boas e más notas. Em cada equipe, é escolhido um líder, geralmente o aluno de melhor nota, com objetivo de dar apoio para os estudantes com baixo rendimento, oferecendo nova oportunidade de avaliação.
Aqueles que tiveram notas baixas têm o direito de refazer o teste, enquanto os estudantes com bom desempenho recebem acréscimo na nota de acordo com a melhora dos demais integrantes do grupo.
Izabela Cardoso/ Rei da Derivada
Ricardo Fragelli recebeu oito prêmios nacionais na área de educação
O graduando Erick Fagundes, de Engenharia Eletrônica, destaca que a metodologia funciona. Para ele, o aluno tem uma visão do conteúdo diferente da ministrada pelo professor e, desse modo, pode ensinar aos colegas macetes e outras formas de assimilar a matéria. “Incrível é ver que mesmo pessoas que já saíram da disciplina continuam formando grupos, se ajudando para estudar. A turma toda sai ganhando”, relata.
CARREIRA - Fragelli explica que sempre foi adepto de métodos que estimulam a aprendizagem ativa dos estudantes, fugindo do modelo tradicional de aula. “A ideia é motivar, incentivar a criticidade e a participação”.
Em sua trajetória acadêmica, o docente recebeu oito prêmios nacionais relacionados à educação. Fragelli realiza palestras pelo Brasil sobre a metodologia, adotada também por outros professores da UnB e de outras instituições. O professor também é responsável pelas iniciativas Rei da Derivada e Summaê , métodos que surgiram na sala de aula e hoje viraram grandes eventos.
Izabela Cardoso/ Rei da Derivada
10º Rei da Derivada UnB, um dos projetos para estimular aprendizado 
No último dia 19, Fragelli recebeu o Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2015, promovido pela Associação Brasileira de Liderança. A condecoração o reconhece como profissional do ano e destaque nacional, após indicação e análise de currículo por comissão julgadora. “Foi uma grande surpresa e felicidade”, comemora.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Amor-amar

Não é amor que falta.
Como dizem por aí, com alguma sabedoria: o que falta é amar.




terça-feira, 24 de novembro de 2015

Educação: o papel de cada um.






Os pais não podem simplesmente terceirizar para as escolas a responsabilidade de educarem os seus filhos

Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Os entrevistados costumam apontar que o sistema educacional brasileiro não é capaz de preparar os jovens para a compreensão de textos simples, elaboração de cálculos aritméticos de operações básicas, conhecimento elementar de física e química, e outros fornecidos pelas escolas fundamentais.


Esses conhecimentos são testados em pesquisas internacionais como o PISA (Programme for International Student Assessment) da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e coordenado no Brasil pelo INEP - Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
No PISA os países asiáticos estão apresentando os melhores resultados, possivelmente diante do valor atribuído à educação por influência de nomes como o filósofo Confúcio, que não se restringe ao conhecimento formal, enquanto o Brasil não apresenta resultados satisfatórios.
Certa vez, participava de uma reunião de pais e professores em uma escola privada brasileira de destaque e notei que muitos pais expressavam o desejo de ter bons professores, salas de aula com poucos alunos, mas não se sentiam responsáveis para participarem ativamente das atividades educacionais, inclusive custeando os seus serviços. Se os pais não conseguiam entender que esta aritmética não fecha e que a sua aspiração estaria no campo do milagre, parece difícil que consigam transmitir aos seus filhos o mínimo de educação.
Para eles, a educação dos filhos não se baseia no aprendizado dos exemplos dados pelos pais.
Que esta educação seja prioritária e ajude a resolver os outros problemas de uma sociedade como a brasileira parece lógico. No entanto, não se pode pensar que a sua deficiência depende somente das autoridades. Ela começa com os próprios pais, que não podem simplesmente terceirizar esta responsabilidade.
Para que haja uma mudança neste quadro é preciso que a sociedade como um todo esteja convencida que todos precisam contribuir para tanto, inclusive elegendo representantes que partilhem desta convicção e não estejam pensando somente nos seus benefícios pessoais.
Sobre a educação formal, aquela que pode ser conseguida nos muitos cursos que estão se tornando disponíveis no Brasil, nota-se que muitos estão se convencendo que eles ajudam na sua ascensão social, mesmo sendo precários. O número daqueles que trabalham para obter o seu sustento e ajudar a sua família, e ao mesmo tempo se dispõe a fazer um sacrifício adicional frequentando cursos até noturnos, parece estar aumentando.
A demanda por cursos técnicos que elevam suas habilidades para o bom exercício da profissão está em alta. É tratada como prioridade tanto no governo como em instituições representativas das empresas. O mercado observa a carência de pessoal qualificado para elevar a eficiência do trabalho.
Muitos reconhecem que o Brasil é um dos países emergentes que estão melhorando, a duras penas, a sua distribuição de renda. Mas, para que este processo de melhoria do bem estar da população seja sustentável, há que se conseguir um aumento da produtividade do trabalho, que permita também o aumento da parcela da renda destinada à poupança, que vai sustentar os investimentos indispensáveis.
A população que deseja melhores serviços das autoridades precisa ter a consciência de que uma boa educação, não necessariamente formal, é fundamental para atender melhor as suas aspirações.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

FUP: Faculdade UnB Planaltina e suas conquistas.






Um campus com fome de quê?
Marcelo Bizerril


Nesta semana serão inaugurados, oficialmente, o Restaurante Universitário (RU), o Módulo de Apoio e Serviços Comunitários (MASC) e a Unidade de Pesquisa e Pós-graduação da Faculdade UnB Planaltina (FUP), o campus da UnB em Planaltina. Estruturas há muito projetadas e ansiosamente aguardadas pela comunidade "fupiana". Não restam dúvidas de que elas fizeram falta nesses 9 anos de vida do campus, mas o que importa é que chegaram e, aqui, cumprimento a reitoria da UnB pela sua inauguração.
Interessante notar que, apesar do inegável conforto que os novos prédios trarão ao campus, a FUP não esperou sua chegada para avançar no cumprimento da sua missão. O prédio de pesquisa chega à FUP quando o campus já conta com uma pós-graduação estruturada em quatro cursos de Mestrado e um Doutorado, sem falar dos cursos de Especialização e da presença significativa de professores da FUP, como docentes ou coordenadores, em programas de pós-graduação nos demais campi. Os grupos de pesquisa do campus e a produção individual de seus pesquisadores têm respeitável repercussão nas esferas regional, nacional e também internacional, como atestam a frequência de pesquisadores estrangeiros em visita à FUP e a presença de nossos professores no exterior.
Com o RU, em funcionamento desde agosto, não foi diferente. A sua ausência nesses anos não foi obstáculo para impedir o funcionamento de cinco cursos de graduação, nos turnos diurno, noturno e integral, como é o caso da Licenciatura em Educação do Campo, ofertada em regime de alternância, e que fornece alojamento e alimentação aos estudantes nos períodos de Tempo Escola. Criatividade, compromisso e muito trabalho possibilitaram a oferta regular desses cursos que já formaram mais de 500 egressos nos últimos anos. Para lidar com esses desafios, foi construído no campus um confortável alojamento com capacidade para 70 pessoas, que hoje também apoia cursos de pós-graduação em regime de alternância.
Ainda que os prédios sejam essenciais, não podem ser vistos como o principal elemento de uma universidade. Assim, nesses anos, a FUP construiu sua forma de organização e sua identidade. O campus busca o diálogo com a sociedade por meio de seu Conselho Comunitário e dos diversos programas e projetos de extensão, que são uma marca da FUP. Também tem sido buscada a construção de uma identidade que para além do óbvio tripé ensino-pesquisa-extensão, caracterize a necessária reflexão que as universidades públicas devem fazer continuamente sobre sua própria existência e missão, a fim de identificar novas responsabilidades e formas de responder às demandas do mundo contemporâneo. Esse pensamento é expresso na seguinte provocação que Darcy Ribeiro nos apresenta no livro Universidade pra quê?: "Uma universidade que não tem um plano de si mesma, carente de sua própria ideia utópica de como quer crescer, sem a liberdade e a coragem de se discutir amplamente, sem um ideal mais alto, uma destinação que busque com clareza, só por isso está debilitada e se torna incapaz de viver seu destino".
Uma resposta dada pelo campus de Planaltina foi a elaboração, de modo participativo, do seu Projeto Político Pedagógico Institucional, com o propósito de inspirar o cotidiano do campus e orientar sua expansão. Mas o campus não pode se conformar com o documento feito. Necessita vivenciá-lo para fazer valer o que está escrito.
Com os olhos voltados ao futuro, fica a pergunta: agora que tem um RU e um espaço específico para a pesquisa, a FUP tem fome de quê? Para onde pretende seguir?
É sabido que é preciso alimentar o corpo, mas também a mente e o espírito. Os novos prédios ajudarão a matar a fome do corpo e da mente. Já o espírito ficará por conta do convívio cotidiano, das relações interpessoais e da universidade com a sociedade, da reflexão sobre a sua missão a ser posta em prática. Aqui cabem os cumprimentos aos diretores da FUP, professores Luis Antônio Pasquetti e Elizabeth Costa, por representarem esse comprometimento sincero com a universidade pública. Que o espírito a seguir iluminando a trajetória da FUP seja o de colocar a ciência e a educação a serviço da transformação da sociedade para melhor, com mais justiça e fraternidade, sempre respeitando as diferenças e fazendo da complexidade e divergência de ideias uma possibilidade de exercício da democracia.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

ADELE


    Adele
    Cantora-compositora
    Disponível em
    Adele Laurie Blue Adkins, mais conhecida como Adele, é uma cantora, compositora e multi-instrumentista britânica nascida em Tottenham, Londres e criada no sul da cidade. 
    Nascimento5 de maio de 1988 (27 anos), Tottenham, Londres, Reino Unido
    CompanheiroSimon Konecki (desde 2011)

Pai Nosso (oração)








"Pai nosso, que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.
Pai nosso, que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade. Pai nosso, que estás naquele que caminha comigo e naquele que já partiu, deixando-me a alma ferida pela saudade.
Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso, por toda a harmonia da Criação. Sejas santificado por minha vida, pelas oportunidades tantas, por aquilo que sou, tenho e sinto e por me conduzir à perfeição.
Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor. Reino que sou convocado a construir através da mansidão de espírito, reflexo da grandeza interior.
Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades.
Ainda que muitas vezes eu não compreenda mais do que o silêncio em resposta às minhas preces, não te ouvindo assim dizer: Filho aguarda, tua é toda a eternidade.
O pão nosso de cada dia me dá hoje e que eu possa dividi-lo com meu irmão. As condições materiais que ora tenho de nada servem se não me lembro de quem vive na aflição.
Pão do corpo, pão da alma, pão que é vida, verdade e luz. Pão que vem trazer alento e alegria: é o Evangelho de Jesus.
Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio meu coração; quando permito que o mal se exteriorize na forma de agressão.
Que, mais do que falar, eu saiba ouvir. Que, ao invés de julgar, eu busque acolher. Que, não cultivando a violência, eu semeie a paz. Que, dizendo não às exigências em demasia, possa a todos agradecer.
Perdoa-me, assim como eu perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido pelas amarguras e dissabores da ingratidão.
Possa eu, Senhor da Vida, lembrar de que nenhuma mágoa é eterna e de que o único caminho que me torna sublime é a humilde estrada da reconciliação.
Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo, que me tornam escravo de minha malevolência.
Antes, que Tua luz esteja sobre mim, iluminando-me, para que eu te encontre dentro de minha alma, como parte que és de minha essência.
E livra-me de todo o mal, de toda violência, de todo infortúnio, de toda enfermidade. Livra-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão.
Mas ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição!"

domingo, 15 de novembro de 2015

Mariana e mineiros choro com vocês.




Meus queridos conterrâneos mineiros,quisera eu estar aí com vocês todos nessa hora dolorosa. Sofro e choro. As palavras não saem. Tudo o que vi nas imagens me tem machucado todo o tempo. Ponho-me no lugar de cada morador, de cada núcleo familiar. Abraço-os todos e só consigo trégua na dor ,quando dobro meus joelhos e entrego ao Pai todo esse terrível desastre e todas as perdas, principalmente as das vidas preciosas.  Busco consolo então no colo suave na prece e seguro a mão de todos vocês que choram comigo. 

Mariana-Rio Doce-Paris-



sábado, 14 de novembro de 2015

Rio Doce

De um morador de Governador Valadares:

" Infelizmente, o BRASIL ainda não sabe o que está acontecendo aqui em Minas Gerais. Os veículos de "des-informação" continuam omitindo fatos e números importante para amenizar a tragédia. Sugiro que aqueles que tem amigos virtuais em outras cidades, estados e países, informem melhor e alertem o Brasil de que são centenas de milhares de pessoas afetadas pelo fato. Toda a economia dos municípios está comprometida. As escolas suspenderam as aulas, a agricultura está comprometida, porque não tem chuva, o comercio já quase parou, pois não tem água, nem para os banheiros; bares e restaurantes estão adotando material descartável para servirem, mas não existem panelas descartáveis e essas precisam ser lavadas.A construção civil também foi afetada; não há água para o banho das pessoas. Hospitais e asilos, presídios e serviços essenciais estão sendo abastecidos por caminhões pipa, que precisam ir a outros municípios para se abastecerem de água, o que está onerando os cofres públicos com o alto consumo de combustível - isso quando conseguem passar pelas estradas bloqueadas pela manifestação de caminhoneiros.


O Rio Doce, um dos MAIORES DO BRASIL, está morto! As populações, desde Mariana-MG até Linhares-ES (e depois no Oceano Atlântico) estão sofrendo as consequências do que talvez seja a maior tragédia ambiental, ecológica, econômica, hídrica, já ocorrida no pais. E as consequências serão sentidas por muitas décadas. Somente em Governador Valadares são 260 mil pessoas afetadas. Alguém já imaginou uma cidade de 260 mil pessoas totalmente sem água? E o pior: a água está correndo no Rio Doce, mas completamente envenenada por arsênico, mercúrio e outros metais.
Todos - eu disse todos - os peixes morreram envenenados e já se pode sentir o "cheiro" a km de distância. Esse é o quadro que o BRASIL precisa saber. Divulguem para que outras tragédias possam ser evitadas. Talvez a próxima seja a dos lixões, ou das enormes pastagens que avançam derrubando as florestas, ou quem sabe, as imensas lavouras de soja??? Informem, manifestem a indignação pacífica, sem revolta ou violência. Chega de violência contra povo Brasileiro, menos ganância, é o que precisamos. Obrigado por me ler! É apenas o desabafo de um Valadarense, mineiro, brasileiro e ... ser humano."

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SEXTA-FEIRA 13

A fama da sexta-feira 13 trazer azar apavora muitas pessoas - sim, quem é supersticioso e acredita, teme por esse dia. Já há quem ache que é um dia como outro qualquer, assim como há os simpatizantes e que acreditam que ela traga sorte e não azar e infortúnio.
 Essa data é cheia de lendas e crendices, que fizeram com que até o cinema se rendesse e se beneficiasse dessa data, tornando-as mais assustadora e de certa forma, a imortalizando por meio de Jason Voorhees, o queridinho De acordo com o professor, o surgimento da lenda está difundido em diversas culturas pelo mundo todo. Ele conta que uma das explicações mais conhecidas é de que esse dia é amaldiçoado por que foi em uma data igual que Jesus Cristo foi perseguido e que, antes de sua crucificação em uma sexta-feira, ele celebrou uma ceia que tinha treze participantes.
Outra possível origem leva à consolidação da monarquia na França, quando o rei Felipe IV se sentia ameaçado pela influência e poder que a Igreja tinha dentro de seu país. O que ele fez? Tentou se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que o recusou. Furioso, o rei ordenou a perseguição aos templários em uma sexta-feira 13, em outubro de 1307.
Mas as histórias e suposições não acabam por aí. Outra delas conta que a sexta-feira 13 se originou durante o processo de colonização dos povos bárbaros, na invasão da Europa no começo do período medieval. Os escandinavos eram politeístas antes de se converterem ao cristianismo, e adoravam e tinham muita estima por Friga, a deusa da beleza e do amor. Mas como se converteram, começaram a considerá-la bruxa e a amaldiçoá-la, então toda sexta-feira se reuniam onze feiticeiras e o demônio - e o que eles faziam? Rogavam pragas contra a humanidade!
Mais uma lenda reforça essa anterior. Esta tem origem nórdica e conta sobre um banquete que o deus Odin realizou, convidando outras onze divindades. Mas adivinhem que não foi convidado? Loki (sempre ele!). E Loki, que é o deus da discórdia e do fogo, ficou muito ofendido e furioso e mesmo sem o convite foi à reunião e criou uma enorme confusão, na qual Balder (uma das mais belas divindades) morreu. A partir de então surgiu o mito de que um encontro entre 13 pessoas nunca acaba bem.
Mas, como se falou no início do texto, nem todos pensam em infortúnios e má sorte. A numerologia diz que o treze é um numeral, por sua somatória, próximo ao quatro, que traz muito boa sorte. E os povos indianos e mexicanos associam o número à felicidade e a um futuro próspero.personagem dos filmes "Sexta-feira 13".

Relatório ANA 2013-2014 - Da concepção à realização

Detalhes da Publicação
Relatório ANA 2013-2014 - Da concepção à realização



Sinopse: 
O presente documento corresponde ao volume I e possui dois capítulos temáticos. No Capítulo 1, são apresentados a concepção da ANA, seus objetivos, a matriz de referência e os instrumentos utilizados. No Capítulo 2, estão definidos os conceitos de alfabetização e letramento, bem como as matrizes de referência dos testes aplicados. Espera-se que o presente relatório possa instrumentalizar os gestores dos sistemas de ensino e das unidades escolares, professores e público em geral para a compreensão do processo de construção das avaliações em larga escala, além de auxiliar nas reflexões sobre a melhoria da aprendizagem no Ciclo de Alfabetização.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Guerra e Paz na ONU: Portinari e os desafios do século 21


    Guerra e Paz
    Obra de arte
    Guerra e Paz são dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Candido Portinari, entre 1952 e 1956.



"Nessa época de crises globais econômicas, de migrações famintas, desesperadas de inteiras populações desamparadas enfrentando mesmo a morte de crianças, mulheres, idosos, essas palavras ganham o terrível sentido e os painéis de Portinari, realidade e esperança que somente a arte pode emocionalmente expressar."


Em 1952, os painéis Guerra e Paz foram encomendados a Candido Portinari para o Brasil presentear à Organização das Nações Unidas. Após 4 anos de intenso trabalho, a obra foi finalizada. Antes de seguirem para Nova York, os painéis foram exibidos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em fevereiro de 1956. Em 1957, o artista assim se expressou, em entrevista concedida à Agência Reuters: "Guerra e Paz representa sem dúvida o melhor trabalho que já fiz... Dedico-o à humanidade".
Em 2012, a obra foi exposta no Memorial da América Latina em São Paulo. João Candido Portinari, filho do renomado artista, assim se expressou: "Esta não é apenas uma exposição de arte. Esta é uma grande mensagem ética e humanista e que se dirige ao principal problema que o mundo vive hoje em dia: a questão da violência, da não cidadania, da injustiça social. Essa é a grande mensagem de toda a vida de Portinari e que ficou sintetizada nesses trabalhos finais que ele deixou".
Em 8 de setembro de 2015, na sessão solene comemorativa da reinstalação dos painéis na ONU, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pronunciou históricas palavras de agradecimento ao Brasil e à Fundação Portinari, dirigida pelo filho de Portinari, o cientista e professor João Candido Portinari, que, num esforço gigantesco, organizou o retorno dos painéis ao Brasil para restauro. Nessa época de crise e baixa estima, o evento resgata para a nação brasileira e para o conjunto das nações importante dose de esperança, lançando como arauto desse reerguimento moral de autoestima a voz da grande arte universal de Portinari. Guerra e Paz, disse Ban Ki-moon: "Além de magníficas, obras de arte são o chamado de Portinari para ação. Graças a ele todos os líderes que entram na ONU visualizam o terrível resultado da guerra - e o sonho universal pela paz."
Conta ainda o drama de que Portinari, avisado pelos médicos de que deveria parar de pintar devido ao envenenamento pelas tintas, recusou-se, terminando a obra que, aliás, não pôde sequer inaugurar, tendo-lhe sido recusado visto aos EUA por sua filiação ao partido comunista. Pediu, então, Ban Ki-moon um "solene minuto de silêncio em memória desse artista visionário". João Portinari levou cinzas de Portinari num escrínio em bronze, simbólico de suas mãos, para fazerem parte da exposição permanente, fazendo, assim, presente o artista na cerimônia que originalmente não pôde assistir.
Seria pertinente lembrar, nesse contexto, o pensamento de outro magnífico brasileiro Celso Furtado: "O desafio colocado no albor do século 21 é nada menos que a mudança do curso da civilização, para mudar seu eixo da lógica dos meios de acumulação temporária para a lógica dos fins, a serviço do bem-estar social, do exercício da liberdade e da cooperação entre os povos". Nessa época de crises globais econômicas, de migrações famintas, desesperadas de inteiras populações desamparadas enfrentando mesmo a morte de crianças, mulheres, idosos, essas palavras ganham o terrível sentido e os painéis de Portinari, realidade e esperança que somente a arte pode emocionalmente expressar.
Para onde indicam os caminhos atuais na educação, saúde, meio ambiente, política global, senão para a racionalidade paradoxalmente recomendada pela arte de Portinari, bem como nas palavras do cientista-economista Celso Furtado em direção ao altruísmo, à paz e à cooperação. A cerimônia da ONU simboliza e ressalta momento histórico de independência cultural do Brasil. Num relance surrealista de imaginação, vemos Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Oswaldo Cruz, Monteiro Lobato, Villa-Lobos, Josué de Castro, José Reis, Marcelo Damy, Costa Ribeiro, Sérgio Buarque de Hollanda, Paulo Freire, Crodowaldo Pavan, Rachel de Queiroz, Bertha Lutz, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Chagas pai e filho, Oscar Niemeyer, Celso Furtado, e até Vinicius de Moraes e Ary Barroso, juntos na ONU e irmanados com Portinari. Quase nos esquecemos de contar que todos comemoraram a festa ouvindo Chiquinha Gonzaga ao piano.
ISAAC ROITMAN
Professor emérito da Universidade de Brasília,coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro da UnB e membro da Academia Brasileira de Ciências

SÉRGIO MASCARENHAS
Presidente honorário da Sociedade Brasileira de Progresso da Ciência, membro da Academia Brasileira de Ciências e professor do Instituto de Física da USP de São Carlos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

UnB-Avaliação dos Cursos.


Avaliação reconhece excelência da #UnB

Dos 60 cursos da Universidade analisados pelo Guia do Estudante, 34 recebem nota máxima. Outros 21 ganham quatro estrelas.




terça-feira, 10 de novembro de 2015

PAS: Guia de redação oferece orientações aos candidatos









Um guia que traz critérios de avaliação para auxiliar os estudantes a produzir uma boa redação foi publicado, pela primeira vez, para os interessados em participar do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS).
Para o Núcleo de Recursos e Provas Discursivas do Cebraspe, responsável pela elaboração do Guia de Critérios de Avaliação - Prova de Redação do PAS, a publicação é necessária para que o candidato ao Programa conheça os principais erros cometidos no momento de redigir os textos.
A ideia surgiu com base em pesquisa do próprio setor, feita durante as correções das redações de eventos do Centro. Com a verificação dos erros mais comuns, identificou-se a necessidade de uma publicação direcionada para esse fim.
O guia tem a finalidade de orientar e auxiliar o estudante. Após a leitura, será possível perceber, entre outros aspectos, quais são as palavras inadequadas que não podem ser utilizadas na redação e conhecer os problemas mais recorrentes para evitar cometê-los.
CRITÉRIOS - Os critérios de avaliação da prova são divididos em dois aspectos: a macroestrutura, que é o conteúdo e a apresentação textual da redação, e a microestrutura, que se concentra na forma como a redação é escrita, incluindo avaliação de grafia, acentuação, morfossintaxe e propriedade vocabular.
Assim, no guia são disponibilizadas informações sobre a adequabilidade do texto, como, por exemplo, a escrita com letra de forma (que pode ser utilizada, desde que seja feita a diferença entre maiúscula e minúscula). Outro exemplo: para o estudante anular uma palavra errada, ele deve riscar e escrever em seguida a palavra correta.
O guia foi produzido para estudantes com idade entre 14 e 18 anos e, por isso, a linguagem utilizada na publicação é diferenciada, com textos simples, diretos e com muitas ilustrações.
Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Cerrado e suas belezas



 Parece que havia morrido.
 De repente... o renascer. 

Um sol aqui na Terra!

Assim é Brasília.