sábado, 11 de abril de 2015

Filme: Perfume - A História de um Assassino. Or. Perfume: The Story Of a Murderer

EXPERIÊNCIA EDUCATIVA:
 O ENSINAR, O APRENDER E OS SENTIDOS

 PORTES, Márcia do Nascimento1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. 
ESTEVAM, Humberto Marcondes2 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. 
CHAVES, Naíma de Paula Salgado3 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. 



RESUMO: A dinâmica de todo o processo de ensinar e aprender está relacionado aos nossos sentidos. Aprendemos com cada experiência, cada busca, cada pessoa ou cada idéia que “experienciamos”. Este trabalho surgiu da necessidade em ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitiram encontrar seus espaços pessoais, sociais e de trabalho e tornarem-se mais produtivos. Com este novo olhar a experiência educacional foi realizada com os alunos do Curso de Licenciatura que recorreram a informações de várias matérias para estudarem um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si, por meio de uma ação pedagógica e de um projeto pedagógico interdisciplinar. Esta atividade incentivou a prática da interdisciplinaridade, nas áreas do conhecimento dispostas nas disciplinas consideradas teóricas criando um movimento para a busca do conhecimento participativo e integrado. 



PALAVRAS-CHAVE: Interdisciplinaridade; aprender; sentidos INTRODUÇÃO A dinâmica de todo o processo de ensinar e aprender está relacionado aos nossos 



INTRODUÇÃO A dinâmica de todo o processo de ensinar e aprender está relacionado aos nossos sentidos e aprendemos com cada experiência, cada busca, cada pessoa ou cada idéia que temos, ouvimos, vemos, sentimos, tocamos, experienciamos, lemos, compartilhamos e sonhamos; quanto mais sentidos, maior é a possibilidade de aprendizado. Aprendemos a integrar sínteses do real e do imaginário, do presente e do passado, da ciência e da história, da razão e da emoção na busca pelas informações. Quando se obtém algum tipo de informação a respeito de algo e se trabalha os sentidos, o conhecimento acontece. E 1 Profa. Msc. em Química do Curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. 2 Prof. Dr. em Educação do Curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. 3 Pedagoga do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro.



este é o grande papel dos educadores: de colaborar para que os alunos transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem; de ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional - do seu projeto de vida, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e de trabalho e tornarem-se cidadãos realizados e produtivos. Com este novo olhar a experiência educacional aqui proposta foi realizada com os alunos do Curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – campus Uberaba, que brevemente, estarão numa sala de aula como professores de química levando aos seus alunos o legado e a práxis da sua Instituição formadora. Neste sentido queremos que o aluno seja atuante ao construir seu conhecimento desenvolvendo habilidades e adquirindo competências. Segundo Piaget, as relações entre as disciplinas podem se dar em três níveis: multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. A multidisciplinaridade ocorre quando "a solução de um problema torna necessário obter informação de duas ou mais ciências ou setores do conhecimento sem que as disciplinas envolvidas no processo sejam elas mesmas modificadas ou enriquecidas". Na multidisciplinaridade, recorremos a informações de várias matérias para estudar um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Já a interdisciplinaridade é conceituada como:



A interdisciplinaridade não dilui as disciplinas, ao contrário, mantém sua individualidade. Mas integra as disciplinas a partir da compreensão das múltiplas causas ou fatores que intervêm sobre a realidade e trabalha todas as linguagens necessárias para a constituição de conhecimentos, comunicação e negociação de significados e registro sistemático dos resultados (PCN, 1999, p. 89). Pode-se afirmar que, a interdisciplinaridade é muito mais do que a compatibilização de métodos e técnicas de ensino, é como defende Frigotto (1995), uma necessidade e um problema relacionado à realidade concreta, histórica e cultural, constituindo-se assim como um problema ético-político, econômico, cultural e epistemológico. Assim: A interdisciplinaridade se apresenta como problema pelos limites do sujeito que busca construir o conhecimento de uma determinada realidade e, de outro lado, pela complexidade desta realidade e seu caráter histórico. Todavia esta dificuldade é potencializada pela forma específica que os homens produzem a vida de forma cindida, alienada, no interior da sociedade de classes (FRIGOTTO, 1995).    



Diante deste contexto, ao analisar uma pintura renascentista, podemos usar dados vindos da História, da Química e da Educação Artística. A História conta, por exemplo, quando foi o período chamado Renascimento. A Química descreve a composição do material usado na pintura. A Educação Artística lida com seus aspectos estéticos — as cores usadas, a disposição dos elementos na tela e daí por diante. Neste caso, cada matéria contribuiu com informações pertinentes ao seu campo de conhecimento, então, porque não flexibilizá-las? A ação pedagógica de um projeto pedagógico interdisciplinar visa à construção de uma escola participativa e decisiva na formação do cidadão. Para isso, é necessário que o professor ofereça instrumentos para que o aluno articule os conhecimentos das diversas áreas do saber com a sua vida fora da escola (com a realidade da sociedade na qual está inserido). Podemos dizer que esta prática tem por conseqüência o exercício da cidadania (um trabalho coletivo e solidário) e a autonomia do cidadão, pois, a atitude interdisciplinar permite “o desenvolvimento do sujeito como um todo, de acordo com suas condições, possibilidades e entendimento” (GUSDORF, 1970, p. 34-5). No Brasil, o conceito de interdisciplinaridade chegou inicialmente, por meio do estudo da obra de Georges Gusdorf e, posteriormente, de Piaget. O primeiro autor influenciou o pensamento de Hilton Japiassu no campo da epistemologia e Ivani Fazenda no campo da educação. Como afirmam Demétrio Delizoicov e João Zanetic (In: PONTUSCHKA, org., 1993:13), a concepção de trabalho interdisciplinar adotada e construída pressupõe um procedimento que parte da idéia de que as várias ciências deveriam contribuir para o estudo de determinados temas que orientariam todo o trabalho escolar. As formas de ensino passaram por várias mudanças ao longo dos tempos, novos estudantes e novas tecnologias. Os estudantes de hoje não são meros expectadores do discurso proferido pelos professores, porém os professores de química, licenciados ou não, que atuam nas milhares de salas de aula brasileiras, tiveram e ainda têm, sua formação estabelecida nos moldes de uma ciência que preza o conteudismo, o mecanicismo e o positivismo (CALDEIRA, CAMARGO, 2008). Esta formação rígida inibe a liberdade do pensar e do agir a partir do momento que foca num determinado objeto, todos os olhares, atitudes e saberes, desconsiderando o entorno. Tais professores reproduzem fielmente em sala de aula a formação que tiveram e ainda se justificam alegando que se assim foram formados porque haveriam de fazer diferente (MALDANER, 1999). Segundo GADOTTI, a ação pedagógica por meio da interdisciplinaridade aponta para a construção de uma escola participativa e decisiva na formação do sujeito social. O seu objetivo tornou-se a experimentação da vivência de uma realidade global, que se insere nas experiências cotidianas do aluno, do professor e do povo e que, na teoria positivista era compartimentizada e fragmentada. Articular saber, conhecimento, vivência, escola comunidade, meio ambiente, etc., tornou-se, nos últimos anos, o objetivo da interdisciplinaridade que se traduz, na prática, por um trabalho coletivo e solidário na organização da escola. No trabalho interdisciplinar, uma área enriquece o conhecimento sobre a outra e o resultado é a construção de um saber mais complexo e menos fragmentado, que buscará trazer mais nexos para o estudante, visto que pesquisado e discutido sob diferentes pontos de vista. O prefixo trans quer dizer aquilo que está entre, através e além. Nesse sentido, um ensino transdisciplinar não se restringe nem à simples reunião das disciplinas nem à possibilidade de haver diálogo entre duas ou mais disciplinas porque ultrapassa sua dimensão. A transdisciplinaridade se preocupa com a interação contínua e ininterrupta de todas as disciplinas num momento e lugar. Vale lembrar o Artigo 3 da Carta da Transdisciplinaridade, editada em 1994 por Basarab Nicolescu : A transdisciplinaridade é complementar à abordagem disciplinar; ela faz emergir do confronto das disciplinas, novos dados que as articulam entre si; e ela nos oferece uma nova visão da Natureza e da Realidade. A transdisciplinaridade não busca o domínio de várias disciplinas, mas a abertura de todas elas àquilo que as atravessa e ultrapassa. JUSTIFICATIVAS A presente experiência educativa apresenta uma atividade que está relacionada à busca integradora dos conhecimentos e que visou incentivar a prática da interdisciplinaridade, nas áreas do conhecimento dispostas nas disciplinas consideradas teóricas criando um movimento para a busca do conhecimento participativo e integrado. Esta experiência motivou a vontade de fazer algo diferente imbuído no desejo de mudanças e de transformações na formação de educadores, aliadas as outras possibilidades de investigação e pesquisa que já norteiam a formação de um professor. Descobrindo a importância das experiências vividas ao longo de nossos percursos como alunos e educadores, a partir de diferentes abordagens nas práticas pedagógicas e no desenvolvimento dos cursos nas quais essas pessoas estão inseridas, este pequeno artigo busca tratar de novos modos para pensarmos e refletirmos, enquanto educadores do presente, sobre a prática educativa, numa proposição de compreendermos, e colaborarmos de modo mais amplo e significativo, os múltiplos desafios de educar e ensinar no nosso tempo. OBJETIVOS Geral Desenvolver a prática da interdisciplinaridade por meio de uma atividade integradora das disciplinas: História da Química e Práticas Pedagógicas no curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – campus Uberaba. Específicos Permitir a geração de conhecimento dos processos químicos existentes no século XVIII com a utilização de um filme; Desenvolver habilidades práticas para a demonstração do conhecimento gerado; Proporcionar a integração com os colegas de sala de aula na busca da informação; Dinamizar a prática da desenvoltura oral e discursiva do aluno na apresentação; Motivar e desafiar a busca pela criatividade e inovação na apresentação; Incentivar a prática da interdisciplinaridade. O PRÉ-REFLEXIVO Os alunos do curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – campus Uberaba com os quais trabalhava apresentavam uma atitude acomodativa, descompromissada com o aprender e os desafios de aprendizagem, que aliada ao pouco ou nenhum contato com propostas desafiadoras e construtivas, ocasionavam suas dificuldades e fracassos referentes à aprendizagem de novos conteúdos. Diante desta situação considerava a necessidade de uma ação pedagógica que revertesse o quadro de acomodação e marasmo daqueles sujeitos. Dessa maneira, foi elaborado este projeto – História da Química e Práticas Pedagógicas constituídos por atividades caracterizadas como diversificadas que solicitavam uma ação de descoberta de novas formas de construção e dedução de conceitos, diferenciando-se das tradicionais formalidades da sala de aula, seminários e estudos dirigidos sem significado, com a finalidade de construir estruturas próprias de apresentação e ativar as operações lógicas conforme os pressupostos de Piaget. De acordo com uma primeira leitura da teoria piagetiana, acreditava que promovendo situações que simultaneamente ativassem as operações mentais da identidade, negação e relação produziriam o sucesso na aprendizagem. Para ocorrer tal mudança de postura na sala de aula era necessária a manifestação da cooperação, interação, socialização, autonomia e aprendizagem. Criou-se uma mobilização interna desencadeadora da mudança do dever para o querer aprender e também, querer acertar. Isto contestava a certeza pedagógica de que a aquisição do conhecimento escolar se daria em conseqüência de intervenções que ativassem os sentidos. Portanto, a experiência vivida precisava ser revisitada com uma releitura do pensamento piagetiano e das atividades construtivas, utilizando-se para isso dos escritos de César Coll: O educador precisa reconhecer que o educando é, também, portador de um saber adquirido com suas experiência próprias são idéias que existem previamente na estrutura cognitiva dos alunos, servindo de ponto de localização para as novas idéias (COLL, C e MIRAS, M., 1996). Com outro olhar para esta teoria construtivista e para o conceito de atividades construtivas foi possível concluir que, na verdade, o caráter de tais atividades é o de oferecer situações facilitadoras permitindo ao aluno interpretar, significar o conhecimento e atuar sobre a realidade. 




METODOLOGIA A população aqui envolvida no projeto é composta por alunos do segundo e terceiro período do Curso de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – campus Uberaba, unidade I, de ambas as idades e gênero. Que foi distribuída em nove (9) grupos de 5 alunos cada, perfazendo uma população de quarenta e cinco (45) alunos envolvidos na realização desta experiência educativa utilizando os sentidos para a apresentação. Descrição da Atividade O desenvolvimento das atividades desta experiência educativa foi dividido em sete (7) partes. A primeira foi realizada pelos professores responsáveis pelas disciplinas da História da Química e Práticas Pedagógicas juntamente com a orientadora pedagógica da Instituição que norteou todo o processo. A segunda foi realizada em sala de aula com todos os alunos envolvidos para tratar das definições dos grupos e forma de apresentação. A terceira foi dividida em dois momentos em razão do tempo disponível que foi a exibição do filme “O Perfume” de Tom Tykwer destacando a atenção da platéia para alguns itens como: tempo, espaço, costumes da época, personagens envolvidos e principalmente os procedimentos, materiais e métodos químicos utilizados. A quarta foi leitura e discussão de alguns artigos do livro “O mesmo e o não mesmo” do Prêmio Nobel Roald Hoffmann, como base para reflexão sobre o tema: “A fragilidade dos cientistas” envolvendo aspectos sobre a ética entre os cientistas e suas descobertas relacionando com as atitudes do ator principal do filme. A quinta foi a orientação pelos professores em cada grupo de alunos, sobre os assuntos escolhidos e as formas de apresentação deixando os grupos decidirem livremente todo o processo da construção das apresentações. A professora da disciplina da História da Química procurou incentivar os alunos na busca pelo conhecimento sobre a preparação de perfumes e essências, seus métodos de obtenção e a obsessão dos cientistas com as novas descobertas. O professor de Práticas Pedagógicas propôs aos alunos uma forma diferente de apresentação; criativa e inovadora e que utilizasse os sentidos. Para isto, foi convidado um aluno que com conhecimentos da arte musical esclareceu para os grupos a relação das notas, acordes e composição da música com a composição do perfume citada várias vezes no filme, para contribuir com a compreensão da integração dos mesmos. A sexta foi o esclarecimento aos alunos quanto aos critérios de avaliação, que incluíram: criatividade, inovação, coerência, postura, qualidade, tempo, uso correto dos termos e participação dos elementos do grupo. Na sétima, os grupos buscaram as informações relativas as suas idéias de apresentação da História da Química, baseandose nas informações contidas no filme, leituras complementares, pesquisas com outros profissionais, realização de experimentos, montando equipamentos improvisados ou disponíveis no laboratório da Instituição, tudo isso, sem deixar de lado os aspectos da observação e criatividade na utilização dos sentidos como recursos de apresentação dos trabalhos. E, por fim, aconteceram as apresentações dos grupos obedecendo aos critérios da ordem de apresentação realizada por sorteio. RESULTADOS Apesar de todos os grupos partirem de um mesmo eixo comum: O filme “O Perfume” suas apresentações foram diferentes, cada um com suas peculiaridades, objetivos, inovações e criatividade. Apresentaram-se oralmente descrevendo os conhecimentos adquiridos com o tema interagindo com a platéia com o uso dos sentidos, com materiais que eles mesmos produziram e adaptaram, para a realização e cumprimento dos objetivos propostos idealizados. Durante as apresentações os grupos contemplaram conhecimentos químicos, filosóficos, históricos, éticos e pedagógicos, explorando os sentidos na fabricação de um perfume ou destilação de essências como: eucalipto, canela, erva-doce, laranja, erva-cidreira, rosas e outras ou com olfato ligado as emoções com essências de café e lavanda. O Mito da Caverna foi explorado com o tato, relacionado com a cor preta, com o som envolvente e cria uma expectativa que pode ser comparado ao medo do desconhecido. A gustação também foi contemplada num novo sabor preparado obedecendo a composição ordenada por meio dos acordes corretos para um resultado inovador e esperado. A audição e a visão foram destacadas com a escolha de músicas de suspense e de fundo e também de imagens que demonstram as várias percepções do ser humano. O último grupo brindou a todos com um poema de autoria de um dos elementos do grupo referente ao tema. Após as apresentações foi aplicado um questionário, buscando avaliar as atividades desenvolvidas e o processo do aprendizado envolvido. Quantos outros conhecimentos foram adquiridos na busca para a realização e apresentação deste experimento. O que foi conhecido, o que foi inferido e a experiência estabelecida sobre os conteúdos. CONCLUSÃO A experiência educativa aqui apresentada mostrou-se bastante eficaz nos moldes das novas mudanças dos processos e métodos educativos. O processo mesmo sendo simples demonstrou eficiente no desenvolvimento do conhecimento dos alunos, o aprendizado aconteceu de várias maneiras e de formas únicas e ao mesmo tempo diversificadas. Os alunos não ficaram passivos na hora de aprender, muito pelo contrário, construíram e buscaram informações e outros conhecimentos que não aqueles relativos ao conteúdo específico, mas, que de certa forma contribuíram para o estabelecimento de uma sólida, dinâmica e produtiva capacidade de estabelecer contatos, relações e fatos. Destes podemos destacar os casos em que aprenderam os vários processos de isolamento das essências das notas dos perfumes e que permitiram outros experimentos. Assim, conhecendo várias outras vertentes da informação e desta transformação em conhecimento. Com certeza a experiência permite que os tabus e fachadas estabelecidas pela educação formal seja sobreposta, contraposta e reestabelecida. Enquanto sujeitos aprendentes, nossas habilidades e competências são múltiplas e todos, sem exceção, desde que bem mediados, podem aprender e ensinar Atribuir efeitos de sentido e aos sentidos, ao abrir-se à consciência, ao mundo, a si mesmo e aos outros, através do “ampliar o fazer pedagógico”, abarcando os horizontes da percepção, para compreender, aprender, conhecer e re-tomar suas práticas em um movimento constante de reflexão, de recriação dos espaços e dos dispositivos pedagógicos, no processo de ensinar/aprender. BIBLIOGRAFIA BARCELOS, Renata da Silva de Projeto Pedagógico Interdisciplinar? Disponível em . Acesso em 5 out. 2009. BASARAB NICOLESCU, A Evolução Transdisciplinar a Universidade. Disponível em: . Acesso em 6 out. 2009. CALDEIRA, Camargo; CALDEIRA, Claudio Galeno; CAMARGO, Ana Maria Faccioli de; Dos professores de química aos professores alquímicos; XIV Encontro Nacional de Ensino de Química (XIV ENEQ); UFPR, 21-24 jul. 2008. Curitiba/PR. Disponível em: . Acesso em 6 set. 2009. COLL, César – Temas Fundamentais em Psicologia e Educação – 1997 – p.153. COLL, C. e Miras, M. A representação Mútua Professor/Aluno a suas Repercussões sobre o Ensino e a Aprendizagem. In: COLL, César, Jesús Palacios e Álvaro MARCHESI (Org.) Desenvolvimento Psicológico e Educação - Piscologia da Educação; Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. Filme: Perfume - A História de um Assassino. Or. Perfume: The Story Of a Murderer, 

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