quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Manoel de Barros o poeta que vive em mim!

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/11/1547466-morre-o-poeta-mato-grossense-manoel-de-barros-97.shtml.br/noticias/literatura    

Manoel de Barros

http://oglobo.globo.com/cultura/morre-poeta-manoel-de-barros-aos-97-anos-14548514

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Memorial de Leitura: Um chão cor-de-rosa.


Memorial de Leitura: Um chão cor-de-rosa.

“Entre o sono e o sonho/entre mim e o que em mim é o que eu me suponho/
corre um rio sem fim.” (Fernando Pessoa) 
As leituras que tenho feito ao longo do caminho é que me possibilitam a escritura desse texto. Quantas vezes temos que nos reportar aos livros para sustentar nosso dizer e nosso fazer como educadores?
Falar de minhas experiências com a leitura é falar de amor e de muita dor. É tocar o dedo nas feridas.
Como começar?
Começo do fim?
Não é melhor começar pelo início. Ao final vejo como amarro esse tecido textual com o tecido da minha vida. Ambos se confundem, enlaçam fios e cores numa tessitura única. Porque assim é cada vida. Assim é cada ser.
Eu fui atrás das letras. Segui uma trilha solitária.
E as encontrei. Elas sorriram para mim e jamais me abandonaram.
Foi por volta dos meus 4 ou 5 anos. Minhas irmãs iam para a escola e eu as acompanhava de longe. Se me vissem não me deixariam ir. A escola era uma casa. A professora era a dona da casa. Aprendera a ler e ensinava as crianças dela e as crianças das fazendas vizinhas. Eu ficava do lado de fora. Tudo que a professora falava lá dentro eu repetia baixinho: ma-ta, ta-tu... O quadro negro era feito de tábuas. Ela copiava lá e eu escrevia no chão duro, de terra batida, com um pedaço de pau. Lembro-me do dia que aprendi o R maiúsculo. O R de Rosa.
Primeira leitura foi em uma lata que minha mãe guardava polvilho. Eu li: “Óleo de amendoim”.Guardei segredo.
Guardar segredo desse momento mágico! Por quê?
É que certo dia estava no quarto folheando os livros de minhas irmãs, as cartilhas, e uma delas viu e saiu correndo e gritando meu pai. Levei uma surra. Estava proibida de mexer nos objetos de escola delas. Objetos de desejo. Como eu os desejava! Chorei muito e não dormi à noite. Eu só queria ver! Pegava escondidos pedaços de jornais e de revistas que vinham embrulhando as compras e levava para o milharal. E lá eu lia. Lia em voz alta, gesticulava. Apontava as montanhas, o céu.
Nessa época morávamos no alto da serra. Alto-Porã, município de Pedregulho, no Estado de São Paulo. Lá do alto avistava o Rio Grande e as montanhas que ficavam do outro lado do rio. Uma paisagem magnífica que jamais saiu de meus olhos e de minha alma.
Corria o ano de 1963, estava com 7 anos, quando atravessamos a ponte. Fomos morar em Uberaba, Minas Gerais. Seis meses depois de nossa mudança papai faleceu.
Fui morar com uma família. Fazia pequenos serviços domésticos em troca de comida, roupa, calçados. Em 1966, estava eu com 10 anos, quando me matricularam no Grupo Escolar.
Já no primeiro dia de aula, a professora nos deu uma cartilha. Novinha. Estava encapada com papel pardo. E eu li. Li em voz alta como se estivesse lendo para o cafezal em flor, para as montanhas. Ignorei a presença da professora, dos alunos. Finalmente eu estava na escola e tinha nas mãos uma cartilha. Foi o dia mais feliz da minha infância.
Quando acabei de ler a professora levou-me para o primeiro ano “adiantado”.

Ao final de cada ano eu ganhava um presente por ser a primeira aluna da sala. Lembro-me apenas de um que ganhei na segunda série: Um livro que veio com dedicatória da professora Áurea Celeste. “A Cabana do Pai Tomaz”. Era a triste história de um escravo em fuga.

Outra lembrança de leitura que me marcou deu-se no quarto ano. Toda sexta-feira, depois do recreio, a professora entrava na sala com um enorme livro vermelho, de capa dura, e lia uma história para nós. Rapunzel, João e o pé de feijão, A bonequinha preta... A voz suave da professora ecoava pela sala e ficou guardada para sempre em minha memória.
Concluí o ensino primário no final de 1969 com direito à solenidades de formatura. Missa, entrega de certificados e discursos políticos.
Fui oradora da turma. No meu texto fiz um breve relato sobre meu ingresso no mundo dos letrados. Lembro-me de que muito dos presentes choraram. Eu estava feliz. Só isso.
Neste momento, a lembrança desse dia dói em minha alma. Aos 13 anos, eu lia as palavras, mas não aprendera ainda a ler a vida. “Na escola primária/Ivo viu a uva/e aprendeu a ler.”
No início do ano seguinte, fui morar e trabalhar em Brasília. Era babá. Foram três anos sem ver minha família, três anos sem férias, três anos fora da escola. Lia muito. Jornais e revistas, e li ainda A moreninha, Meu pé de laranja lima, e Senhora. Escrevia cartas. Muitas cartas.
Retornei a Uberaba no final de 1973 e não cheguei a ficar um mês com a minha família.
Estava com 16 anos, e conheci meu primeiro amor Ao ficar rapaz/Ivo viu a Eva/e aprendeu a amar.
Mudei-me para Presidente Prudente, estado de São Paulo, com outra família.

Era um casal e 4 filhos. Fiz o exame de admissão. Retornei à escola. Ficamos em Prudente um ano e nos mudamos para Pariquera-Açu, cidadezinha litorânea próxima a Iguape. Perdi meu grande amor sem ao menos tê-lo namorado. Trocamos centenas de cartas. Devia tê-las guardado, porque eram belíssimos poemas. Eu lia muito. A biblioteca da casa era riquíssima e estava sempre sendo atualizada.

Em meados de 1976, retornei para Uberaba. Fui morar com uma tradicional família da cidade.
Era então dama de companhia de uma senhora acamada. Ela perdera a visão por causa da doença. Das 19 às 23 horas uma funcionária me substituía para eu ir para o colégio. Fiz o colegial no COC. Numa madrugada, a senhora percebeu que estava acordada e perguntou-me o que eu estava fazendo. Disse que estava lendo um livro. Era Grande sertão: Veredas. – Veja que lindo! – eu dissera – e li um longo trecho para ela. Depois daquele dia, tornou-se rotina eu ler para ela os romances, os poemas, indicados pelos professores. Numa fria manhã de abril ela acordou sorrindo e disse que havia sonhado comigo. Perguntei-lhe como eu era em seu sonho. Ela respondeu: – Como você é. Linda! Chorei muito. Poucas horas depois ela dormiria para não mais acordar. Nessa época eu já estava na Universidade. Inúmeros questionamentos foram tornando-se relevantes fazendo com que eu buscasse melhor fundamentação para reflexões que, desde o início de minha formação acadêmica, surgiam como fundamentais.Como diz Foucault, “é preciso compreender um acontecimento como uma relação de forças que se inverte, um poder confiscado, um vocabulário retomado e voltado contra seus utilizadores, uma dominação que se enfraquece, se amplia e se envenena e outra que faz entrada mascarada”. O ano era 1980. Passei a trabalhar dois períodos no colégio COC.No período matutino dava aulas para uma turma de 5ª série e no período vespertino, eu era professora “eventual”.

Casei-me no início de 1981. Nesse mesmo ano nascera minha filha Sílvia Beatriz e em 1982 nasceu meu filho, Sílvio Diogo.

De 81 a 83 dividia minha vida entre a universidade e a educação dos meus filhos. Comprava muitos livros para eles, mas à noite as histórias vinham de minha memória. E eu as contava dramatizando, cantando...
Meus filhos foram o maior legado que a vida reservou para mim. Com eles e por eles aprendi a arte de viver. Foram eles que despertaram em mim o olhar atento para o grande espetáculo da vida. Aprendi a olhar e aprendi a ver além. Muito além das aparências.
Em 1986 fiz minha primeira Especialização em Língua Portuguesa. Tive a felicidade de conhecer e de aprender com Eni Orlandi, Eduardo Guimarães,

Eugênio Estevam, Maria Luiza Braga, Kanavillil Rajagopalan, Silvana Mabel Serrani. Eles vieram da Unicamp para dar as aulas no Curso. Muitas leituras. Aprendizado e vivência.

Nesse mesmo ano retornei à escola como professora do Ensino Médio. Acompanharam-me Paulo Freire, Rubem Alves, Edgar Morin, Moacir Gadotti, Pedro Demo e tantos outros estudiosos, que sustentaram minha prática pedagógica. Considerando que duas características dos discursos são a dispersão e a polissemia, concebo que conceitos e teorias são fenômenos culturais, socialmente construídos e legitimados. Assim, entendo o conhecimento não como algo a ser possuído, mas algo que se constrói de modo dinâmico e processual. Sendo assim, o rigor e a avaliação na aplicação do procedimento metodológico são fenômenos da ordem da intersubjetividade e estão vinculados à possibilidade de socializar o processo interpretativo.

Minha trajetória profissional tem estado vinculada, durante esses 22 anos, na área de educação, tendo trabalhado em todos os níveis educacionais (Educação Básica e Ensino Superior – Graduação, Projetos de Pesquisa e de Extensão). Atuei com coordenadora pedagógica da área de Língua Portuguesa. Minha experiência de docência é basicamente como professora.


A segunda especialização foi em Lingüística Aplicada ao ensino de Língua materna. Mais uma caminhada ao lado de grandes mestres: Doutora Ormezinda Maria Ribeiro, Aya, UnB; Dr. João Bosco e Dr Cleudemar, UFU; Dra Vânia Maria Resende, USP; Dr. Carlos Brandão e tantos outros mestres. Além desses havia Vigotsky, Sírio Possenti, Bakhtin, Barthes, Kleiman...
O trabalho de conclusão foi orientado pela professora Aya. “O texto poético em sala de aula: para além do dizível”. Artigo publicado na Revista Athos&Ethos.
O caminho profissional foi sempre partilhado com a tarefa prazerosa de ser mãe.
Em minha trajetória humana fui Gata Borralheira, Cinderela, Macabéa, Ana Moura, Clarissa, Madalena (Paulo Honório).
Hoje sou mais eu. Eu mesma. A professora Rosa Maria Olimpio. A rosa do alto da serra.
No ano de 2011  nasceram meus  netos. Joana e Heitor. Ambos estão com 3 anos. Joana, é filha de Silvio Diogo e Thêmis mora no Rio de Janeiro. Heitor é filho de Silvia Beatriz e Danillo Fernandes e mora em Rondonópolis- MT. Atualmente trabalho com Assessora Técnica na UnB, Brasília. Atuo ainda como tutora da UAB/UnB. Viajo pelo Brasil levando aos futuros professores a certeza de que vale a pena investir na Educação como processo de renovação e de reconstrução de um mundo mais justo para nossos jovens.Que esses jovens tenham acesso ao mundo da cidadania assegurada pela aprendizagem da leitura. Leitura da palavra. Leitura do mundo.
No fino tear do destino, teci um final feliz para a história daquela menina que de sua mais profunda solidão atravessou o rio, as montanhas e se lançou por inteira no mundo da arte, cuja matéria prima está sempre à espera de ser lapidada: a palavra
A poética da palavra como paixão criativa, que gesta discursos provocadores. Recordo-me de uma declaração de Friedrich Nietzsche, em seu livro Humano, demasiado humano: “Há tensão e paixão que caracterizam aqueles que arriscam deslocar-se para lugares desconhecidos, desafiam verdades prontas, movem-se em busca de conhecimentos novos, viajam pelo conhecimento. Aquele que pretende apenas em certa medida alcançar a liberdade da razão não tem durante muito tempo o direito de se sentir sobre a terra, senão como um viajante – e nem sequer como um viajante que se encaminhe para um ponto de chegada; pois este não existe. Terá em vista, isso sim, observar bem e manter os olhos abertos para tudo o que realmente se passa no mundo; [...] é necessário que nele haja sempre algo de viajante, cujo prazer reside na mudança e na passagem”.
Acrescento minha experiência pessoal ao comentário de Nietzsche, com a poesia existencial de Clarice Lispector, e encerro esse memorial.
“Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.”

E creio que, nos caminhos por onde andei, o chão ficou cor-de-rosa. 

Comentário da professora Inalda Henrique Pereira-aluna do Curso de Especialização MEC/UnB/GDF
Você nasceu Rosa e com essa rosa, enroseirou todos os caminhos por onde passou. Aprendeu a ser pedra, dura, resistente. Foi acolhida, acolheu. Foi menina, babá, aluna, professora, mulher e mãe. E de tão prestimosa,acalentou a todos que encontrou. Quantos não queriam ter tido o privilégio de ser Rosa e Maria. As duas juntas formaram uma heroína das histórias do cangaço que minha mãe contava ou uma fada das aventuras de Clara Luz, ou então, uma linda princesa dos contos de Simbad, o marujo. Com toda a maestria executou a sua vida e com toda a sua força retirou todas as pedras que estavam no meio do seu caminho. 
A leitura foi sua companheira leal, fisgou-te, buscou tua alma. Foste alimentada por ela todos os dias. Teu lazer eram os belos salões das bibliotecas. Agora sei o porquê de tanto amor. Recebeste muito, mas não te tornaste fútil, a magia  transformou-te em fada, a dama de companhia mais linda que alguém pode ter. E não estou falando apenas da beleza que os olhos podem alcançar.  Estou falando da beleza que o tempo não consome: generosidade. Já li tanto de ti e com isso, deixaste escapar pedacinhos do teu eu. Mestra amorosa, gentil, sorriso fácil. Vai em frente Rosa, vai preenchendo as lacunas do mundo. E com o teu exemplo, ensina-nos a partilhar o conhecimento.
"Porque sonho que se sonha só é apenas um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto, vira realidade" 
Não há nem pau, nem pedra e nem fim do caminho. O trabalho do professor é infinito, sempre deixará marcas indeléveis, mas profundas nos corações de quem os conhece.
Parabéns, seu memorial é um deleite. 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

BEM VINDO, OUTUBRO!





                                  Que seja infinito o que nos faz bem!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O amor é ridículo???

                     Joana e Heitor, meus netos.
                     E, não são lindos???

As coisas ridículas que fazemos por amor
por Luíza Diener


sempre que abro meu facebook, mais cedo ou mais tarde me deparo com fotos de bebês. geralmente são as mães (algumas vezes os pais) narrando coisas aparentemente cotidianas de seus filhos: comendo, sentado, rolando, engatinhando ou dando seus primeiros passos.
antigamente achava fofo, mas um pouco exagerado isso de ficar floodando a timeline dos outros com bebês fazendo suas bebezices. porque, né?, é fofo mas nada demais.
até me tornar mãe. aí de repente eu – por mais que me policiasse ao máximo – me tornei uma dessas. talvez não tanto no facebook, mas muito aqui no blog. começou com o tal do desenvolvimento mensal e nunca mais parou. toda vez que meu bebê começava com algo novo eu queria registrar (para não esquecer) e contar aos outros (para compartilhar minha alegria) e finalmente entendi: não importa o quão banal isso seja para um adulto ou criança maior, não importa se todos os bebês daquela idade já fazem aquilo. quando chega a vez dos nossos, o coração enche de orgulho e parece que vai transbordar, explodir e chegar até as estrelas!
foi assim quando benjamin deu sua primeira gargalhada ou quando sentou pela primeira vez. foi assim quando sansa começou a comer sem fechar a boca ou quando aprendeu a se arrastar.
foi recentemente quando benjamin foi à escola pela primeira vez e agora que sansa começou a dar seus primeiros passinhos (yay!). eu rio, me emociono, quero contar pra todo mundo e já não ligo se eu parecer ridícula, porque o amor é assim mesmo, meio cafona, mas lindo de morrer.
aí lembro de quando eu era pré adolescente e me sentia a menina mais feia do mundo (eu era esquisitinha, gente, de verdade mesmo), mas minha mãe me achava linda, dizia que eu ia crescer e virar uma mulher muito bonita. eu custei muitos anos a acreditar, até encontrar um certo rapaz que me convenceu completamente disso (e eu acabei casando com ele. ehehehhe).
ou quando eu passei no vestibular e ela fazia questão de contar pra absolutamente todas as pessoas que encontrava na frente – inclusive, e especialmente, as desconhecidas – e ressaltar o quanto eu era inteligente e dedicada. adolescente de 17 anos, pensem: “aiii mããããe, que micoooo!!!” com vontade de enfiar minha cara num buraco debaixo da terra e nunca mais sair de lá.
piorou quando eu tive filhos e ela passou a se gabar da filha and dos netos: “ela parece ser novinha mas é uma mãezona. ela cuida, se dedica e educa muito bem os filhos”. só que daí eu me toquei de uma coisa. quando ela começou a falar de mim and dos netos, o botão mudou e eu comecei a endossar o discurso dela, falando inclusive aos desconhecidos: “é que eu tive a quem puxar. minha mãe criou eu e minhas irmãs praticamente sozinha. ela é super criativa, sempre nos ajudou nas tarefas de casa e estudava pras provas com a gente, ela é meu grande exemplo e blá blá blá blá…”.
talvez a pessoa que nos escutava pensou “eu, ein, duas loucas! vou sair de fininho e elas nem vão perceber”. mas a verdade é que eu não estou mais nem aí pro que os outros pensam, a não ser que esses outros sejam as pessoas que eu amo – nesse caso específico, meus filhos e minha mãe. por eles eu não sinto constrangimento algum; pelo contrário, faço questão de falar pra quem quiser ouvir. logo eles também sentirão vontade de enterrar suas respectivas cabeças e eu vou achar ainda mais fofo: “olha, que bonitinho! tá com vergonha da mamãe!” porque sei que no momento certo eles entenderão, de fato, as coisas ridículas que fazemos por amor – e que tudo o que fazemos é por amor: não existe certo ou errado.
* * *

Filippo Palizzi Belíssimo!





Filippo Palizzi, Fanciulla sulla roccia a Sorrento, (187)1, Olio su tela, 54,8 x 79,5 cm
Filippo Palizzi, rocha do Maiden em Sorrento, (187) 1, óleo sobre tela, 54,8 x 79,5 cm 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

UnB/MEC/GDF: Curso de Especialização em Letramentos e Práticas Interdisciplinares.








Palestra de Professora Marcia Bortone na Abertura do Curso de Especialização em Letramentos e Práticas Interdisciplinares nos anos finais do Ensino Fundamental, 6º ao 9º ano.
Marcia Bortone é a Coordenadora deste curso que tem como público,600 professores que atuam no GDF. Mais um esforço para a melhoria da Educação no Brasil. 

Com orgulho, faço parte da equipe da UnB, e atuarei como professora-tutora. 


sexta-feira, 18 de julho de 2014

João Ubaldo Ribeiro




18/07/2014 07h14 

Morre no Rio o escritor e acadêmico João Ubaldo Ribeiro, aos 73 anos

Jornalista foi vítima de embolia pulmonar na madrugada desta sexta (18).
João Ubaldo era o 7º ocupante da cadeira número 34 da ABL 

João e Joana.
Foto tirada no Rio de Janeiro, em julho de 2014.
Joana estava com pai, comigo e com o avô.

terça-feira, 15 de julho de 2014

13 de julho de 2013. Acabou a copa.


Alemanha campeã!
      Argentina vice campeã.
     Holanda terceiro lugar.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Goleada da Alemanha

Goleada da Alemanha:
Um dia para não esquecer...

Quartas de final da Copa no Brasil.
Foi inacreditável o espetáculo a que assistimos.
Hoje estou com a sensação de ter vivido um pesadelo.
Perder faz parte do jogo. Faz parte da vida.
Mas uma seleção, entrar em campo, e levar um goleada de 7 a 1,é difícil compreender, impossível aceitar.


sábado, 5 de julho de 2014

Tesouro da Maturidade


Agora revejo meu olhar sobre os fatos, as pessoas e principalmente, meus sentimentos.
O que vivi, as experiências, sorrisos e dores, me abriram caminhos, possibilitaram enxergar e a buscar novos horizontes. Passei a ter novas prioridades a dar valor ao que precisa ser valorizado. Acima de tudo, aprendi a valorizar cada ser humano, em si mesmo, e não pelo meu ponto de vista. Cada um tem o seu momento de crescer e de amadurecer, não cabe a mim julgar o outro.Creio que isso seja crescimento espiritual. Para mim, é o tesouro que tem me trazido a madura idade. A maturidade.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Primavera

Tela de:  Tinyan Chan

E, eu ia jurar,
Bendito engano,
Que a primavera veio
Antes do tempo,
este ano...

domingo, 29 de junho de 2014

Avaliação dos alunos de Sena Madureira. * À pedido...







Re: Fórum de Encerramento.
por Raiane  - sábado, 28 junho 2014, 17:08

Boa tarde professora e colegas!
Antes de tudo gostaria de agradecer a sua dedicação e sua paciência para conosco, e por ter aceitado ser nossa tutora. A senhora é uma otima professora contribuiu muito para o meu aprendizado. Com relação a disciplina aprendi muito e vi que psicologia não é somenteo o que eu pensava e que ela está presente em nosso cotidiano e necessitamos muito dela para seguirmos em frente.
Obrigado por tudo e espero vê-la novamente em breve.



Re: Fórum de Encerramento.
por Nilson  - sábado, 28 junho 2014, 16:29

Professora, foi ótimo estudar com a senhora, obrigado por compartilhar com todos nós, seus conhecimentos, e que Deus lhe abençoes muito.

att
Nilson


Re: Fórum de Encerramento.
por Larissa  - sábado, 28 junho 2014, 11:54

Bom dia professora, quero lhe agradecer pela atenção que sempre nos dedicou durantes as aulas e no encontro presencial.  Foi muito bom ter a senhora como tutora. 


Re: Fórum de Encerramento.
por Layana sábado, 28 junho 2014, 01:12

Então professora, primeiramente boa noite e quero aqui lhe agradecer pela aula presencial, foi tudo maravilhoso e tenha certeza de que, para mim, foi uma aula excelente que deu um gás a mais tanto como aluna como pessoa. Sua fala foi algo indiscutível e de valor incalculável. Que Deus lhe abençoe e que se Deus nos permitir iremos os encontrarmos em outras oportunidades e na nossa festa de formatura também. rsrsrsrsrs.   


Re: Fórum de Encerramento.
por Nairis - sexta, 27 junho 2014, 17:15

Olá professora, primeiramente quero agradecer pelo momento especial que tivemos no encontro presencial no dia 14/06, foi bastante proveitoso e com certeza nos ajudou bastante na disciplina de psicologia.
Psicologia é o estudo de comportamento do ser humano, que sempre busca o conhecimento.
Nairis


Re: Fórum de Encerramento.
por Maida - quinta, 26 junho 2014, 15:51

Olá querida professora, foi um prazer muito grande conhecê-la, e ter você como minha tutora. Desejo-lhe tudo de bom! Que Deus venha reinar em seu coração a cada dia.Que você venha transmitir para as pessoas esta delicadeza e este amor para cada ser humano que cruzar seu caminho, pois as pessoas são carentes da paz e de Deus.
Um grande abraço. Maida do Lucas Natan. Jesus te ama muito.





Re: Fórum de Encerramento.
por Leidiane - quinta, 26 junho 2014, 08:06

Olá tutora!
 Rosa Maria, eu como se humano, aprendi muito com a disciplina psicologia e escola com sua ternura e mansidão. Passaria horas e horas ouvindo sua explicação, pois cada individuo pode tornar o estudo prazeroso conhecendo uma tutora assim como você.



Re: Fórum de Encerramento.
por Rosa Maria Olimpio - quarta, 25 junho 2014, 17:29

Meus queridos,
saudades antecipadas de vocês! Agradeço as palavras de incentivo e de carinho. Amei conhecê-los. São seres humanos especiais. Que energia positiva! 
Recebam meu afetuoso abraço e foi um presente tê-los como alunos.
Professora-tutora Rosa Maria

Re: Fórum de Encerramento.
por Jozivanda  - quarta, 25 junho 2014, 12:55

Bom dia Professora e Colegas,
       Professora eu só tenho a agradecer pela extensão dos conteúdos que nos deixou a par das situações existentes dentro e fora das salas de aula, da forma como a senhora nos passou detalhadamente o uso de cada conteúdo e o aprofundamento dos mesmos na aula presencial do último dia 21. Todos foram de grande aproveitamento para o meu crescimento escolar e creio que para os meus colegas também.
      Abraços.


Re: Fórum de Encerramento.
por Sebastiana - terça, 24 junho 2014, 19:26

Boa noite a todos! Mas em especial boa noite à professora Rosa Maria, que com sua sabedoria e simplicidade, compartilhou com todos nos seus conhecimentos, que nos exemplificaram como um professor deve manter a postura e a maneira de trabalhar em sala de aula. A psicologia é fundamental para a educação tanto em casa como em sala de aula, pois nos auxilia na compreensão dos atos das crianças. Há uma frase do Ayrton Senna que gostaria de compartilhar com todos, pois para mim a educação tem que ser tratada com compromisso.
“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio-termo; ou se faz uma coisa bem feita ou não se faz”.
                                                                                            Ayton Senna
                                                                                                                                                         
                                                         
Re: Fórum de Encerramento.
por Lineker - terça, 24 junho 2014, 11:22

Olá professora. Devo primeiramente agradecê-la.
O que seria da aprendizagem sem a presença de um professor, se é ele que, com paciência, carisma, gentileza, e prazer, transmite-nos o saber e torna o ato de estudar mais prazeroso? 


quinta-feira, 26 de junho de 2014

terça-feira, 24 de junho de 2014

Desenhando destinos




Desenhando Destinos

Meus caros alunos de Psicologia e Escola,

 Acordei em mim a palavra saber e a trouxe para dar de presente a vocês.
Saber faz-me pensar em sábio, sabedoria, vivência...
Saber não está contido somente nos livros ou na escola.
Saber se acumula! (Não gostei dessa palavra.) Acumular parece algo difícil de carregar, pesado.
Saber é flor que colore a vida vai virando frutos e os frutos se multiplicam, amadurecem, ficam doces, saborosos.
Saber e sabor confundem-se com o riso, com a lágrima, com o nascer do sol, com o pôr do sol...
Saber é sabor de beijo, de desejo. Saber e sabor se descobrem no luar, na chuva, no frio, no desafio.
Saber não pode ser fechado no quarto escuro da vaidade ou do egoísmo. O saber deve  servir para fazer o sábio mais feliz e que ele possa fazer o outro mais feliz.
Essa palavra que acordei em mim e entreguei a vocês,deseja encontrar abrigo em outros corações.
Os sábios florescem caminhos, desenham destinos.
Meus amados,  acordem em vocês outras tantas palavras e caminhem presenteando pessoas ao longo do caminho. Palavras que cruzem rios, mares e um dia chegarão ao lugar mais nobre e sublime a que se pode chegar: na alma, na vida daqueles que cruzam nosso caminho.
É esse o objetivo da vida... Cada um de nós devemos  ser portador da palavra que há de  transformar o destino e desenhar novos caminhos, dentro das tarefas que nos cabe desempenhar. ensinar e aprender.
A  arte de educar.

Meu afeto,


Rosa Maria