quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sozinha e feliz...

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/feliz_sozinha.htm






Sugiro o link acima, meu caro Will, boa leitura para complementar a leitura do post anterior, que tive que excluir a pedido do autor.

Também havia pensado sobre as mulheres mais velhas que preferem os jovens. Não só na mídia, mas em nosso meio também. O índice é bem inferior ao tema abordado pelo autor Alex Castro.
Para mim, é inconcebível. Vejo nos jovens, meu filho, e não consigo processar de outro modo. Por outro lado, nada tenho contra as mulheres que fazem tal opção.
Opção não discutimos. Cada um é feliz a seu modo.
As jovens que não se casam, não constroem uma família tem motivos para serem tristes. Eu, com certeza, seria.
Há dez anos, sou "sozinha". Não sou sozinha por opção. Também jamais estive à procura de um novo amor. Isso acontece. Não aconteceu comigo. E sou uma mulher feliz.Mas eu realizei um sonho.Casei-me apaixonada, tenho um casal de filhos, um casal de netos. Tenho uma família, amigos. E minha felicidade não depende do outro. Eu a construí ao longo da caminhada de meus 57 anos.
O tema abordado é muito bom para que analisemos a realidade na qual estamos inseridos. As pessoas querem ser felizes e correm atrás, buscam, assumem. Antigamente a maioria dos casais sobrevivia há 70 anos casados. Felizes? Daí a conversa toma outro rumo. Havia muita hipocrisia. A esposa sabia das "escapadas" do marido e aceitava. Esse, por sua vez, pregava a moral e bons costumes dentro de casa e lá fora, vivia a liberdade de ser feliz. Hoje ainda há  inúmeros casos assim. Mas o homem está sendo mais honesto, inclusive com ele mesmo.
A religião tenta, sem muito êxito, pregar a indissolubilidade do casamento. O que Deus uniu o homem não separa. Mas, Deus uniu? Condenou duas criaturas a viverem juntas para sempre se anulando e anulando o outro? Nascemos para construirmos nossa felicidade. Somos responsáveis. Donos do nosso destino. Sem essa de culpar uns aos outros pelas nossas frustrações.
Com certeza voltarei a escrever acerca desse tema Vou ler mais a respeito.

Rosa Maria Olímpio

2 comentários:

Will disse...

Embora eu não possa me considerar mais um garoto com meus 40 anos, ainda vejo no amor uma forma de fazer a vida valer a pena. Mas como você mesmo disse, há tantas formas de amar, não é mesmo... Concordo com você, não apostaria todas as fichas de que a felicidade estaria em compartilhar a vida com alguém,simplesmente.

Um abraço, Rosa!

ps.: que pena que o texto foi retirado, achei-o muito esclarecedor.

pss.: bacana, o texto do link sugerido.

rosadaserra disse...

Bom tê-lo novamente por aqui. É sempre muito bom dialogar com pessoas inteligentes, sensatas, sensíveis.
Garotão, Will! Essa idade é maravilhosa estamos com todo o vigor físico e com maturidade emocional para sabermos o que realmente queremos.Somente o amor dá sentido a nossa vida.
Desejo-lhe tudo de "maravilhoso"com que a vida possa lhe presentear.

Meu carinho, Rosa Maria

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