quarta-feira, 23 de outubro de 2013

ASSIM EU VEJO A VIDA.

                       
                  


                                  Cora Coralina


A vida tem duas faces: positiva e negativa.
O passado foi duro, mas deixou seu legado. Saber viver é a grande sabedoria. Que eu possa dignificar minha condição de mulher. Aceitar suas limitações e me fazer pedra de segurança de valores que vão desmoronando. Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras, como lições de vida. E delas me sirvo. Aprendi a viver. 

                               


quarta-feira, 5 de junho de 2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

Parque Estadual do Biribiri (Diamantina MG)


"Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente." Rubem Alves

Cachoeira da Sentinela (Foto Rosane)
O Parque Estadual do Biribiri  é conhecido por suas belíssimas cachoeiras e suas formações geológicas que propiciam as mais diversas paisagens. Um deleite para os visitantes.
O Parque Estadual do Biribiri  é Distrito de Diamantina-MG.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Já é maio...


Mas mesmo assim, me surpreendo. Como já é maio, se ontem era fevereiro?
Cada minuto que vem é um milagre que não se repete.

Clarice Lispector.


domingo, 19 de maio de 2013

sábado, 18 de maio de 2013

Plantio de rosas.



Gostei da Dica! Já vi o resultado. É rápido e, as rosas lindas.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Alma livre!



Artigo do professor José Breves Filho

http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=5526

Excelente Artigo do professor José Breves Filho. Compartilho com meus colegas professores.

                                                                      (...)
"Para conquistar a cidadania e ser intérprete do seu próprio texto (a vida), é preciso ter o mais elevado nível de leitura, ou melhor, ter competência para relacionar o texto ao contexto, aos conhecimentos, aos sentimentos, aos valores, às ideologias. Ser também capaz de concatenar as idéias por meio da escrita, compreendendo a função social que perpassa a língua escrita nos ambientes e atividades do dia-a-dia."

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Girassois.



A vida passa. Passa depressa.
Nossos sentimentos ao longo de nossa passagem por aqui, nos fazem semelhantes aos girassóis.Ora, radiantes, iluminados, com o calor do amor, das conquistas e da paz após os temporais. Ora, nos sentimos nublados, mornos, naqueles momentos de espera, em que tudo parece uma mesmice. Estamos na expectativa de vários acontecimentos novos. E eles parecem estar demorando em acontecer. Ora, a noite chega a nossas almas, com as decepções, as perdas, com tristeza de ter um amor não correspondido.
Com o tempo vamos aprendendo a viver cada momento com a intensidade ou com a paciência que o céu requer de nós.
A vida passa. A vida passa depressa.
A vida tem cor, brilho, cheiro, sabor, na exata medida de que necessita nosso espírito para amadurecer e brilhar acima das dores.

terça-feira, 14 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O lado bom da Vida


Uma dica de leitura. Li e recomendo.

domingo, 12 de maio de 2013

Mãe


Bom dia, mãezinhas!


 Vamos  agradecer nossos presentes,



nossa razão de Ser o que somos, Ser quem



 somos: Nossos filhos.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tesouros reais.

E vamos acrescentando conhecimento e sabedoria à nossa passagem pela vida.
Maior e melhor tesouro a se acumular, que na verdade, não se acumula, se acrescenta.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Voa, sonha, cria e recria.



A alma é leve, a alma é livre. Voa, sonha, cria e recria.
Enche de cor a vida para vivê-la com amor e poesia.

Rosa Maria Olímpio /outono de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Cresce o número de estudantes à Distância.

UAB/UnB forma alunos do Acre.



UAB/UnB forma alunos do Acre. Se acessarem o link abaixo poderão ler a notícia na íntegra.



                                          http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.



terça-feira, 30 de abril de 2013

O mundo que queremos.

                                     








Bom dia, caros colegas educadores.

Esse link nos remete a vários textos interessantes na arte de ensinar Língua Portuguesa.


A seguir texto da educadora  Sandra Vilarinho.
Nossa língua é um legado de diversidades múltiplas de linguagem e é dividida em duas partes: a fala e a escrita.

A princípio se definiu a fala como individual, algo próprio, passível de ser moldada, de acordo com os grupos lingüísticos.

 Já a escrita é social, a fim de termos uma convenção ao escrevermos, algo que será compreendido ao ser lido em todo âmbito social em que a língua é falada. No entanto, com o passar dos anos, falamos de discursos e tipologia de discurso, ou seja, dos tipos de comunicação existentes.
Há tipos de discurso para todas as ocasiões: para conversas formais e informais, com os colegas de sala, com os pais, msn, orkut.

Não falamos com o nosso professor assim como falamos com nosso pai, como também não vamos escrever uma carta a um amigo do mesmo modo que se fôssemos escrever ao presidente.
A linguagem dos internautas está sendo inserida nas salas de aula, porém de forma errônea, nas redações, por exemplo. Por isso, é tão importante trabalhar em sala os discursos lingüísticos, para que o jovem saiba que há meios sociais adequados para cada tipo de linguagem.

Ainda temos outra gama de conhecimento quando se trata da linguagem não-verbal: os quadrinhos, charges, gráficos, símbolos, arte, os gestos. A linguagem não verbalizada nos diz muito do que acontece em nosso meio social, principalmente através da mídia. Além disso, temos a combinação da linguagem verbal e não-verbal, que resulta na linguagem verbo-visual, muito utilizada pelos publicitários, os quais ao mesmo tempo trazem uma mensagem escrita, juntamente com o chamativo das cores e formas da imagem.

 É importante trabalhar o texto não-verbal em sala de aula, para os alunos desenvolverem a crítica a respeito da linguagem subliminar existente nesse tipo de discurso, utilizado além da mídia, também pela política.
Os surdos-mudos utilizam a linguagem dos gestos e é fundamental a eles, já que é sua própria fala. Utilizamos o gesto também como complemento da nossa fala.

Logo, a língua portuguesa é a própria essência de quem somos, já que está a nossa volta a todo tempo e lugar e é necessário trabalhar os vários tipos de linguagem pra que possamos, dessa forma, desenvolver cidadãos reflexivos e críticos de sua própria realidade.


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Leitura/Liberdade


“Leia não para contradizer nem para
acreditar, mas para ponderar e considerar.
Alguns livros são para serem degustados,
outros para serem engolidos, e alguns poucos
para serem mastigados e digeridos. A leitura
torna o homem completo, as preleções dão a
ele prontidão, e a escrita torna-o exato”.

 Francis Baco


[...] a forma com que a leitura é trabalhada, na escola ou mesmo
fora dela, pode ou não favorecer a aquisição, a transformação e
a produção do conhecimento não alienante, desencadeador do
processo de participação crítica nas diferentes situações vividas
pelo leitor. A leitura, então, envolve também um componente
fundamental que é o movimento de conscientização e
questionamento da realidade (RANGEL, 2005, p. 35).

Mentes vazias.


domingo, 28 de abril de 2013

Valores Humanos.




"Que homem é o homem que não torna o mundo melhor?"

Frase do filme: CRUZADA


sábado, 27 de abril de 2013

Saudade

Saudade não precisa nos remeter à tristeza.
Ela pode ser vida revivida na memória de doces e eternos  momentos.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Fascínio.





Apesar do abandono eu senti um fascínio irresistível por ela. Já estava indo embora, voltei e fotografei!!! Charqueadas, interior do Rio Grande do Sul. (Nika)

Encontrei esse tesouro na internet. A fotógrafa afirma ter sentido sentido "um fascínio irresistível" apesar do abandono.
Creio que o abandono dessa casinha é que nos fascina, Nika.
Passamos a criar todo um contexto para justificar tal abandono.
Quantas e quais histórias de vida essa casinha guarda?
há um misto de saudade e de tristeza. Uma vontade imensa de fazer voltar o tempo e conhecer as histórias, para contá-las.
Grata, Nika, pelo presente! Despertou em mim um doce sabor de vida. Intensamente  vivida...

Rosa Maria Olímpio- outono de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sozinha e feliz...

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/feliz_sozinha.htm






Sugiro o link acima, meu caro Will, boa leitura para complementar a leitura do post anterior, que tive que excluir a pedido do autor.

Também havia pensado sobre as mulheres mais velhas que preferem os jovens. Não só na mídia, mas em nosso meio também. O índice é bem inferior ao tema abordado pelo autor Alex Castro.
Para mim, é inconcebível. Vejo nos jovens, meu filho, e não consigo processar de outro modo. Por outro lado, nada tenho contra as mulheres que fazem tal opção.
Opção não discutimos. Cada um é feliz a seu modo.
As jovens que não se casam, não constroem uma família tem motivos para serem tristes. Eu, com certeza, seria.
Há dez anos, sou "sozinha". Não sou sozinha por opção. Também jamais estive à procura de um novo amor. Isso acontece. Não aconteceu comigo. E sou uma mulher feliz.Mas eu realizei um sonho.Casei-me apaixonada, tenho um casal de filhos, um casal de netos. Tenho uma família, amigos. E minha felicidade não depende do outro. Eu a construí ao longo da caminhada de meus 57 anos.
O tema abordado é muito bom para que analisemos a realidade na qual estamos inseridos. As pessoas querem ser felizes e correm atrás, buscam, assumem. Antigamente a maioria dos casais sobrevivia há 70 anos casados. Felizes? Daí a conversa toma outro rumo. Havia muita hipocrisia. A esposa sabia das "escapadas" do marido e aceitava. Esse, por sua vez, pregava a moral e bons costumes dentro de casa e lá fora, vivia a liberdade de ser feliz. Hoje ainda há  inúmeros casos assim. Mas o homem está sendo mais honesto, inclusive com ele mesmo.
A religião tenta, sem muito êxito, pregar a indissolubilidade do casamento. O que Deus uniu o homem não separa. Mas, Deus uniu? Condenou duas criaturas a viverem juntas para sempre se anulando e anulando o outro? Nascemos para construirmos nossa felicidade. Somos responsáveis. Donos do nosso destino. Sem essa de culpar uns aos outros pelas nossas frustrações.
Com certeza voltarei a escrever acerca desse tema Vou ler mais a respeito.

Rosa Maria Olímpio

terça-feira, 23 de abril de 2013

Doces amoras





Poesia 

No girar incessante da Terra, 
no cantar dos passarinhos, 
no brilho das águas,
no desabrochar das flores que colorem 
e perfumam a nossa caminhada, 
na esperança que renasce a cada dia.
Lindas flores, verdadeiros amores.
Doces amoras...
poesia de agora nos alimenta a alma...

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sabedoria oriental.


Exercitemos  a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores. 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Dia do Índio.














Bom dia, meu povo! Sejam bons todos os dias de todos os índios!
Salvem todos os nossos Parentes! Salvem os índios de todas as etnias! Mais respeito e dignidade para nossos irmãos e irmãs. 

"Se as palavras não são para encobrir as coisas, só há uma expressão para descrever o que se passou desde 1500: conquista com genocídio dos índios, seguida de colonização com escravidão africana. Daí viemos, em cima disso foram construídos os alicerces de nossa sociedade. Descobrir o Brasil hoje é tirar o véu que o "descobrimento" lança sobre este lado inescapável de nossa herança".
 
José Murilo de Carvalho

Leitura




       e... transformar a mente para uma situação também aberta.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

VI Congresso Latino americano de Compreensão Leitora


Acessem 
@VI Congresso Latino americano de Compreensão Leitora
e vejam as orientações e normas para Inscrição. 
Participe desse grande evento!


Como é bom SER gente.



"Gosto de gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si, emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!"

Arthur da Távola

terça-feira, 16 de abril de 2013

Leitura e conhecimento de mundo...



Obra de Cândido Portinari
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.
Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.
Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,
cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:
[...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.
Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.
Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE


EDUCAÇÃO E SOCIEDADE: BREVE RESUMO SOBRE AS VERTENTES FILOSÓFICO- POLÍTICAS

Conforme Luckesi (1994), as vertentes filosóficas e políticas que buscam entender o sentido da educação na sociedade se constituíram ao longo da prática educativa e norteiam o sentido de educação, bem como o direcionamento da ação educativa. São elas: A tendência redentora, a tendência reprodutivista e a tendência transformadora.

Segundo ele, a tendência redentora, que tem como legítimo representante o teórico Comênio, concebe a educação o significado e a finalidade de adaptar o indivíduo ao seu meio social. Nesse sentido, uma educação redentora seria aquela na qual a prática educativa serve, apenas, para reforçar os laços sociais, objetivando garantir a perfeita integração do indivíduo à sociedade. Contudo, essa é uma forma ingênua e não crítica de compreender a relação entre educação e sociedade, visto que a educação interfere absoluta nos destinos e comportamentos de toda a sociedade.

A tendência reprodutivista, é vista por Luckesi, como aquela que interpreta a educação como uma instância a serviço da sociedade. Como representante dessa vertente tem o teórico Althusser, que estudou o papel da escola como um dos aparelhos do Estado. Segundo esse teórico, a escola é o instrumento criado pela sociedade para reproduzir ideologias, conduzir a aprendizagem dos saberes, como também moldar comportamentos compatíveis com os interesses ideológicos do Estado. Embora crítica do ponto de vista do sentido da educação na sociedade, essa perspectiva não aponta caminhos ao educador, senão, o da submissão aos interesses ideológicos dos que detém o poder político-social.

Já a tendência transformadora, é apontada por ele como uma perspectiva filosófico-política crítica e, compreende a educação como mediadora de um projeto social. Os teóricos dessa tendência, como Dermerval Saviani, nem negam que a educação tem papel ativo na sociedade, nem recusam reconhecer os seus condicionantes histórico-sociais. Contrariamente, consideram a possibilidade de agir a partir das condições sociais, objetivando as transformações a que se propõe a sociedade. Nesse cenário, a educação é interpretada como uma instância dialética que serve a um projeto, a um modelo, a um ideal de sociedade, seja esse projeto conservador, transformador ou democrático.

Luckesi ainda pontua que tendo compreendido essas vertentes, importa ao educador, refletir criticamente e escolher qual a tendência que melhor conduzirá o seu trabalho pedagógico.

Referência:
LUCKESI, Cipriano. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

UnB- UAB Curso de Letras à Distância recebe nota 4 em avaliação do Inep

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=7676


Curso de Letras a distância recebe nota 4 em avaliação do Inep
Indicador de desempenho atribui valores de 0 a 5 em análise e reconhecimento de cursos
Vivian Palmeira - Da Secretaria de Comunicação da UnB


 Tamanho do Texto

Emília Silberstein/UnB Agência
O curso de Licenciatura em Letras da UnB oferecido na modalidade de educação a distância pelo Projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB) conquistou nota 4 em avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). “Para a educação a distancia, que é uma modalidade nova na UnB, mostra que estamos no caminho certo”, afirma o professor Iran Junqueira de Castro, Diretor de Ensino de Graduação a Distância.

Uma comissão do Inep visitou os três pólos que oferecem o curso a distância. Dois deles, em Ceilândia e Alexânia, receberam nota 4. “Os professores do curso presencial são basicamente os mesmos do curso a distância”, explica Iran Junqueira. Mas nem sempre foi assim. Quando o curso de Letras passou a ser oferecido fora dos campi da UnB, em 2007, poucos professores se interessaram pelo projeto. “A gente achava que era um curso que não ia dar certo. Hoje, a maioria dos professores do Instituto de Letras da universidade está envolvida com a educação a distância”, conta Iran Junqueira.

Atualmente, a UnB oferece a Licenciatura em Letras a distância em sete cidades diferentes: Alto Paraíso, Alexânia e Águas Lindas, em Goiás; Buritis e Ipatinga, em Minas Gerais; Ceilândia, no Distrito Federal; e Carinhanha, na Bahia. “Quando você visita os rincões do Brasil percebe que existe uma demanda reprimida em muitas áreas. Letras era uma delas”, completa o professor.

Projeto UAB - Em 2005, a Universidade de Brasília apresentou ao Ministério da Educação um projeto pedagógico para implantação do curso de graduação em Biologia na modalidade de educação a distância. Tendo em vista a necessidade de expandir a oferta de ensino superior no país, o Ministério da Educação instituiu o programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), em 2006.

Não demorou muito para que a UnB ampliasse a oferta de cursos superiores. Já são oito licenciaturas e um bacharelado oferecidos em 31 polos de educação a distância. “A UnB tem, desde o início, uma vocação para a integração nacional”, avalia o professor Iran Junqueira de Castro.
Cursos a distancia oferecidos pela UnB
Administração - bacharelado
Artes Visuais - licenciatura
Biologia - licenciatura
Educação Física - licenciatura
Geografia - licenciatura
Letras - licenciatura
Música - licenciatura
Pedagogia - licenciatura
Teatro - licenciatura

quarta-feira, 10 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013


A menina e o pássaro encantado





A menina e o pássaro encantado

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão…
— Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…
E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça.
— Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.
Mas chegava a hora da tristeza.
— Tenho de ir — dizia.
— Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho…
— Eu também terei saudades — dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.
Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”
Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro…
— Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…
Até que não aguentou mais.
Abriu a porta da gaiola.
— Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres…
— Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…
E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia.
— Que bom — pensava ela — o meu pássaro está a ficar encantado de novo…
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra.
— Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…
Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!
Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama…
E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

* * *

Para o adulto que for ler esta história para uma criança:
Esta é uma história sobre a separação: quando duas pessoas que se amam têm de dizer adeus…
Depois do adeus, fica aquele vazio imenso: a saudade.
Tudo se enche com a presença de uma ausência.
Ah! Como seria bom se não houvesse despedidas…
Alguns chegam a pensar em trancar em gaiolas aqueles a quem amam. Para que sejam deles, para sempre… Para que não haja mais partidas…
Poucos sabem, entretanto, que é a saudade que torna encantadas as pessoas. A saudade faz crescer o desejo. E quando o desejo cresce, preparam-se os abraços.
Esta história, eu não a inventei.
Fiquei triste, vendo a tristeza de uma criança que chorava uma despedida… E a história simplesmente apareceu dentro de mim, quase pronta.
Para quê uma história? Quem não compreende pensa que é para divertir. Mas não é isso.
É que elas têm o poder de transfigurar o quotidiano.
Elas chamam as angústias pelos seus nomes e dizem o medo em canções. Com isto, angústias e medos ficam mais mansos.
Claro que são para crianças.
Especialmente aquelas que moram dentro de nós, e têm medo da solidão…

As mais belas histórias de Rubem Alves
Lisboa, Edições Asa, 2003

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ética na educação.

                                             


                              Os professores merecem respeito...

Educação Ética

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015509.pdf


Sugestão de leitura, para pais, alunos e professores.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Literatura


                 
           


      A poesia será-sempre- um ritual íntimo! 

terça-feira, 26 de março de 2013

Sonho a realizar.



Não faças de ti um sonho a realizar.
Vai. Sem caminho marcado. Tu és o de todos os caminhos.
                               Cecília Meireles

segunda-feira, 25 de março de 2013

Recomeço-Reconstrução

 
Não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol, quantas vezes seja preciso recomeçar: Combinei comigo não desistir de mim.



domingo, 24 de março de 2013



Formação humana



Formação de caráter, valor, respeito e gratidão, aprende-se com exemplos no lar, nas atitudes dos pais.Não mais é possível atribuir à escola a tarefa de formar homens de bem, a ela compete construir o conhecimento.
Pensemos com carinho e passemos a agir priorizando o ser humano que estamos formando em nosso lar.  

Rosa Maria Olímpio



70 autores nacionais que vão participar da feira de Frankfurt


 18/03/13 às 00:00  atualizado às 20:06  Por Ubiratan Brasil
 
Conheça a lista de 70 autores nacionais que vão participar da feira de Frankfurt

O Brasil é o país homenageado no evento deste ano, que acontece entre 9 e 13 de outubro e é considerado o maior do mercado editorial

 
Foi divulgada na última semana, em Leipzig, na Alemanha, a lista dos 70 escritores brasileiros que vão participar da próxima Feira do Livro de Frankfurt, entre 9 e 13 de outubro. O número expressivo justifica-se porque o Brasil é o país homenageado deste ano do evento, o maior do mercado editorial do planeta. Entre os convidados, figuram os cronistas Ignácio de Loyola Brandão, João Ubaldo Ribeiro e Silviano Santiago.

A seleção foi feita por meio de uma curadoria compartilhada entre o crítico literário Manuel da Costa Pinto, Antonio Martinelli, representando o Sesc, e Antonieta Cunha, diretora de Livro, Leitura e Literatura da Fundação Biblioteca Nacional.

Segundo eles, os critérios escolhidos para a formação da lista foram a diversidade e a pluralidade, o equilíbrio entre escritores consagrados e a nova geração, a variedade de gêneros (prosa, poesia, ensaio, biografia e crítica literária, literatura infantojuvenil e obras técnicas e científicas) e a qualidade estética. Além disso, privilegiou-se o convite a autores publicados ou em vias de publicação na Alemanha e em outros idiomas estrangeiros, bem como os principais premiados de literatura do Brasil, de 1994 até hoje.

"Toda curadoria pressupõe estabelecer um recorte, que pode ser temático e estético, mas que acima de tudo apresenta um panorama, uma amostragem da produção literária e dos saberes em torno do livro e da literatura no Brasil", afirma Martinelli, em material de divulgação enviado para a imprensa.

Além dos autores, o Brasil contará com uma intensa programação cultural, que ocupará importantes espaços culturais de Frankfurt, de agosto a outubro. Outros escritores foram convidados, mas não puderam acertar como Lygia Fagundes Telles, que justificou ainda estar em recuperação de uma fratura na bacia. "Mesmo assim, temos representantes da cultura indígena, afro, europeia, bem como temáticas de imigração e migração, além de representantes da literatura marginal e de diferentes estratos sociais e estéticas que marcam a obra plural desses autores", explica Galeno Amorim, presidente do Comitê Organizador.

De fato, a composição da lista mostra que há 33 autores de prosa, 11 de infantojuvenil, 8 de poesia, outros 8 de conhecimentos que incluem saberes e biografias, 6 dedicados à crítica e 4 representantes de quadrinhos e graphic novel. Segundo Manuel da Costa Pinto, a formação atende às necessidades pedidas pela organização da feira para o país homenageado. Assim, é possível não apenas apresentar um instantâneo de sua variedade literária, estética e ensaística, mas também reunir escritores que sintetizam suas transições culturais mais recentes, segundo o crítico literário.

"Muitos autores presentes na Feira de Frankfurt foram testemunhas e intérpretes desse processo e todos representam uma dinâmica que é expressa nos aspectos mais incandescentes, híbridos, da sociedade contemporânea como um todo - tal como será materializado nos encontros de escritores e no Pavilhão Brasil", completa Costa Pinto.

Para a abertura oficial da feira, no dia 9 de outubro, é esperada a presença da presidente Dilma Rousseff. O pavilhão do país homenageado será criado pelos cenógrafos e diretores Daniela Thomas e Felipe Tassara.

A presença brasileira na Alemanha, na verdade, já começou nesta quinta, com a abertura da Feira do Livro de Leipzig, com a participação de diversos autores nacionais na programação que se estende até segunda-feira. Lá estão nomes como Tatiana Salem Levy, João Almino, Ronaldo Correia de Brito, Carola Saavedra e Ronaldo Wrobel, entre outros. Todos participam de debates ao lado de tradutores e escritores alemães.

Em junho, será divulgada toda a programação cultural brasileira na Alemanha e, entre agosto e outubro, cerca de 15 espaços culturais em Frankfurt (como museus, teatros, galerias e cinemas) oferecerão com destaque a programação nacional.





OS 70 ESCOLHIDOS

·         Adélia Prado

·         Adriana Lisboa

·         Affonso Romano de u Sant'Anna Age de Carvalho

·         Alice Ruiz

·         Ana Maria Machado

·         Ana Miranda

·         André Sant’Anna

·         Andrea del Fuego

·         Angela Lago

·         Antonio Carlos Viana

·         Beatriz Bracher

·         Bernardo Ajzenberg

·         Bernardo Carvalho

·         Carlos Heitor Cony

·         Carola Saavedra

·         Chacal

·         Cíntia Moscovich

·         Cristovão Tezza

·         Daniel Galera

·      Daniel Munduruku

·         Eva Furnari

·         Fábio Moon

·         Fernando Gonsales

·         Fernando Morais

·         Fernando Vilela

·         Ferréz

·         Flora Süssekind

·         Francisco Alvim

·         Gabriel Bá

·         Ignácio de Loyola Brandão

·         João Almino

·         João Gilberto Noll

·       João Ubaldo Ribeiro

·         Joca Reiners Terron

·         José Miguel Wisnik

·         José Murilo de Carvalho

·         Lelis

·         Lilia Moritz Schwarcz

·         Lourenço Mutarelli

·         Luiz Costa Lima

·         Luiz Ruffato

·         Manuela Carneiro da Cunha

·       Marçal Aquino

·         Marcelino Freire

·         Maria Esther Maciel

·         Maria Rita Kehl

·         Marina Colasanti

·         Mary del Priori

·      Mauricio de Sousa

·         Michel Laub

·         Miguel Nicolelis

·         Nélida Piñon

·         Nicolas Behr

·         Nuno Ramos

·         Patricia Melo

·         Paulo Coelho

·         Paulo Henriques Britto

·         Paulo Lins

·         Pedro Bandeira

·         Roger Mello

·         Ronaldo Correia de Brito

·         Ruth Rocha

·         Ruy Castro

·         Sérgio Sant’Anna

·         Silviano Santiago

·         Teixeira Coelho

·         Veronica Stigger

·         Walnice Nogueira Galvão

·         Ziraldo