segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Não é o erro que mais fere meu coração...


Ainda sonhamos? Onde estamos depositando nossos sonhos? Não é o erro que mais fere meu coração... O que dói é perceber que eu, e tantos outros seres humanos, não conseguimos enxergar que estamos falhando... Estamos deixando de sonhar.
Sonhar, para mim, tem tudo a ver com merecer a realização do meu sonho.
Sonhos... o que seriam os sonhos? No hebraico sonho quer dizer halam, ou seja, o Senhor nos dá sinais ou nos fala de coisas futuras, enquanto que no dicionário, sonho é desejar e almejar algo.
A verdade é que nos dias de hoje a vida está passando tão depressa, que se não separarmos um minuto para sonhar, deixaremos de acreditar que o sonho pode se tornar uma realidade.
Está mais que provado que o homem que não sonha é um homem morto, pois sonhar é muito bom e até hoje não encontrei alguém que não concordasse comigo.
Não existe neste mundo quem nunca sonhou acordado, olhando para o nada em pleno balburdio do dia a dia, com aquele olhar de peixe morto, distraído, imaginando um futuro cheio de ilusões mesclado de realidade.
Alguém se atreveria a afirmar que nunca ficou sonhando em como seria bom se as coisas acontecessem exatamente “ao vivo e a cores”, da forma como gostaríamos que fossem?
O Criador Maior já desenhou e permitiu que eu pudesse vivenciar sonhos que pareciam utópicos,quantas vezes fui presenteada pela relização de meus sonhos.Como sonhei... Sonhei e vivi uma história de amor, o nascimento de meus filhos, vê-los formados, casados e felizes. Sonhei e vivo a realização profissional.Execerço bem e com amor o ato de ensinar.E sempre sonhando acordada, planejando a minha realização, como na forma descrita em uma das músicas de Gilberto Gil que sentencia: “Eleve-se ao céu com seus pés no chão”.
Bem disse Charles Chaplin, “a vida me ensinou: a pedir perdão, a sonhar acordado, a acordar para realidade sempre que fosse necessário; a aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade; ensinou-me a ter olhos para ver e ouvir as estrelas, embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol; a sentir a dor do adeus, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; a não temer o futuro; ensinou-me e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que eu mesmo tenho que lapidar ou escolher; sou feliz, amo minha vida, minha família, meus amigos, meu amor, meus colegas e meus rivais”.
Assim, vou continuar a sonhar mais um sonho impossível até torná-lo possível; vou continuar lutando, quando é mais fácil ceder; vencendo o inimigo invencível, negando a desilusão e a corrupção, quando a regra é vender a própria alma e o caráter, pois esta é minha lei, é minha questão, virar este mundo, cravar este chão. Será mesmo SONHO? Ou posso dizer que tenho FÉ?

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