sexta-feira, 30 de julho de 2010

A vida é simples assim...


A felicidade está dentro de cada um. Ela não depende de ninguém. O sentimento de apreço e consideração que sentimos por nós mesmos, que nos dá autoconfiança em nossas atitudes e decisões, é que nos faz felizes. A partir do momento em que nos valorizamos como “ser humano” e valorizamos a nossa capacidade pessoal, nós começamos a nos preparar para as realizações positivas que a vida nos reserva. Muitos transtornos acontecem por causa da baixa autoestima: desavenças, invejas, ciúmes, fofocas e tristeza. Muita tristeza.
Quando estamos com a nossa autoestima equilibrada, passamos a ser uma pessoa mais dedicada, mais interessada em aprender e muito mais confiante em nosso potencial produtivo. Com isso, não vamos nos sentir ameaçado com os talentos de nossos colegas e nem com inveja do brilho dos outros, porque sabemos que somos também capazes de crescer, ser reconhecido, ser amado, ser feliz.
Com a autoestima elevada, não nos perturbamos com as decepções que sofremos, porque as vemos como desafios que nos levam a uma melhor compreensão de nós mesmos. l.
Confiando em nossa força interior, em nossa capacidade de aceitar as perdas e recomeçarmos, riscamos de nosso dicionário a expressão “não consigo”, porque sabemos que o impossível só existe até que alguém prove que é possível. Acreditamos em nossas possibilidades!
Quando nos valorizamos, não nos ofendemos com as críticas e sabemos distinguir aquelas que são invejosas daquelas que são construtivas e fazemos bom uso delas.
‘Sentindo-nos bem em nossa própria companhia, não seremos uma pessoa que não tem medo de ouvir um “não”, e, sendo assim, somos corajosos nas solicitações, porque sabemos que o máximo que vamos ouvir é um “não” e isso não vai nos fazer desistir dos nossos objetivos.
Demonstramos autoconfiança quando caprichamos mais em nossa imagem pessoal, no nosso modo de vestir, falar e agir. Façamos as pazes com o espelho e cuidemos mais de nossa autoimagem, porque, quer gostemos ou não, a forma como nos cuidamos diz muito de nós mesmos para as pessoas que convivem conosco. Elevando o nosso amor-próprio, deixamos de pensar que nascemos para agradar a todo mundo e não sofremos tanto quando percebemos que não somos amados por todos. Paramos de mendigar a atenção e a aprovação dos outros e aprendemos a nos interiorizarmos mais. E, olhando para dentro de nós, descobrimos quão rico de talentos somos e quão longe podemos caminhar!
A verdade é que somos únicos e especiais, embora tentemos, muitas vezes, esconder os nossos talentos por medo das críticas ou por um medo inconsciente de crescer e aparecer.
Sabendo disso, levantemo-nos já e tomemos posse da nossa importância, distribuindo a nossa experiência, a nossa boa-vontade e os nossos dons para o mundo! Afinal, somos muito importantes!Seja qual for a nossa dor, não nos menosprezemos, mas antes confiemos em nossa capacidade de amar e ser amado Que o amor nos torne felizes


Rosa Maria Olimpio

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Faça seu comentário abaixo: