sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Serrinha/2009

SERRINHA
Meu processo de alfabetização

Relembrar o meu processo de aquisição da leitura e da escrita é reviver um momento significativo da minha infância, pois foi muito prazeroso para mim o primeiro contato com as letras. Tive esse primeiro contato através da minha irmã mais velha que já cursava 8ª série. Ela estudava sempre a noite quando todos dormiam. Uma vez que durante o dia muitas crianças brincavam pela casa, pois a nossa família era grande. E eu em vez de dormir ficava com o queixo apoiado no ombro dela, observando as leituras e as atividades escritas que ela fazia, as vezes chegava a dormir nessa posição.
Desta forma ao chegar a escola fui matriculada em uma turma que a série era Alfa I por causa da minha idade e na turma do Alfa II ficariam as crianças mais velhas, mas como eu já sabia ‘’ler’’ que hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever os símbolos.Fui transferida para a turma Alfa II.
Fui alfabetizada com o método casinha feliz e tinha como professora Dagnalva,na 1ª série Daildete Lima e da 2ª à 4ª série Maria Madalena Santos Almeida Mota que era uma excelente professora,que mesmo trabalhando com método tradicional ela respeitava a individualidade de cada aluno e buscava conhecer a historia de vida de cada um de nós e nos orientava nem só no tocante a conteúdos escolares, mas para a vida dentro e fora da escola.
Não tive nenhuma dificuldade com meu processo de alfabetização e era uma das melhores alunas da turma, sempre gostei muito de ler e de estudar.
Nos meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo, vivenciando aquelas historias.
Lembro carinhosamente de livros que li nas primeiras séries do ensino fundamental como Meu pé de Laranja Lima, Heide,Rebeca do vale do sol, Poliana menina e Xisto,o menino do dedo verde.E atualmente de forma engraçada descubro que tenho dúvidas se foram duas obras ou se Xisto também tinha o dedo verde,mas como foi uma de minhas leituras prediletas eu não tenho interesse em recorrer a pesquisas e desmanchar a minha fantasia.
Essas leituras foram tão marcantes em minha vida que no momento consigo lembrar de passagens dessas obras lidas.
Li também alguns da série vaga lume como: A ilha Perdida,Zezinho dono da porquinha preta e Sozinha no mundo,recordo-me que na leitura dessa última obra tinha momentos em que eu me sentia a própria personagem apertando seus bichinhos de pelúcia e se escondendo dentro das vidraças,chegava a sentir meu corpo apertado pela falta de espaço das tais vidraças.E saliento que tudo isso para mim foi e continua sendo mágico.
Diante do exposto comecei a perceber que quem lia tinha a oportunidade de conhecer lugares e personagens fantásticos e diferentes.Nessas leituras encontrei lições de vida muitas vezes inesquecíveis.
Concordo com Ricardo Azevedo (2004) quando em seu poema Aula de Leitura ele a descreve assim:




A leitura é muito mais
Do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
Pode até surpreender
Vai ler nas folhas do chão
Se é outono ou se é verão
Nas ondas solta do mar
Se é hora de navegar
E no jeito da pessoa
Se trabalha ou se é à-toa
Na cara do lutador
Quando está com dor
Vai ler na casa de alguém
O gosto que o dono tem
E so pelo latido do cachorro
Se é melhor gritar socorro
E na cinza da fumaça
Tamanha desgraça
E no tom que sopra o vento
Se corre o barco ou se vai lento
E também no calor da fruta
E no cheiro da comida
E no ronco do motor
E nos dentes do cavalo
E na pele da pessoa
E no brilho do sorriso
Vai ler nas nuvens do céu
Vai ler na palma da Mão
Vai ler até nas estrelas
E no som do coração
Uma arte que dá medo
É a de ler no olhar
Pois os olhos têm segredo
Difíceis de decifrar












Meu processo de alfabetização

Relembrar o meu processo de aquisição da leitura e da escrita é reviver um momento significativo da minha infância, pois foi muito prazeroso para mim o primeiro contato com as letras. Tive esse primeiro contato através da minha irmã mais velha que já cursava 8ª série. Ela estudava sempre a noite quando todos dormiam. Uma vez que durante o dia muitas crianças brincavam pela casa, pois a nossa família era grande. E eu em vez de dormir ficava com o queixo apoiado no ombro dela, observando as leituras e as atividades escritas que ela fazia, as vezes chegava a dormir nessa posição.
Desta forma ao chegar a escola fui matriculada em uma turma que a série era Alfa I por causa da minha idade e na turma do Alfa II ficariam as crianças mais velhas, mas como eu já sabia ‘’ler’’ que hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever os símbolos.Fui transferida para a turma Alfa II.
Fui alfabetizada com o método casinha feliz e tinha como professora Dagnalva,na 1ª série Daildete Lima e da 2ª à 4ª série Maria Madalena Santos Almeida Mota que era uma excelente professora,que mesmo trabalhando com método tradicional ela respeitava a individualidade de cada aluno e buscava conhecer a historia de vida de cada um de nós e nos orientava nem só no tocante a conteúdos escolares, mas para a vida dentro e fora da escola.
Não tive nenhuma dificuldade com meu processo de alfabetização e era uma das melhores alunas da turma, sempre gostei muito de ler e de estudar.
Nos meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo, vivenciando aquelas historias.
Lembro carinhosamente de livros que li nas primeiras séries do ensino fundamental como Meu pé de Laranja Lima, Heide,Rebeca do vale do sol, Poliana menina e Xisto,o menino do dedo verde.E atualmente de forma engraçada descubro que tenho dúvidas se foram duas obras ou se Xisto também tinha o dedo verde,mas como foi uma de minhas leituras prediletas eu não tenho interesse em recorrer a pesquisas e desmanchar a minha fantasia.
Essas leituras foram tão marcantes em minha vida que no momento consigo lembrar de passagens dessas obras lidas.
Li também alguns da série vaga lume como: A ilha Perdida,Zezinho dono da porquinha preta e Sozinha no mundo,recordo-me que na leitura dessa última obra tinha momentos em que eu me sentia a própria personagem apertando seus bichinhos de pelúcia e se escondendo dentro das vidraças,chegava a sentir meu corpo apertado pela falta de espaço das tais vidraças.E saliento que tudo isso para mim foi e continua sendo mágico.
Diante do exposto comecei a perceber que quem lia tinha a oportunidade de conhecer lugares e personagens fantásticos e diferentes.Nessas leituras encontrei lições de vida muitas vezes inesquecíveis.
Concordo com Ricardo Azevedo (2004) quando em seu poema Aula de Leitura ele a descreve assim:




A leitura é muito mais
Do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
Pode até surpreender
Vai ler nas folhas do chão
Se é outono ou se é verão
Nas ondas solta do mar
Se é hora de navegar
E no jeito da pessoa
Se trabalha ou se é à-toa
Na cara do lutador
Quando está com dor
Vai ler na casa de alguém
O gosto que o dono tem
E so pelo latido do cachorro
Se é melhor gritar socorro
E na cinza da fumaça
Tamanha desgraça
E no tom que sopra o vento
Se corre o barco ou se vai lento
E também no calor da fruta
E no cheiro da comida
E no ronco do motor
E nos dentes do cavalo
E na pele da pessoa
E no brilho do sorriso
Vai ler nas nuvens do céu
Vai ler na palma da Mão
Vai ler até nas estrelas
E no som do coração
Uma arte que dá medo
É a de ler no olhar
Pois os olhos têm segredo
Difíceis de decifrar












Meu processo de alfabetização

Relembrar o meu processo de aquisição da leitura e da escrita é reviver um momento significativo da minha infância, pois foi muito prazeroso para mim o primeiro contato com as letras. Tive esse primeiro contato através da minha irmã mais velha que já cursava 8ª série. Ela estudava sempre a noite quando todos dormiam. Uma vez que durante o dia muitas crianças brincavam pela casa, pois a nossa família era grande. E eu em vez de dormir ficava com o queixo apoiado no ombro dela, observando as leituras e as atividades escritas que ela fazia, as vezes chegava a dormir nessa posição.
Desta forma ao chegar a escola fui matriculada em uma turma que a série era Alfa I por causa da minha idade e na turma do Alfa II ficariam as crianças mais velhas, mas como eu já sabia ‘’ler’’ que hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever os símbolos.Fui transferida para a turma Alfa II.
Fui alfabetizada com o método casinha feliz e tinha como professora Dagnalva,na 1ª série Daildete Lima e da 2ª à 4ª série Maria Madalena Santos Almeida Mota que era uma excelente professora,que mesmo trabalhando com método tradicional ela respeitava a individualidade de cada aluno e buscava conhecer a historia de vida de cada um de nós e nos orientava nem só no tocante a conteúdos escolares, mas para a vida dentro e fora da escola.
Não tive nenhuma dificuldade com meu processo de alfabetização e era uma das melhores alunas da turma, sempre gostei muito de ler e de estudar.
Nos meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo, vivenciando aquelas historias.
Lembro carinhosamente de livros que li nas primeiras séries do ensino fundamental como Meu pé de Laranja Lima, Heide,Rebeca do vale do sol, Poliana menina e Xisto,o menino do dedo verde.E atualmente de forma engraçada descubro que tenho dúvidas se foram duas obras ou se Xisto também tinha o dedo verde,mas como foi uma de minhas leituras prediletas eu não tenho interesse em recorrer a pesquisas e desmanchar a minha fantasia.
Essas leituras foram tão marcantes em minha vida que no momento consigo lembrar de passagens dessas obras lidas.
Li também alguns da série vaga lume como: A ilha Perdida,Zezinho dono da porquinha preta e Sozinha no mundo,recordo-me que na leitura dessa última obra tinha momentos em que eu me sentia a própria personagem apertando seus bichinhos de pelúcia e se escondendo dentro das vidraças,chegava a sentir meu corpo apertado pela falta de espaço das tais vidraças.E saliento que tudo isso para mim foi e continua sendo mágico.
Diante do exposto comecei a perceber que quem lia tinha a oportunidade de conhecer lugares e personagens fantásticos e diferentes.Nessas leituras encontrei lições de vida muitas vezes inesquecíveis.
Concordo com Ricardo Azevedo (2004) quando em seu poema Aula de Leitura ele a descreve assim:




A leitura é muito mais
Do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
Pode até surpreender
Vai ler nas folhas do chão
Se é outono ou se é verão
Nas ondas solta do mar
Se é hora de navegar
E no jeito da pessoa
Se trabalha ou se é à-toa
Na cara do lutador
Quando está com dor
Vai ler na casa de alguém
O gosto que o dono tem
E so pelo latido do cachorro
Se é melhor gritar socorro
E na cinza da fumaça
Tamanha desgraça
E no tom que sopra o vento
Se corre o barco ou se vai lento
E também no calor da fruta
E no cheiro da comida
E no ronco do motor
E nos dentes do cavalo
E na pele da pessoa
E no brilho do sorriso
Vai ler nas nuvens do céu
Vai ler na palma da Mão
Vai ler até nas estrelas
E no som do coração
Uma arte que dá medo
É a de ler no olhar
Pois os olhos têm segredo
Difíceis de decifrar












Meu processo de alfabetização

Relembrar o meu processo de aquisição da leitura e da escrita é reviver um momento significativo da minha infância, pois foi muito prazeroso para mim o primeiro contato com as letras. Tive esse primeiro contato através da minha irmã mais velha que já cursava 8ª série. Ela estudava sempre a noite quando todos dormiam. Uma vez que durante o dia muitas crianças brincavam pela casa, pois a nossa família era grande. E eu em vez de dormir ficava com o queixo apoiado no ombro dela, observando as leituras e as atividades escritas que ela fazia, as vezes chegava a dormir nessa posição.
Desta forma ao chegar a escola fui matriculada em uma turma que a série era Alfa I por causa da minha idade e na turma do Alfa II ficariam as crianças mais velhas, mas como eu já sabia ‘’ler’’ que hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever os símbolos.Fui transferida para a turma Alfa II.
Fui alfabetizada com o método casinha feliz e tinha como professora Dagnalva,na 1ª série Daildete Lima e da 2ª à 4ª série Maria Madalena Santos Almeida Mota que era uma excelente professora,que mesmo trabalhando com método tradicional ela respeitava a individualidade de cada aluno e buscava conhecer a historia de vida de cada um de nós e nos orientava nem só no tocante a conteúdos escolares, mas para a vida dentro e fora da escola.
Não tive nenhuma dificuldade com meu processo de alfabetização e era uma das melhores alunas da turma, sempre gostei muito de ler e de estudar.
Nos meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo, vivenciando aquelas historias.
Lembro carinhosamente de livros que li nas primeiras séries do ensino fundamental como Meu pé de Laranja Lima, Heide,Rebeca do vale do sol, Poliana menina e Xisto,o menino do dedo verde.E atualmente de forma engraçada descubro que tenho dúvidas se foram duas obras ou se Xisto também tinha o dedo verde,mas como foi uma de minhas leituras prediletas eu não tenho interesse em recorrer a pesquisas e desmanchar a minha fantasia.
Essas leituras foram tão marcantes em minha vida que no momento consigo lembrar de passagens dessas obras lidas.
Li também alguns da série vaga lume como: A ilha Perdida,Zezinho dono da porquinha preta e Sozinha no mundo,recordo-me que na leitura dessa última obra tinha momentos em que eu me sentia a própria personagem apertando seus bichinhos de pelúcia e se escondendo dentro das vidraças,chegava a sentir meu corpo apertado pela falta de espaço das tais vidraças.E saliento que tudo isso para mim foi e continua sendo mágico.
Diante do exposto comecei a perceber que quem lia tinha a oportunidade de conhecer lugares e personagens fantásticos e diferentes.Nessas leituras encontrei lições de vida muitas vezes inesquecíveis.
Concordo com Ricardo Azevedo (2004) quando em seu poema Aula de Leitura ele a descreve assim:




A leitura é muito mais
Do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
Pode até surpreender
Vai ler nas folhas do chão
Se é outono ou se é verão
Nas ondas solta do mar
Se é hora de navegar
E no jeito da pessoa
Se trabalha ou se é à-toa
Na cara do lutador
Quando está com dor
Vai ler na casa de alguém
O gosto que o dono tem
E so pelo latido do cachorro
Se é melhor gritar socorro
E na cinza da fumaça
Tamanha desgraça
E no tom que sopra o vento
Se corre o barco ou se vai lento
E também no calor da fruta
E no cheiro da comida
E no ronco do motor
E nos dentes do cavalo
E na pele da pessoa
E no brilho do sorriso
Vai ler nas nuvens do céu
Vai ler na palma da Mão
Vai ler até nas estrelas
E no som do coração
Uma arte que dá medo
É a de ler no olhar
Pois os olhos têm segredo
Difíceis de decifrar












Meu processo de alfabetização

Relembrar o meu processo de aquisição da leitura e da escrita é reviver um momento significativo da minha infância, pois foi muito prazeroso para mim o primeiro contato com as letras. Tive esse primeiro contato através da minha irmã mais velha que já cursava 8ª série. Ela estudava sempre a noite quando todos dormiam. Uma vez que durante o dia muitas crianças brincavam pela casa, pois a nossa família era grande. E eu em vez de dormir ficava com o queixo apoiado no ombro dela, observando as leituras e as atividades escritas que ela fazia, as vezes chegava a dormir nessa posição.
Desta forma ao chegar a escola fui matriculada em uma turma que a série era Alfa I por causa da minha idade e na turma do Alfa II ficariam as crianças mais velhas, mas como eu já sabia ‘’ler’’ que hoje compreendo que sabia apenas decodificar e escrever os símbolos.Fui transferida para a turma Alfa II.
Fui alfabetizada com o método casinha feliz e tinha como professora Dagnalva,na 1ª série Daildete Lima e da 2ª à 4ª série Maria Madalena Santos Almeida Mota que era uma excelente professora,que mesmo trabalhando com método tradicional ela respeitava a individualidade de cada aluno e buscava conhecer a historia de vida de cada um de nós e nos orientava nem só no tocante a conteúdos escolares, mas para a vida dentro e fora da escola.
Não tive nenhuma dificuldade com meu processo de alfabetização e era uma das melhores alunas da turma, sempre gostei muito de ler e de estudar.
Nos meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo, vivenciando aquelas historias.
Lembro carinhosamente de livros que li nas primeiras séries do ensino fundamental como Meu pé de Laranja Lima, Heide,Rebeca do vale do sol, Poliana menina e Xisto,o menino do dedo verde.E atualmente de forma engraçada descubro que tenho dúvidas se foram duas obras ou se Xisto também tinha o dedo verde,mas como foi uma de minhas leituras prediletas eu não tenho interesse em recorrer a pesquisas e desmanchar a minha fantasia.
Essas leituras foram tão marcantes em minha vida que no momento consigo lembrar de passagens dessas obras lidas.
Li também alguns da série vaga lume como: A ilha Perdida,Zezinho dono da porquinha preta e Sozinha no mundo,recordo-me que na leitura dessa última obra tinha momentos em que eu me sentia a própria personagem apertando seus bichinhos de pelúcia e se escondendo dentro das vidraças,chegava a sentir meu corpo apertado pela falta de espaço das tais vidraças.E saliento que tudo isso para mim foi e continua sendo mágico.
Diante do exposto comecei a perceber que quem lia tinha a oportunidade de conhecer lugares e personagens fantásticos e diferentes.Nessas leituras encontrei lições de vida muitas vezes inesquecíveis.
Concordo com Ricardo Azevedo (2004) quando em seu poema Aula de Leitura ele a descreve assim:




A leitura é muito mais
Do que decifrar palavras
Quem quiser parar pra ver
Pode até surpreender
Vai ler nas folhas do chão
Se é outono ou se é verão
Nas ondas solta do mar
Se é hora de navegar
E no jeito da pessoa
Se trabalha ou se é à-toa
Na cara do lutador
Quando está com dor
Vai ler na casa de alguém
O gosto que o dono tem
E so pelo latido do cachorro
Se é melhor gritar socorro
E na cinza da fumaça
Tamanha desgraça
E no tom que sopra o vento
Se corre o barco ou se vai lento
E também no calor da fruta
E no cheiro da comida
E no ronco do motor
E nos dentes do cavalo
E na pele da pessoa
E no brilho do sorriso
Vai ler nas nuvens do céu
Vai ler na palma da Mão
Vai ler até nas estrelas
E no som do coração
Uma arte que dá medo
É a de ler no olhar
Pois os olhos têm segredo
Difíceis de decifrar

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